<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766</id><updated>2012-01-19T14:44:20.091-02:00</updated><title type='text'>ADEMA</title><subtitle type='html'>Associação de Defesa ao Meio Ambiente</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://adema-ong.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>54</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-5861937368899213576</id><published>2012-01-07T15:16:00.003-02:00</published><updated>2012-01-14T17:43:06.689-02:00</updated><title type='text'>PETROLEITA NORTE-AMERICANA É ACUSADA DE POLUIR REGIÃO AMAZÔNICA</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;A petrolífera norte-americana foi condenada ao pagamento da maior indenização da história do direito do ambiente e pode ver a multa duplicar se não pedir desculpa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tribunal de segunda instância de Sucumbíos confirmou a sentença que obriga a petrolífera norte-americana a pagar indenizar o país por danos provocados na Amazónia, entre os anos 1964 e 1994. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A petrolífera foi condenada a pagar 9,5 mil milhões de dólares (7,31 mil milhões de euros) por danos provocados na Amazónia relativos à extracção de petróleo na região. Se a petrolífera não apresentar um pedido de desculpas, pode ficar obrigada ao pagamento de 18 mil milhões de dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sentença confirmou a pena já pronunciada em Fevereiro que condenava a petrolífera a pagar oito mil milhões de dólares e que foi objecto de um pedido de recurso, tanto por parte dos queixosos como da Chevron. Esta é a maior multa da história do direito do ambiente e ultrapassa a multa a que foi condenada a Exxon Mobile, por ter provocado uma maré negra no Alaska em 1989. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A petrolífera diz que a decisão do tribunal é “ilegítima” e que reflecte a “politização e corrupção do sistema judicial do Equador, que toldou este caso fraudulento desde o início”, segundo o comunicado citado pelo “Público” . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5vujTShBIWI/Twh9Sr7YmXI/AAAAAAAAAPg/qZ00QSe_3EQ/s1600/CHEVRON.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="237" rea="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-5vujTShBIWI/Twh9Sr7YmXI/AAAAAAAAAPg/qZ00QSe_3EQ/s320/CHEVRON.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Un video animado patrocinado por la organización ambientalista Amazon Watcht explica de &lt;br /&gt;manera didáctica el impacto de los desechos tóxicos dejados por la empresa Chevron en Ecuador. &lt;br /&gt;&amp;lt;&amp;lt;&amp;nbsp;'Ecuador: &lt;a href="http://racismoambiental.net.br/" target="_blank"&gt;Video animado sobre la energía tóxica de Chevron'&lt;/a&gt;&amp;gt;&amp;gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;A Chevron herdou esta responsabilidade depois de ter adquirido a petrolífera Texaco, que foi a directamente visada pelas acusações e afirma ter firmado um acordo com as autoridades que a isentava de todas as responsabilidades, segundo a Euronews. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os títulos da petrolífera valorizam 0,46% para 84,708 euros, ao serem negociados na bolsa da Alemanha antes da abertura dos mercados norte-americanos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Texaco, empresa comprada pela Chevron em 2001, é acusada de despejar resíduos de perfuração de petróleo em poços desprotegidos, poluindo a floresta amazônica e provocando doenças e mortes entre povos indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós ratificamos a decisão de 14 de fevereiro de 2011 em todas as suas partes, incluindo a sentença de reparação moral", afirmou a decisão emitida na terça obtida pela Reuters.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reuters&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-5861937368899213576?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://racismoambiental.net.br/' title='PETROLEITA NORTE-AMERICANA É ACUSADA DE POLUIR REGIÃO AMAZÔNICA'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5861937368899213576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5861937368899213576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2012/01/petroleira-norte-americana-e-acusada-de.html' title='PETROLEITA NORTE-AMERICANA É ACUSADA DE POLUIR REGIÃO AMAZÔNICA'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-5vujTShBIWI/Twh9Sr7YmXI/AAAAAAAAAPg/qZ00QSe_3EQ/s72-c/CHEVRON.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-6577367956144973043</id><published>2011-09-22T14:40:00.011-03:00</published><updated>2011-12-17T10:26:30.363-02:00</updated><title type='text'>A FALSA ENERGIA SUSTENTÁVEL DO BRASIL - Usina Hidrelétrica de Jirau</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;A &lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;i&gt;HIDRELÉTRICA JIRAU&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; TEM COMO ACIONISTA MAIOR&amp;nbsp;A EMPRESA FRANCESA&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;SUEZ ENERGY SOUTH AMERICA PARTICIPAÇÕES LTDA&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;QUE É CUSTEADA PELO BANCO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL - &lt;b&gt;&lt;u&gt;BNDES do BRASIL&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;. É a famosa &amp;nbsp;PPP - Parceria&amp;nbsp;Público-Privada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PASMEM!!!!&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TODA A ENERGIA GERADA NÃO SERÁ CONSUMIDA NA REGIÃO NORTE ou em PORTO VELHO.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existem linhas de transmissão local. A &lt;a href="http://www.santoantonioenergia.com.br/site/portal_mesa/pt/usina_santo_antonio/geracao_de_energia/geracao_de_energia.aspx"&gt;UHE Santo Antônio&lt;/a&gt; será interligada ao &lt;strong&gt;&lt;u&gt;Sistema Elétrico do Sudeste/Centro-Oeste Brasileiro&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; por meio de duas linhas de transmissão em corrente contínua de cerca de 600 kV com 2.375 km de extensão, que serão as maiores do mundo em operação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Usina Hidrelétrica de Jirau é uma usina hidrelétrica em construção no Rio Madeira, a 150 km de Porto Velho, em Rondônia. Foi planejada para ter um reservatório de 258 km², que terá capacidade instalada de 3.750MW,[1] (sendo 2.184 MW assegurados) e faz parte do Complexo do Rio Madeira. A construção está a cargo do consórcio "&lt;strong&gt;&lt;u&gt;ESBR - Energia Sustentável do Brasil&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;", formado pelas&amp;nbsp;&lt;strong&gt;empresas Suez Energy (50.1%)&lt;/strong&gt;, Eletrosul (20%), Chesf (20%) e Camargo Corrêa (9,9%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A usina, juntamente com a de Santo Antônio, também em construção no mesmo rio, são consideradas fundamentais para o suprimento de energia elétrica no Brasil a partir de meados de 2013 e estão entre as obras mais importantes do Governo Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.aneel.gov.br/arquivos/PDF/termel%C3%A9tricas.pdf"&gt;&lt;strong&gt;TERMELÉTRICAS EM PORTO VELHO&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;ESTA &lt;strong&gt;&lt;u&gt;PRODUÇÃO DE ENERGIA&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; VOLTADA AO CONSUMO REGIONAL SERIA ESSENCIAL PARA QUE FOSSEM DESLIGADAS AS&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.aneel.gov.br/arquivos/PDF/termel%C3%A9tricas.pdf"&gt;&lt;strong&gt;TERMELÉTRICAS EM PORTO VELHO&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, PARA&amp;nbsp;O&amp;nbsp;&amp;nbsp;FREIO NO "&lt;strong&gt;ARCO DE DESMATEMENTO", AO SUL DA AMAZÔNIA.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;VEJAM DE PERTO, NO MAPA ABAIXO, &amp;nbsp;O AVANÇO SOBRE A MATA ENTRE VILHENA, JI-PARANÁ E PORTO VELHO.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="443" src="http://wikimapia.org/#lat=-10.4662056&amp;amp;lon=-61.1938477&amp;amp;z=7&amp;amp;l=9&amp;amp;ifr=1&amp;amp;m=b" width="746"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Financiamento e Compensações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;&lt;u&gt;Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; é o maior financiador da obra, combinando financiamento direto com repasses através de outras instituições financeiras - Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Caixa Econômica Federal, Bradesco e Itaú Unibanco. Haverão o retorno para a comunidade através das &lt;a href="http://www.energiasustentaveldobrasil.com.br/arquivos/compensa%C3%A7%C3%B5es_sociais_final.pdf"&gt;COMPENSAÇÕES SOCIAIS&lt;/a&gt; que o consórcio repassará ao governo estadual que distribuirá, inclusive para outras comunidades, que não Porto Velho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Operação&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em 28 de janeiro de 2010 o consórcio construtor informou o novo cronograma de operação, prevendo o início de funcionamento da primeira das 46 turbinas do tipo bulbo para março de 2012 e o pleno funcionamento da usina para novembro do mesmo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Leilão de concessão&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O leilão de concessão para construção da usina foi realizado em 19 de maio de 2008. O preço inicial foi de 91 reais por megawatt hora (MWh), sendo que o grupo vencedor, o consórcio Energia Sustentável do Brasil, ofereceu o preço de 71,40 reais por MWh, um deságio de 21,5%. As previsões eram de que o deságio fosse de apenas 10%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;A composição do consórcio Energia Sustentável do Brasil é formado pela Suez Energy South America Participações Ltda., com 50,1%;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Camargo Correa Investimentos em Infra-Estrutura S/A, com 9,9%; Eletrosul Centrais Elétricas S/A, com 20%; e Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - Chesf, com 20%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo vencedor informou após o leilão que pretendia antecipar o início das operações de janeiro de 2013 para março de 2012, sendo que a previsão é de que a obra custe 8,7 bilhões de reais, dos quais 2,5 bilhões de dólares foram recursos dos participantes do consórcio e o restante seria obtido via financiamento com o BNDES. Está situada a 130 km de Porto Velho, em uma área de mata densa, o que traz dificuldades adicionais para a construção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BNDES aprovou em fevereiro de 2009 um financiamento de 7,2 bilhões de reais para o projeto, o que representa o &lt;strong&gt;&lt;u&gt;maior valor da história do banco para o financiamento de um único projeto&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;.[3]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Características&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente prevista com 44 unidades geradoras, a usina terá no total 46 turbinas do tipo bulbo, estando previsto que operará na capacidade máxima até outubro de 2016. Terá capacidade instalada para gerar 3.750MW. Seu reservatório vai alagar uma área de 258 quilômetros quadrados. Para o governo, essa é uma evolução, pois na mesma região há usinas com menor potência e que provocaram o alagamento de áreas maiores.[4]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na construção, um dos problemas a ser resolvido é como tratar os resíduos sólidos maiores que descem pelo rio (&lt;strong&gt;&lt;u&gt;estima-se que cerca de 1.600 troncos de árvores desçam diariamente pelo rio&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;). O contrato prevê que os troncos não podem ser devolvidos ao rio, nem ser usados com fins lucrativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Impacto econômico regional&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há estimativa que a construção da usina injete na economia de Rondônia 42 bilhões de reais em seis anos, que a Hidrelétrica irá pagar como royaltes, contribuindo para elevar - em conjunto com a Usina de Santo Antônio - Porto Velho de cidade média a cidade grande. Em 2008, já se observaram efeitos positivos no comércio, na rede hoteleira, no emplacamento de veículos e no setor imobiliário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Impacto socioambiental&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O empreendimento, um dos maiores e mais caros do Programa de Aceleração do Crescimento, coloca em situação de risco as populações tradicionais, povos indígenas isolados e os ecossistemas amazônico.Todavia, sob forte pressão política, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) concedeu uma Licença Prévia (LP) ao empreendimento, em julho de 2007, contrariando a posição dos técnicos do órgão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em maio de 2008, o consórcio &lt;a href="http://www.energiasustentaveldobrasil.com.br/"&gt;Energia Sustentável do Brasil&lt;/a&gt; venceu o leilão de venda de energia de Jirau, com deságio de 21% (R$71,40 por MWh). &lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;Logo após o leilão, o consórcio, liderado pela GDF Suez, anunciou a mudança do local da construção da usina, sob a alegação de reduzir os custos de construção&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, decidiu-se transferir a barragem do local inicialmente previsto para um ponto situado a 9,2 km rio &lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;abaixo, sem qualquer estudo de impacto ambiental prévio.&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; Ainda em razão de pressões políticas, o &lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Ibama concedeu, em novembro de 2008, uma Licença de Instalação (LI) "parcial"&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; - figura inexistente na legislação -, para instalação do canteiro de obras, apenas. A licença de instalação definitiva à construção seria afinal concedida em junho do ano de 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 6 de março de 2009, a Secretaria de Desenvolvimento Ambiental de Rondônia cancelou a autorização para as obras da usina, sob a alegação de que o &lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;deslocamento da barragem da hidrelétrica afetaria em mais 4 km² a Floresta Estadual de Rendimento Sustentável Rio Vermelho A&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;, localizada na margem esquerda do rio Madeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governador Ivo Cassol também fez críticas ao consórcio por comprar madeira fora do estado, o que prejudicaria os interesses do estado. O secretário de Desenvolvimento Ambiental, porém, minimizou a questão, afirmando que o cancelamento da autorização da obra não significaria a suspensão dos trabalhos de construção, e que não existiria qualquer conotação política no caso, já que a construção da usina é do interesse do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em fevereiro de 2009, o órgão local do Ibama já havia embargado parte do canteiro de obras, pois a obra partia de um ponto fora da área autorizada. O órgão ambiental multou o consórcio em 975 mil reais pela construção, além de já ter aplicado anteriormente multa de 475 mil pelo desmatamento de floresta nativa em Área de Preservação Permanente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu site, o consórcio Energia Sustentável informa os investimentos realizados em Jirau, a título de compensações sociais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As obras foram paralisadas em maio de 2009 devido à expiração da licença de instalação "parcial", emitida pelo Ibama. Em 3 de junho, o Ibama concedeu a licença ambiental definitiva, liberando a retomada da obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério Público Federal e o Ministério Público do estado de Rondônia entraram com ação contra o presidente do Ibama, Roberto Messias Franco, sob a alegação de que a licença concedida para a obra foi dada em desacordo com a legislação ambiental e de licitações.&lt;br /&gt;Em julho de 2009, cerca de 300 manifestantes interromperam a estrada que dá acesso às obras, em protesto contra autuações ambientais do Ibama em uma região a 100 km do local, onde havia extração ilegal de madeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&amp;nbsp;Críticas internacionais&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em 14 de março de 2009, o Brasil foi condenado simbolicamente pelo Tribunal da Água - uma corte de ética dentro do Fórum Mundial da Água realizado em Istambul - por construir as duas usinas no rio Madeira, as quais ameaçam a vida da população indígena, além de alterar os ciclos fluviais e a biodiversidade.&lt;br /&gt;A Bolívia expressou sua preocupação com o impacto ambiental e sanitário que as usinas de Santo Antônio e Jirau poderão causar, tendo em vista a proximidade de sua construção com a fronteira daquele país (100 km). Há preocupação com a proliferação de doenças como dengue e malária devido aos lagos que serão formados. Confirmando as preocupações do governo boliviano, em agosto de 2009 foi anunciado que os casos de malária no distrito de Jaci-Paraná (distrito de Porto Velho) aumentaram 63,6%, nos sete primeiros meses de 2009 em relação ao mesmo período do ano anterior, ainda que a autoridade sanitária reconheça o fato de a população da região ter triplicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Responsabilidade social e ambiental&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Em 2010, por liderar o consórcio responsável pela obra de Jirau, a GDF Suez foi indicada para o Public Eye Award, um antiprêmio atribuído todos os anos em Davos, Suíça, à empresa ou organização mais irresponsável social e ambientalmente em todo o mundo. Organizações ambientalistas acusam a GDF Suez de violação de normas de proteção ambiental e de ignorar os direitos humanos das populações indígenas, ameaçadas pela construção da hidrelétrica. Em 13 de janeiro de 2010, 16 entidades, dentre as quais Survival International, Amigos da Terra - Amazônia Brasileira, Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé, Amazon Watch, Movimentos dos Atingidos por Barragens - MAB, Instituto Madeira Vivo, Greenpeace, Grupo de Trabalho Amazônico - GTA e a organização France Libertés - Fondation Danielle Mitterrand, da ex-primeira dama da França, enviaram carta ao presidente do grupo, Gérard Mestrallet, ao presidente da Suez na América Latina, Jan Flachet, e a Victor Paranhos, presidente da Energia Sustentável do Brasil S.A., administradora do consórcio responsável pela obra. O presidente Nicolas Sarkozy também recebeu cópia da carta, já que 35,6% das ações da Suez pertencem ao estado francês. Segundo o dirigente da Survival International France, Jean-Patrick Razon, "é um absurdo que o governo francês esteja utilizando dinheiro público para financiar uma companhia vergonhosa, responsável por destruir o rio Madeira e uma região de enorme importância ecológica e sociocultural. Além disso, a sobrevivência de povos indígenas isolados, que são os mais vulneráveis do planeta, é uma grande preocupação, pois serão expulsos de suas terras e expostos a doenças contra as quais eles não têm imunidade." [6]&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao construir um canteiro de obras com um tipo de licença inexistente na legislação ambiental brasileira,[7] a GDF Suez e seus parceiros no consórcio foram autuados por desmatamento ilegal, sendo atualmente réus em ações civis públicas ajuizadas no Brasil pelos Ministérios Públicos Federal e Estadual de Rondônia e por organizações da sociedade civil.[6]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Motim&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No dia 15 de março de 2011, iniciou-se um motim entre os trabalhadores empregados na construção da usina. Eles protestavam contra as condições de trabalho e segurança. Declararam que há trabalhadores morrendo de malária. "Os funcionários nos relatam constantemente inúmeros desmaios por dia em plena obra, sendo que os ambulatórios não possuem médicos. E o pior: permanecem sob observação por dez minutos e, depois, são obrigados a retornar ao trabalho", declarou a irmã Maria Ozânia da Silva, coordenadora da Pastoral do Migrante em Rondônia. Segundo os trabalhadores, a confusão começou quando um operário, que não tinha autorização para deixar o canteiro, tentou embarcar num dos ônibus que transportam os funcionários, e foi impedido pelo motorista. Por causa do motim, cerca de 35 trabalhadores foram presos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;45 ônibus que faziam o transporte dos trabalhadores e 35 alojamentos foram queimados ou destruídos. Outras 30 instalações da usina foram danificadas, segundo a Secretaria da Segurança de Rondônia. Na manhã 17 de março de 2011, operários deixaram o canteiro de obras da hidrelétrica dizendo que um novo confronto incendiou os alojamentos e escritórios. Eles carregavam malas e mochilas, dizendo que não havia mais nenhum alojamento ou escritório em pé. Os trabalhadores que deixaram a obra bloquearam a rodovia BR-364, em frente ao acesso ao canteiro de obras, com paus e pedras. Um colchão foi incendiado no local. Após o movimento, reivindicam também transporte para chegar a Porto Velho, a cerca de 150 km da usina. &lt;br /&gt;Em 7 de abril, o consórcio &lt;u&gt;&lt;strong&gt;Energia Sustentável do Bra&lt;/strong&gt;sil&lt;/u&gt; informou que concordara em atender a mesma pauta trabalhista negociada na usina de Santo Antônio, onde os trabalhadores também haviam parado a construção. Era aguardada a liberação do canteiro pelos fiscais do Ministério do Trabalho. O consórcio informou também que as revoltas dos trabalhadores atrasariam o cronograma da obra de Jirau em seis meses. O início da geração de energia estava previsto para março de 2012. Mesmo com esse atraso, o consórcio informou que a obra seria concluída antes do prazo previsto no edital (janeiro de 2013). O ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência, durante reunião com centrais sindicais e representantes de empresas, apontou falhas na obra e na estrutura urbana próxima ao canteiro. [24]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 11 de abril, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, visitou os canteiros de obras das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, para conhecer as condições de trabalho e alojamento. Na mesma data, a obra de Jirau foi reiniciada. Diretores do consórcio avisaram que seriam demitidos 6 mil dos 25 mil trabalhadores empregados nas primeiras fases da obra. &lt;br /&gt;Em 14 de abril, o ministro Lupi declarou que, após negociações conduzidas pelo governo, o ambiente nos canteiros de obras das usinas estava "pacificado". Explicou que as empresas, no intuito de antecipar a conclusão da obra em oito meses a um ano, contrataram um número muito elevado de trabalhadores, gerando dificuldades na administração da construção e conflitos nos canteiros - tanto Jirau quanto em Santo Antônio. No entanto, o governo, segundo o ministro, queria que se cumprisse o cronograma exatamente. Carlos Lupi disse que, após a revolta, cerca de oito mil trabalhadores de Jirau tinham retornado aos seus estados de origem e não voltariam à obra. Disse também que o governo planeja a criação de um marco regulatório para grandes obras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências↑ Ordoñez, Ramona (04/06/2009). Recomeçam obras da usina de Jirau no Rio Madeira. O Globo. Página visitada em 27/08/2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Press Release ESBR &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ a b BNDES aprova maior financiamento de sua história para a usina Jirau &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ a b c d O Globo - Suez vence leilão de Jirau e fala em antecipar geração &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Agência Brasil - Lula e seis ministros visitam obras de hidrelétricas do Rio Madeira &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Usina Jirau inicia operação em 2012 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Agência Brasil - Começa a concretagem da primeira casa de força de usina no Madeira &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Usina de Jirau deve injetar R$ 42 bi na economia de Rondônia em seis anos. Agência Brasil (11/03/2009). Página visitada em 09/08/2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ GDF Suez é a segunda empresa no mundo que mais ameaça o meio ambiente e a população, por Thais Iervolino. 27 de janeiro de 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Termina a novela da hidrelétrica de Jirau e a permuta de UCs em Rondônia. 21 de julho de 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Governo de Rondônia cancela licença para Jirau &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Agência Brasil - Governo de Rondônia minimiza suspensão de autorização para Usina de Jirau &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Usina de Jirau é paralisada pelo Ibama por usar área não autorizada &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Compensações Sociais da Usina Hidrelétrica Jirau &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Obras na Usina de Jirau estão suspensas, informa consórcio &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Estadão - Ibama libera licença definitiva da usina de Jirau &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Lourenço, Luana (07/07/2009). Ministérios públicos em Rondônia abrem processo contra presidente do Ibama. Agência Brasil. Página visitada em 27/08/2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Agência Brasil - Manifestantes mantêm paradas obras da Usina de Jirau &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Tribunal da Água condena Brasil por más práticas. Uol, 14 de março de 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Bolívia expressa preocupação com construção de represas no rio Madeira &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Craide, Sabrina (15/08/2009). Malária aumenta 63% em distrito de Porto Velho por causa de construção de usinas. Agência Brasil. Página visitada em 27/08/2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Revolta em Jirau reflete superexploração, por Eduardo Sales de Lima. Brasil de Fato, 28 de março de 2011. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Confronto na usina de Jirau destrói alojamentos e escritórios. Jornal Floripa, 17 de março de 2011. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Revolta em Jirau atrasará obra em 6 meses Rondonotícias, 7 de abril de 2011. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Lupi visita canteiros de Jirau e Santo Antônio. O Globo, 11 de abril de 2011. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Obras de construção da usina hidrelétrica de Jirau são retomadas. Estadão, 12 de abril de 2011 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;↑ Obras de Jirau e Santo Antônio terão menos trabalhadores, diz ministro. G1, 14 de abril de 2011. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-6577367956144973043?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/6577367956144973043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/6577367956144973043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2011/09/usina-hidreletrica-de-jirau-falsa.html' title='A FALSA ENERGIA SUSTENTÁVEL DO BRASIL - Usina Hidrelétrica de Jirau'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-2199776603821232834</id><published>2011-08-28T14:07:00.004-03:00</published><updated>2011-08-28T14:37:23.064-03:00</updated><title type='text'>SANEAMENTO NO BRASIL</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 style="font-size: 16px; margin-bottom: 15px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span id="ctl00_content_master_lblSubtitulo"&gt;Indicadores de 2009 revelam melhorias em águas,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;esgotos e coleta de lixo&lt;/h2&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-OKkiZKeYCBY/Tlp8l6ZTEsI/AAAAAAAAAM0/_shx4ObjXnA/s1600/Pessoas+com+benheiro+e+%25C3%25A1gua.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="217" src="http://4.bp.blogspot.com/-OKkiZKeYCBY/Tlp8l6ZTEsI/AAAAAAAAAM0/_shx4ObjXnA/s400/Pessoas+com+benheiro+e+%25C3%25A1gua.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333;"&gt;&lt;span id="ctl00_content_master_lblConteudo"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;O Ministério das Cidades acaba de lançar a 15ª edição do Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos e a 8ª edição do Diagnóstico de Manejo de Resíduos Sólidos Urbanos, ambos referentes ao ano de 2009. Os documentos são baseados nos dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). As informações do SNIS são fornecidas por prestadores de serviços e abrangem aspectos operacionais, administrativos, econômico-financeiros, contábeis e qualidade dos serviços envolvendo serviços de água, esgoto e manejo de resíduos sólidos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Água e Esgotos&lt;/strong&gt;A referência para o&lt;a href="http://www.copa2014.org.br/midia/site/1-2582011185138-Diagnostico_AE2009.pdf" style="text-decoration: none;" target="_blank" title="Água e esgotos"&gt;&amp;nbsp;diagnóstico&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;foi o abastecimento de água em 4.891 municípios e esgotamento sanitário em 2.409 municípios, que correspondem a 97,2% e 81,5%, respectivamente, da população urbana do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o documento, ocorreram importantes crescimentos nas redes entre 2008 e 2009. Em relação à água, o incremento foi de 1,6 milhões de ligações, 16,6 mil km de redes em todo país e o aumento de 215 milhões de m3 na produção. Já em relação aos sistemas de esgotamento sanitário, houve acréscimo de 1,1 milhão de ligações. O volume de esgoto tratado cresceu para 237 milhões de m3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um panorama dos investimentos em cada estado dos serviços de água e esgoto no ano de 2009 mostra um elevado acréscimo, totalizando R$ 7,8 bilhões, superando em R$ 2,2 bilhões o montante do ano anterior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-am6_fCPgh-o/Tlp1cx9VIKI/AAAAAAAAAMY/M4MOwQnc88M/s1600/Diagnostico2_de_saneamento_25-8-2011.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-am6_fCPgh-o/Tlp1cx9VIKI/AAAAAAAAAMY/M4MOwQnc88M/s400/Diagnostico2_de_saneamento_25-8-2011.JPG" width="272" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;O documento também apresenta números de geração de emprego e renda no país, além de mostrar uma evolução da eficiência geral do setor. Considerando que a atividade de prestação de serviços de água e esgotos gera também empregos na indústria de materiais e equipamentos, na execução de obras, na prestação de outros serviços de engenharia e nas áreas de projetos e consultoria, a quantidade de trabalhadores envolvidos na elaboração do SNIS 2009 é de 607,5 mil empregados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Resíduos Sólidos Urbanos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Este ano, segundo o Ministério, 1964 municípios participaram do diagnóstico, cerca de 35,3% do total do país, onde vivem 120 milhões de pessoas. Admitindo uma freqüência mínima de coleta uma vez por semana, o diagnóstico revela uma cobertura do serviço regular de coleta domiciliar igual a 93,4%. A destinação final totalizou o montante de 24,9 milhões de toneladas de resíduos domiciliares e públicos. Destes, 16,2 milhões de toneladas (65%) foram para aterros sanitários, 5,9 milhões de toneladas (23,7%) para aterros controlados, 1,0 milhão de toneladas (4,2%) para unidades de triagem e de compostagem, e 1,8 milhões de toneladas (7,1%) para os lixões.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt; Os resíduos sólidos produzidos pela população resultaram em uma massa coletada per capita de 0,81 kg/hab/dia na região Sul até 1,47 na Centro-Oeste, com uma média para o país de 0,96 kg/hab/dia. Extrapolando-se os dados do Snis 2009 para todo o país, a análise resulta em uma estimativa de 145 mil toneladas de resíduos domiciliares e públicos coletados diariamente, ou 53 milhões de toneladas/ano.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-NxNIP3a3OdM/Tlp8x8Nzm5I/AAAAAAAAAM4/N5kSwamPJsM/s1600/Pessoas+com+atendimento+em+res%25C3%25ADduos+s%25C3%25B3lidos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="215" src="http://3.bp.blogspot.com/-NxNIP3a3OdM/Tlp8x8Nzm5I/AAAAAAAAAM4/N5kSwamPJsM/s400/Pessoas+com+atendimento+em+res%25C3%25ADduos+s%25C3%25B3lidos.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Dados da PNSB 2008 mostram que a maioria dos sistemas de tratamento de água no Brasil é do tipo convencional, conforme pode ser visto na Figura&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-B7np7_UhIgY/Tlp7Wcy_gNI/AAAAAAAAAMo/PR4Yzgp8r8k/s1600/Tipo+de+tratamento+de+%25C3%25A1gua.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="252" src="http://3.bp.blogspot.com/-B7np7_UhIgY/Tlp7Wcy_gNI/AAAAAAAAAMo/PR4Yzgp8r8k/s400/Tipo+de+tratamento+de+%25C3%25A1gua.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Dentre as 13.209 entidades responsáveis pelos serviços de abastecimento de água, nos distritos brasileiros, em 2008, 5.287 (40% dos declarantes), apontaram a existência de tratamento convencional. Em termos de volume declarado de água distribuída, 65% é processado em tratamento convencional, contra 7% em tratamento não convencional, e 22% passa apenas por simples desinfecção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-as_6j1u07UA/Tlp7actwMUI/AAAAAAAAAMs/oNWPfxnaBX8/s1600/Volume+de+estoto+tratado.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://4.bp.blogspot.com/-as_6j1u07UA/Tlp7actwMUI/AAAAAAAAAMs/oNWPfxnaBX8/s400/Volume+de+estoto+tratado.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;Ressalta-se ainda, que a grande parcela de entidades que não prestam qualquer tipo de declaração acerca do tipo de tratamento de água empregado nos sistemas, indicando a precariedade nesses sistemas. Esta realidade reforça a necessidade de criarmecanismos que viabilizem a redução do lodo gerado no tratamento de água, visto ser bastante significativa a presença do tratamento convencional no País.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-2199776603821232834?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.copa2014.org.br/noticias/7873/MINISTERIO+DAS+CIDADES+LANCA+DIAGNOSTICO+DE+SANEAMENTO.html' title='SANEAMENTO NO BRASIL'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/2199776603821232834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/2199776603821232834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2011/08/saneamento-no-brasil.html' title='SANEAMENTO NO BRASIL'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-OKkiZKeYCBY/Tlp8l6ZTEsI/AAAAAAAAAM0/_shx4ObjXnA/s72-c/Pessoas+com+benheiro+e+%25C3%25A1gua.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-9015702895358967857</id><published>2011-08-19T10:49:00.006-03:00</published><updated>2011-08-19T11:02:53.775-03:00</updated><title type='text'>A CRISE AMBIENTAL E AS CIDADES INFORMAIS.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&lt;i&gt;Eng. Felomena Sandri - ADEMA&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;table align="left" cellpadding="0" cellspacing="0" hspace="0" vspace="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left" style="padding-bottom: 0cm; padding-left: 9.35pt; padding-right: 9.35pt; padding-top: 0cm;" valign="top"&gt;&lt;div class="MsoSubtitle"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoSubtitle"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A exploração dos recursos naturais é resultado&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoSubtitle"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;do padrão capitalista de produção e consumo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;e não conhece limites. Hoje o sinônimo de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;felicidade, na grande parte da sociedade atual&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;é o ato de possuir ou consumir.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O planeta não tem recursos para que todos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;consumam de acordo com este padrão vigente&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;e assim a crise ambiental que por vezes se impõe&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;ante o social e o econômico, inviabiliza o tão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;sonhado desenvolvimento sustentável,&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;escreve Ermínia Muratto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Segundo Henrique Cortez, que destaca o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;conceito base: &lt;i&gt;“&lt;/i&gt;&lt;i&gt;Compreendemos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;desenvolvimento sustentável&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; como&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;sendo socialmente justo, economicamente&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;inclusivo e ambientalmente responsável.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Se não for assim não é sustentável.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Aliás, também não é desenvolvimento.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;É apenas um processo exploratório,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;irresponsável e ganancioso, que atende&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;a uma minoria poderosa,rica e&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;politicamente influente.&lt;/i&gt;&lt;i&gt;”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px; line-height: 14px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="display: inline !important; line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zXtrC5C1n-c/Tk5n0akcnqI/AAAAAAAAALw/imfUiPA52E4/s1600/Bosque+Xet%25C3%25A1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;img border="0" height="298" src="http://3.bp.blogspot.com/-zXtrC5C1n-c/Tk5n0akcnqI/AAAAAAAAALw/imfUiPA52E4/s400/Bosque+Xet%25C3%25A1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="MsoCaption"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Figura 1 - Bosque Xetá – Umuarama - AEANOPAR&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoSubtitle" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A&lt;/span&gt;s cidades incharam, e de &amp;nbsp;1940 a 2010&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large;"&gt;a proporção da população brasileira vivendo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;nestas cidades passou de 31% a 84% e&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;atualmente cerca de 160 milhões de residentes&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large;"&gt;urbanos acarretou num dos processos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large;"&gt;mais intensos de urbanização corridos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large;"&gt;no mundo durante o século XX.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoSubtitle"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt; Os indicativos do estado de emergência,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;que o meio ambiente denuncia, estão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;demonstrados na pesquisa realizada pelo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;Instituto Brasileiro de Geografia e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;Estatística – IBGE, que ainda em 2002&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;mostrou que 60% dos municípios brasileiros&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;apresentavam assoreamento dos cursos d’água&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;&amp;nbsp;(70% com desmatamento das matas ciliares&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;e 56% com erosão e deslizamentos de encostas),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;74% despejam esgotos domésticos nos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;cursos d’água, 63% apresentavam contaminação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;do solo por uso de agrotóxicos, esgotos domésticos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;&amp;nbsp;e chorume. Mais de 90% dos municípios brasileiros&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;sofrem com a ocorrência de impactos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;ambientais, de acordo com a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;Pesquisa de Informações Municipais 2008.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;Comparando-se os dados da Munic 2008&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;com os coletados pelo Suplemento de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;Meio Ambiente da Munic 2002,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;observa-se que se manteve praticamente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;igual a incidência de assoreamento de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;corpos d’água (52,9% e 53,0% dos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;municípios, respectivamente), poluição&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;do ar (22,0% e 22,2%) e degradação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;de áreas legalmente protegidas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;(20,2% e 21,6%). Problemas de poluição&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;da água aumentaram sua ocorrência&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;&amp;nbsp;(38,1% em 2002 e 41,7% em 2008)&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; line-height: 115%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;A desvalorização da terra rural&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;sem uma adequada proposta de reforma&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;agrária, intensificou o êxodo e a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;oferta de mão de obra barata para o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;processo de industrialização nas cidades.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;Com força de trabalho barata,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;excluída de políticas públicas e do&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;mercado formal residencial capitalista,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;foram obrigados a construir suas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;próprias moradias e até seus próprios&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;bairros nas cidades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;A urbanização informal, &amp;nbsp;baseada nos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;baixos salários faz surgir nas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;metrópoles a cidade &amp;nbsp;construída&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;ilegalmente pelas próprias mãos de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;seus moradores, sem o acompanhamento&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;técnico, sem &amp;nbsp;os alvarás de construção &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;e localizadas em áreas de risco ou fundos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #424456; font-family: Georgia, serif; font-size: large; line-height: 115%;"&gt;de vales, colocando em risco a própria população.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-9015702895358967857?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/9015702895358967857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/9015702895358967857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2011/08/crise-ambiental-e-as-cidades-informais.html' title='A CRISE AMBIENTAL E AS CIDADES INFORMAIS.'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-zXtrC5C1n-c/Tk5n0akcnqI/AAAAAAAAALw/imfUiPA52E4/s72-c/Bosque+Xet%25C3%25A1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-7532151301302340644</id><published>2011-06-26T09:12:00.000-03:00</published><updated>2011-06-26T09:12:26.072-03:00</updated><title type='text'>Separe o Lixo e Acerte na Lata.</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b&gt;Campanha Coleta Seletiva de Lixo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Secom em 17/06/2011 21:00hs &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Separe o lixo, acerte na lata Campanha ensina como separar e como aproveitar corretamente o lixo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DESAFIO:&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Preparar a sociedade para uma mudança de comportamento em relação à Coleta Seletiva do Lixo, ressaltando os benefícios ambientais, sociais e econômicos do reaproveitamento dos resíduos sólidos para o país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SOLUÇÃO: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A campanha publicitária priorizou uma abordagem mobilizadora, de utilidade pública e de educação ambiental, no sentido de esclarecer à população sobre a importância do reaproveitamento dos resíduos sólidos e ensinar a correta separação do lixo úmido e seco. Com uma linha criativa simples, lúdica e didática, a campanha contempla 3 filmes de 30 segundos para TV, 4 anúncios para revistas, 1 spot de rádio, banners para internet, além de disponibilizar outras peças para utilização de parceiros. O conceito publicitário enfoca o tema de forma descontraída - Separe o Lixo e Acerte na Lata.&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-7532151301302340644?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.secom.gov.br/sobre-a-secom/publicidade/campanhas-de-utilidade-publica/coleta-seletiva' title='Separe o Lixo e Acerte na Lata.'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/7532151301302340644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/7532151301302340644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2011/06/separe-o-lixo-e-acerte-na-lata.html' title='Separe o Lixo e Acerte na Lata.'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-5712968452577811022</id><published>2011-05-14T20:37:00.005-03:00</published><updated>2011-05-14T21:04:20.353-03:00</updated><title type='text'>Em pele de cordeiro...</title><content type='html'>&lt;strong&gt; Ibama descobre esquema de caça ilegal em fazenda do Pantanal de MS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Jg4G7jrGPBo/Tc8XF5NndWI/AAAAAAAAAHs/iBtrivDQoxA/s1600/ON%25C3%2587A%2BPINTADA.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 199px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-Jg4G7jrGPBo/Tc8XF5NndWI/AAAAAAAAAHs/iBtrivDQoxA/s400/ON%25C3%2587A%2BPINTADA.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5606725451124274530" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O escritório Regional do Ibama de Corumbá em Mato Grosso do Sul multou a &lt;br /&gt;proprietária da fazenda Santa Sofia que fica no município de Aquidauana pelo crime ambiental de caça ilegal de animais silvestres. O volume total das multas chegam a R$ 105 mil e foram definidas com base no laudo pericial da EMBRAPA Pantanal feito nos dois crânios de onças apreendidos na Operação Jaguar II. As 16 galhadas de cervos do pantanal e a pele de uma sucuri encontrados na fazenda de Beatriz Rondon também foram objetos da multa por parte do Ibama. Nesse caso as multas foram em dobro por se tratar de abate de animais silvestres para fins turísticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro agravante que elevou o valor da punição foi o fato da fazenda Santa Sofia ser uma Unidade de Conservação. As armas encontradas na fazenda pela operação conjunta do Ibama e da Polícia Federal realizada na fazenda na tarde do dia 5 fazem parte do inquérito da Polícia Federal.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-kf88zdU84nc/Tc8YWEcTemI/AAAAAAAAAH0/CP4LjhM0K0w/s1600/ON%25C3%2587A%2BPINTADA%2B-%2BPRISAO"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-kf88zdU84nc/Tc8YWEcTemI/AAAAAAAAAH0/CP4LjhM0K0w/s400/ON%25C3%2587A%2BPINTADA%2B-%2BPRISAO" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5606726828528204386" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A operação jaguar II foi deflagrada após investigações conjuntas do Ibama e da Polícia Federal. Um vídeo feito durante uma das caçadas que foi enviado anonimamente para a PF também faz parte do inquérito. No vídeo, todo narrado em inglês um grupo de estrangeiros ladeados pelo caçador de onças Antonio Teodoro de Melo Neto e pela proprietária da Fazenda Santa Sofia, Beatriz Rondon acuam uma onça parda no topo de uma árvore e atiram, o animal cai morto e é ladeado pelos cães.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sequência eles acuam uma onça pintada, considerada um troféu mais valioso de acordo com a narrativa. Ouve-se um disparo e a onça pintada é abatida por um tiro certeiro; o animal cai e agoniza, os cães se aproximam. Um dos caçadores do grupo dá mais um tiro à queima-roupa na cabeça do animal matando de vez a onça. Nessa cena aparece a proprietária da fazenda, Beatriz Rondon que fala para a câmera que” é uma fêmea muito linda mas estava matando o meu gado”. O grupo comemora o final da caçada.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As imagens impressionam. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo do safári o grupo atira também em várias capivaras. Beatriz Rondon foi presidente da SODEPAN, Sociedade para a Defesa do Pantanal, uma organização não governamental com atuação reconhecida em Mato Grosso do Sul. A fazenda Santa Sofia fica no pantanal do Rio Negro, uma das regiões das mais preservadas dentro do pantanal e considerado um dos mais belos dos 7 pantanais que formam a planície pantaneira. A fazenda é uma Reserva Particular do Patrimônio Natural – uma RPPN, o que levou o Ibama de Mato Grosso do Sul a considerar como agravante na definição das multas aplicadas à proprietária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O superintendente do Ibama em Mato Grosso do Sul, David Lourenço diz que esse tipo de crime ambiental não é a única agressão ao pantanal que está em curso. “ Vamos continuar as investigações em todas as fazendas que tenham envolvimento direto ou indireto com esse crime”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;David acrescenta que a preocupação do Ibama é enorme diante do desafio de preservar o conjunto da planície pantaneira que está sofrendo agressões também de outras forças econômicas como a minero-siderúrgica que provoca o desmatamento de remanescentes do bioma cerrado para a produção de carvão usado nesse complexo&lt;br /&gt;industrial. “temos constatado assoreamento de rios como o Taquari e o Paraguai e novas pressões sobre as matas nativas do pantanal”. Isso tudo somado sem que tenhamos uma legislação especial de proteção para  pantanal”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.correiodoestado.com.br/noticias/ibama-multa-dona-de-fazenda-em-r-105-mil-por-crime_110106/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORKUT: &lt;strong&gt;EU ODEIO BEATRIZ RONDON&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=114203550&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-5712968452577811022?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.correiodoestado.com.br/noticias/ibama-multa-dona-de-fazenda-em-r-105-mil-por-crime_110106/' title='Em pele de cordeiro...'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5712968452577811022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5712968452577811022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2011/05/em-pele-de-cordeiro.html' title='Em pele de cordeiro...'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Jg4G7jrGPBo/Tc8XF5NndWI/AAAAAAAAAHs/iBtrivDQoxA/s72-c/ON%25C3%2587A%2BPINTADA.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-7119071470721858247</id><published>2011-04-18T10:39:00.002-03:00</published><updated>2011-04-18T10:44:22.234-03:00</updated><title type='text'>CRÉDITOS DE CARBONO - REDUÇÕES CERTIFICADAS DE EMISSÕES - RCEs.</title><content type='html'>Através do link acima, captamos estes gráficos que mostram os países e atividades que mais afetam a camada de ozônio do nosso PLANETA TERRA, além de mostrar quais sao os estados brasileiros que estão sendo prejudicados com o aumento do volume de água dos mares, pelo derretimento das geleiras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-HT9if1GTVq4/TaxAL0zqCcI/AAAAAAAAAKg/G0ciONxntpg/s1600/Emiss%25C3%25B5es%2Bdo%2Befeito%2Bestufa1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="322" width="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-HT9if1GTVq4/TaxAL0zqCcI/AAAAAAAAAKg/G0ciONxntpg/s400/Emiss%25C3%25B5es%2Bdo%2Befeito%2Bestufa1.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-35iM5CkRnyI/Taw__OTLxvI/AAAAAAAAAKQ/sXX_O1nc9Ik/s1600/Emiss%25C3%25B5es%2Bdo%2Befeito%2Bestufa2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="288" width="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-35iM5CkRnyI/Taw__OTLxvI/AAAAAAAAAKQ/sXX_O1nc9Ik/s400/Emiss%25C3%25B5es%2Bdo%2Befeito%2Bestufa2.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-bKTQ6nq99fw/TaxAFoJ-MVI/AAAAAAAAAKY/NuKVvUmr0ys/s1600/Emiss%25C3%25B5es%2Bdo%2Befeito%2Bestufa2-n%25C3%25ADveis%2Bdos%2Bmares.JPG" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="263" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-bKTQ6nq99fw/TaxAFoJ-MVI/AAAAAAAAAKY/NuKVvUmr0ys/s400/Emiss%25C3%25B5es%2Bdo%2Befeito%2Bestufa2-n%25C3%25ADveis%2Bdos%2Bmares.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-7119071470721858247?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.juliocarreiro.com.br/RCE' title='CRÉDITOS DE CARBONO - REDUÇÕES CERTIFICADAS DE EMISSÕES - RCEs.'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/7119071470721858247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/7119071470721858247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2011/04/creditos-de-carbono-reducoes.html' title='CRÉDITOS DE CARBONO - REDUÇÕES CERTIFICADAS DE EMISSÕES - RCEs.'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-HT9if1GTVq4/TaxAL0zqCcI/AAAAAAAAAKg/G0ciONxntpg/s72-c/Emiss%25C3%25B5es%2Bdo%2Befeito%2Bestufa1.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-8223669294718803435</id><published>2011-04-14T14:10:00.000-03:00</published><updated>2011-04-14T14:10:27.920-03:00</updated><title type='text'>USINA FOTOVOLTAICA NO BRASIL</title><content type='html'>&lt;b&gt;Unifev e Sky Solar assinam termo de cooperação&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Instituição de ensino firma parceria com empresa que deve instalar usina fotovoltaica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Unifev e a Sky Solar Sunbeam SL, empresa espanhola que pretende instalar em&lt;br /&gt;Votuporanga a primeira usina fotovoltaica do Brasil, assinaram na última segunda-feira um termo de compromisso que estabelece uma parceria para o desenvolvimento de estudos e pesquisas científicas e torna a instituição de ensino responsável pela operacionalização dos equipamentos que serão utilizados na implantação da geradora de energia solar.&lt;br /&gt;Os empresários espanhóis Pedro Vaquer Brunet e José Bascones, se encontraram com representantes da Unifev - o reitor Marcelo Ferreira Lourenço e o Prof. Donizete Aparecido Fonseca. O projeto visa produzir 33 megawatts de energia, gerada a partir da radiação solar, o que seria suficiente para abastecer aproximadamente 30 mil habitantes.&lt;br /&gt;O termo assinados pelos representantes na reunião propõe a cooperação e colaboração entre a empresa estrangeira e a Unifev para as medições de radiação solar, referentes à construção e promoção de instalações fotovoltaicas e de energia renovável, visando, ainda, estabelecer um campo de estágio para as atividades práticas supervisionadas dos alunos matriculados nos cursos da Unifev.&lt;br /&gt;A celebração do compromisso entrou em vigor já a partir da assinatura do termo e não tem período de vigência determinado, podendo ser rescindido por ambas as partes a qualquer tempo. O documento esclarece que não serão envolvidos recursos financeiros e também não haverá mudanças em quadros de funcionários. As possíveis despesas para a concretização da negociação ficam a cargo da empresa Sky Solar Sunbeam SL.&lt;br /&gt;A implantação da usina fotovoltaica, que tem investimento estimado em R$ 250 milhões, está em fase de negociações e estudos.&lt;br /&gt;Acreditando e incentivando alternativas sustentáveis, desde o primeiro momento, a Fundação Educacional de Votuporanga, mantenedora do Centro Universitário de Votuporanga - Unifev, já está concretizando uma parceria cedendo o local e o monitoramento dos equipamentos de medição para auxiliar no desenvolvimento da cidade e beneficiar a população e, em especial, aos seus alunos que terão, no futuro, novas possibilidades de aprimoramento prático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia na íntegra a versão online&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-8223669294718803435?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.acidadevotuporanga.com.br/View.aspx?noticia=3341' title='USINA FOTOVOLTAICA NO BRASIL'/><link rel='enclosure' type='' href='http://www.youtube.com/watch?v=f95tyaikzVQ' length='0'/><link rel='enclosure' type='' href='http://www.youtube.com/watch?v=ln0yd1557ZU&amp;feature=related' length='0'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/8223669294718803435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/8223669294718803435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2011/04/usina-fotovoltaica-no-brasil.html' title='USINA FOTOVOLTAICA NO BRASIL'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-2501854354633468726</id><published>2011-04-14T14:06:00.001-03:00</published><updated>2011-04-14T14:06:05.242-03:00</updated><title type='text'>CARRO MOVIDO A ENERGIA SOLAR</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-2501854354633468726?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.youtube.com/watch?v=fmnLy-L1b8U&amp;feature=related' title='CARRO MOVIDO A ENERGIA SOLAR'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/2501854354633468726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/2501854354633468726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2011/04/carro-movido-energia-solar.html' title='CARRO MOVIDO A ENERGIA SOLAR'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-3661640739317997474</id><published>2011-04-14T14:05:00.000-03:00</published><updated>2011-04-14T14:05:30.651-03:00</updated><title type='text'>CARRO MOVIDO A AR</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-3661640739317997474?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.youtube.com/watch?v=swahHuhjxPI' title='CARRO MOVIDO A AR'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/3661640739317997474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/3661640739317997474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2011/04/carro-movido-ar.html' title='CARRO MOVIDO A AR'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-5893896669533161603</id><published>2011-01-31T15:04:00.002-02:00</published><updated>2011-01-31T15:07:47.667-02:00</updated><title type='text'>ENERGIA SUSTENTÁVEL</title><content type='html'>&lt;b&gt;Energia sustentável e lucrativa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usar a energia do vento para produzir eletricidade tem se revelado uma das soluções mais promissoras quandos se fala de energia limpa, verde e renovável. E a indústria tem apostado no desenvolvimento dessa tecnologia, acreditando que o resultado será um mundo melhor no futuro e um bom mercado desde já. &lt;br /&gt;O governo alemão, por exemplo, quer modificar a matriz energética do país para que a energia eólica atenda 15% das suas necessidades energéticas em 2030. Especialmente promissores são os mercados da Índia, Estados Unidos e China e, de maneira geral, as indústrias do setor que trabalham com crescimentos da ordem de dois dígitos, que consideram realista mesmo em ambiente econômico turbulento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A energia eólica é a conversão da energia do vento em eletricidade, obtida por meio de turbinas que convertem a energia cinética do vento em energia elétrica. Essa conversão, de maneira geral, obedece à uma rotina padrão. O vento faz girar as lâminas de um rotor. Este rotor, com suas lâminas e o hub que as solidariza, giram em um eixo de baixa velocidade, entre 30 e 60 rpm. O eixo de baixa velocidade, por sua vez, conecta-se a 2 ou 3 caixas de mudança que elevam a rotação para cerca de 1 mil a 1,8 mil rpm, em um eixo de alta rotação. Essa é a rotação que a maioria dos geradores eólicos exige para produzir eletricidade. O eixo de alta velocidade aciona o gerador que produz a eletricidade. Um processo limpo, ambientalmente seguro e renovável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Turbinas eólicas em uso variam de 500 kW até 6 MW. As turbinas de maior capacidade têm sido agrupadas em campos de vento que geram grandes quantidades de energia para comercialização no mercado. A maioria das turbinas eólicas comercialmente disponíveis hoje em dia é fabricada de acordo com o projeto dinamarquês: eixos horizontais, rotor de três lâminas e um sistema que mantém o rotor orientado para a direção do vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quantidade de energia produzida pela turbina eólica depende da velocidade do vento. Ela começa a gerar energia em velocidades de aproximadamente 4 m/s. Como a velocidade do vento aumenta com a altura, as turbinas são montadas sobre torres de aproximadamente 30 metros de altura, garantindo acesso a maior energia eólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário de outras indústrias, as turbinas eólicas operam sem supervisão direta. Os componentes são levados ao alto da torre e lá podem permanecer por seis meses antes da primeira manutenção. Elas operam sob diferentes condições climáticas, incluindo condições extremas como 100% de umidade e temperaturas ambientes que podem variar de -40°C a 85°C. Seus componentes elétricos devem ser capazes de suportar altos surtos de voltagem e estar imunes a ruídos elétricos que podem irradiar-se dos geradores e comutadores da rede. A proteção das turbinas eólicas com para-raios revela como a questão da segurança é crítica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que as turbinas se mantenham operacionais e seguras, os componentes precisam ser cuidadosamente monitorados e protegidos. Um aspecto da segurança das turbinas é o seu sistema de controle. Sem ele, as turbinas vão exceder as capacidades para as quais foram construídas durante grandes ventanias. Velocidades que excedam as especificações da turbina danificam os componentes], e o sistema de segurança deve ser capaz de rapidamente recuperar o controle e parar a turbina. Isso é obtido, primariamente, através de um sistema aerodinâmico de freios que impede as lâminas do rotor de aumentar a potência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema de controle da turbina eólica desempenha múltiplas funções: participa de praticamente todos os processos de decisão relativos à segurança, supervisiona o desempenho normal da turbina, monitora centenas de funções, reúne medições estatísticas, comunica-se com os operadores e provê informações internas. Esse sistema de controle consiste de computadores que monitoram as condições das turbinas ao mesmo tempo que controlam comutadores, válvulas, bombas hidráulicas, etc. Devido ao difícil acesso aos componentes, é vital que os controladores sejam capazes de monitoramento interno e autorregulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem controladores na base da torre bem como na nacele, no topo da torre. Um terceiro controlador pode ser encontrado nas turbinas mais modernas. Sensores são empregados para acompanhar cerca de 500 parâmetros nas turbinas modernas. Alguns exemplos: voltagem do gerador e frequência da corrente, velocidade de rotação do eixo de baixa e alta rotação, ângulos de rotação de cada lâmina, vibração na nacele, nas lâminas e nos rolamentos, temperatura externa e temperaturas de componentes eletrônicos e temperatura do óleo nas caixas de mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhores componentes&lt;br /&gt;A indústria pesquisa e introduz novos avanços na tecnologia envolvida nesse processo de geração energética. Os sistemas de rolamentos para as turbinas, por exemplo, ganharam versões feitas de uma borracha anticorrosão, mais flexível, com melhor vedação e de maior durabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A qualidade dos componentes é de importância decisiva para os projetos de geração eólica. A eficiência das turbinas depende da manutenção e da vida útil dos componentes, geralmente expostos a ambientes hostis nas áreas costeiras ou dentro do mar. Neste último caso, a vida útil é especialmente relevante, desde que os serviços de manutenção nas instalações marítimas são muito caros. Os novos rolamentos têm vida útil muito maior e, por consequência, caem as necessidades de manutenção. São também ecoamigáveis, porque reduzem os níveis de ruído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A indústria trabalha ainda no controle das vibrações das turbinas. Sistemas de suspensão passiva têm aplicações limitadas quando as condições do ambiente são muito variáveis. Eles precisam ser complementados por sistemas de suspensão ativos, que podem compensar um espectro maior de frequência. O princípio desse sistema ativo está baseado na captação da energia elétrica que um atuador utiliza para gerar vibrações compensatórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crescente ampliação dos campos de geração de energia eólica e da capacidade das turbinas aumentou a voltagem operacional dos campos de geração eólica e também a necessidade de manter as perdas na transmissão nos menores níveis possíveis. Para atender essas necessidades surgiram os switchgears isolados a gás, que podem ser facilmente instalados na torre das turbinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;CIMM / Keter&lt;br /&gt;Publicação: 04/10/2010&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-5893896669533161603?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.metalica.com.br/energia-sustentavel-e-lucrativa' title='ENERGIA SUSTENTÁVEL'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5893896669533161603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5893896669533161603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2011/01/energia-sustentavel.html' title='ENERGIA SUSTENTÁVEL'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-3939739219641089879</id><published>2010-11-05T12:54:00.000-02:00</published><updated>2010-11-05T12:56:26.771-02:00</updated><title type='text'>A Construção de Barragens na América Latina</title><content type='html'>&lt;strong&gt;A Construção de Barragens na América Latina&lt;/strong&gt;   &lt;br /&gt;por Glenn Switkes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barragens para energia elétrica, barragens para irrigação, barragens para o desenvolvimento. Especialistas em energia da América Latina têm explorado todos os locais e razões possíveis em seus métodos de represamento de rios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe até um projeto-pesadelo do Instituto Hudson, nos Estados Unidos, que sugere represar o Amazonas e seus afluentes como parte do plano da era da Guerra Fria. A idéia era criar uma série de "Grandes Lagos" em cujas margens populações ao redor do mundo procurariam abrigo no caso de uma guerra nuclear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barragens enormes se tornaram monumentos de militares déspotas que tomaram o poder na América Latina durante as décadas de 60, 70 e 80. Barragens famosas como Itaipú, Guri, Tucuruí e Yacyretá se tornaram peças centrais de planos ambiciosos de expansão da mineração e industrialização. Elas também acenderam as lâmpadas sem adorno das superpovoadas favelas ao redor de Assunção e São Paulo, onde se refugiam as vítimas de guerras rurais por um pedaço de terra. Muitos rios foram sufocados por esses projetos, tornando-se passagens para lagos mortos. Mas contanto que os dólares continuassem a circular livremente em seus cofres, os regimes militares estavam contentes. Enquanto isso, a dívida da América Latina com os bancos estrangeiros crescia a índices vertiginosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o Banco Mundial fazia vista grossa, políticos desonestos traficaram milhões de dólares em fantasmas de aço e cimento, fortalecendo-se para se tornarem senadores e presidentes. E, então, ao assumir essas posições, eles emprestavam ainda mais dinheiro para comprar turbinas e transformadores para a próxima rodada de obra inúteis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fornecedores de equipamentos e consultores de engenharia de Tóquio e Oslo traficavam seus serviços, passando envelopes fechados para funcionários públicos como apreciação pela sua cooperação. A Barragem Yacyretá causou uma dívida de US$ 10 bilhões e a de Itaipú, US$ 20 bilhões. Pelo menos 40% da enorme dívida externa brasileira foi acumulada por investimentos do setor elétrico. Os ditadores provavelmente sabiam que eles não estariam no poder quando as contas vencessem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milhões de pessoas foram removidas à força de suas casas quando da inundação de suas terras. Privadas de sua subsistência, com suprimentos alimentares esgotados e água poluída, essas populações predominantemente rurais foram empurradas mais ainda para o caminho da pobreza através das chamadas "locomotivas do desenvolvimento". Imagens chocantes dessas regiões formam um sinistro álbum do apogeu da construção das barragens: macacos gritando enquanto as águas sobem, milhões de hectares de florestas tropicais e outros ecossistemas críticos afogando-se em estagnadas águas cheio de escuma, famílias indígenas sendo retiradas de suas comunidades ancestrais para deploráveis campos de reassentamento, peixes flutuando de barriga para cima, nuvens de mosquitos e homens armados, trazidos para impedir que os oponentes do projeto tomassem as ruas em protesto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A divergências foram brutalmente esmagadas em incidentes abafados. Na Guatemala, os oponentes da Barragem Chixoy foram assassinados. No Paraguai, a polícia espancou posseiros que construíram cabanas provisórias às margens do reservatório Yacyretá. Na Colômbia, a opressão contra os oponentes de barragens continua e líderes indígenas foram assassinados brutalmente no início deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o fim da era do dinheiro fácil, a sociedade começou a acordar para os problemas impostos pelas grandes barragens e a enxergar tais problemas como símbolos da repressão política sofrida, encarando o fato desalentador de que no final as contas quem paga a conta somos nós. A ascensão da democracia na América Latina foi distintamente confirmada pelas imagens de televisão que mostravam uma mulher guerreira dos Kayapó passando a lâmina de seu facão na bochecha do diretor de uma hidroelétrica, em Altamira, e pela ação de milhares de agricultores no Sul do Brasil, que ameaçaram ocupar represas e escritórios das companhias elétricas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leis ambientais agora fazem o processo de planejamento e aprovação de barragens, mais rigoroso, e portanto mais caro e demorado. Nas audiências públicas obrigatórias, comunidades se mobilizam para expressar a sua opinião quanto à apropriação de seus recursos naturais de água por companhias multinacionais e grupos econômicos nacionais.&lt;br /&gt;Admirável Mundo Novo Privatizado&lt;br /&gt;Atualmente obras de barragens faraônicas e sua vasta rede de transmissão de energia elétrica estão à venda. Empresas privadas ao redor do mundo estão interessadas em comprar companhias de energia elétrica governamentais, mas apenas se os governos nacionais ajudarem no financiamento. Cerca de 38% do custo da privatização no Brasil tem sido financiado por empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, com o término da construção das barragens iniciadas nos anos 80, após anos de atraso e bilhões de dólares acima dos custos previstos, os empreiteiros dizem que aprenderam com seus erros -- reconhecem a importância de estudos nunca antes feitos, a existência de planos de reassentamento não completados e as conseqüências de reservatórios mal planejados. Ainda assim, grandes represas continuam sendo a manifestação mais visível da força política e econômica em uma região onde políticos ganham votos baseados na escala das&lt;br /&gt;obras que "eles" constroem. Grandes barragens continuam a ser promovidas, planejadas e construídas na região, como mostram as histórias desta edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os especialistas dessa indústria, os líderes em potencial de energia elétrica da América Latina são Brasil, Venezuela e Argentina. Mesmo com o crescimento econômico negativo desses países, planejadores do setor continuam a apresentar o fantasma de uma crise de energia e o risco de blackouts como justificativa ao retorno da era das grandes barragens. E eles estão escolhendo sistemas ribeirinhos ainda intocados, a milhares de quilômetros de distância de centros habitados, como os próximos locais a serem sacrificados com a instalação de barragens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A América Latina continua a ser o solo fértil para os construtores de barragens do Hemisfério Norte, que não podem mais vender tecnologia hidroelétrica em suas próprias nações, onde a maior parte dos rios já foram danificados e a crescente consciência ambiental fez com que grandes barragens perdessem a popularidade. Nações como a Bolívia, desesperada pela exportação de receita, estão começando a se oferecer como colônias de energia para prover eletricidade para nações vizinhas, como aconteceu com o Paraguai, que nos anos 80 se projetou como o "Kuait" da América do Sul. O furioso debate internacional sobre custo e benefícios de grandes barragens não alcançou ainda as autoridades na América Latina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém o debate vem se ampliando, uma vez que pescadores e grupos indígenas, que se opuseram às barragens anteriormente, estão agora recebendo o apoio dos moradores de centros urbanos, finalmente conscientes de sua dependência de rios limpos e saudáveis. Grupos de cidadania estão começando a adquirir sofisticação técnica para desafiar a afirmação de que represas promovem desenvolvimento social e econômico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas das futuras brigas relacionadas à construção de represas envolvem ecossistemas frágeis reconhecidos pela sua importância mundial. Tais questões atingem povos indígenas agora conscientes de seus direitos constitucionais e legais, bem como outras populações tradicionais decididas a não se mudar das terras ocupadas durante séculos por seus ancestrais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos desses conflitos ainda não estão sob o radar de ativistas e jornalistas, mas você ouvirá falar deles em breve. Nesta edição nós tentamos destacar algumas das controvérsias mais graves com relação à construção de grandes represas das quais você ouvirá falar, incluindo comentários de ativistas que estarão na linha de frente de futuras lutas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tais brigas sobre a construção de barragens trarão, indubitavelmente, alternativas a projetos polêmicos, bem como informação capaz de se transformar na fundação de um novo futuro para a energia elétrica na América Latina. Com outra crise econômica desacelerando o crescimento, o continente tem agora uma oportunidade para remodelar o seu planejamento e se distanciar da dependência de grandes barragens para a geração de energia elétrica. Vastas redes de gasodutos estão sendo vistas por instituições multilaterais financeiras como a ponte para uma era de energia renovável. Mas, mais que isso precisa ser feito para apressar verdadeiro futuro renovável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forças contra barragens terão seu trabalho reduzido se lutarem por alternativas a projetos de destruição de rios. Apesar do causticante sol tropical e dos ventos robustos que varrem este litoral ainda não desenvolvido, especialistas na região dizem que as novas fontes de energia ainda estão a anos de distância de se tornarem alternativas viáveis. E as nações da América Latina somente agora estão tentando administrar o consumo de energia, especialmente com relação a indústrias glutonas, que consomem a maior parte da eletricidade disponível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma maneira melhor e o tempo de persegui-la é agora. Na era da privatização, o financiamento de grandes barragens sem subsídio público está se tornando ainda mais difícil. Através do investimento de apenas uma fração dos recursos despejados atualmente na construção de barragens, os governos regionais e agências de ajuda internacional podem pavimentar o caminho em direção a uma trajetória que poupe o ar e os rios da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lutas Contra Barragens da Próxima Década&lt;br /&gt;Numerosos rios da América Latina têm sido escolhidos como alvo de "desenvolvimento" pela indústria de barragens, a qual propôs a construção de dezenas de obras enormes e destrutivas para a região. Abaixo, alguns projetos que já estão provocando controvérsias e oposição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Rios Macal e Raspaculo, Belize&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto: Barragem Challilo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impacto: Irá inundar 1.100 ha de floresta primária, habitat para onças jaguar, antas da América Central -- ameaçadas de extinção --, lontras e crocodilos Morelets, bem como pássaros migratórios da América do Norte e um tipo raro de arara vermelha, que faz o ninho nesta região. O projeto pode atingir a maior barreira de recifes fora da costa no hemisfério ocidental, sítios arqueológicos Mayas e o turismo relacionado a estes lugares. Situação Atual Estudos ambientais coordenados pela Sociedade Audubon de Belize estão sendo realizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contato com ONG: Sharon Matola, Zoológico de Belize (email: belizezoo@btl.net) "Foram necessários milhões de anos de evolução para que este habitat alcançasse seu atual estágio especial. É inaceitável trocar isto por uma&lt;br /&gt;barragem que, na melhor das hipóteses, poderia produzir energia por talvez 50 anos. Este é um crime ambiental do mais alto grau", alerta um biólogo local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Rio Tibagi, Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto: Quatro barragens com capacidade total de 970 MW (Jataizinho, Cebolão, São Gerônimo, Mauá).&lt;br /&gt;Impactos: Iria inundar parte da Mata Atlântica remanescente -- prejudicando pelo menos 20 espécies de pássaros em extinção e a pesca que alimenta cerca de 2.000 índios, e 40 sítios arqueológicos. O projeto poderá também piorar os níveis de poluição provenientes da cidade de Londrina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Situação Atual: O EIA está sendo analisado pelas agências estaduais e federais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está sendo feito: Processo judicial de ONG acusa a hidroelétrica de causar "ecocídio" e "etnocídio".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contato com ONG: Marco Gonçalves, Instituto Sócioambiental &lt;br /&gt;(email: marco@socioambiental.org)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Rio Xingú, Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto: A Barragem BeloMonte (11.000 MW, US$ 8 bilhões) é a última reencarnação da Barragem Kararaô, que estimulou uma mobilização liderada pelos índios Kayapó há uma década.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impactos: A companhia elétrica regional, Eletronorte, diz que um novo desenho de engenharia para a barragem iria reduzir o tamanho do reservatório de 1.200 para 440 quilômetros quadrados, limitando os impactos sobre a floresta tropical úmida e suas populações indígenas. Entretanto, documentos obtidos da empresa confirma que o velho desenho de engenharia continua vigente, e que a viabilidade do projeto depende na construção de outras barragens ao montante que atingiriam o parque indígena Xingú.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Situação Atual: A concessão para a construção da barragem está programada para acontecer ainda este ano, mas a crise econômica brasileira pode forçar o seu adiamento uma vez que serão necessários subsídios para atrair investidores privados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está sendo feito: O Movimento de Atingidos por Barragens, MAB, tem se reunido com moradores de Altamira para discutir o potencial de impacto da barragem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contato com ONG: Movimento de Atingidos por Barragens, São Paulo (e-mail: mnab@zaz.com.br)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Rio Ribeira do Iguape, Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto: Barragem Alto do Tijuco (144 MW) -- Companhia Brasileira de&lt;br /&gt;Alumínio/Grupo Votorantim) --, e Barragens Funil (150 MW), Itaoca (30 MW) e Batatal (75 MW) -- Cia Energética de São Paulo/CESP. Propõe expandir a capacidade da fábrica de alumínio e controlar inundações.&lt;br /&gt;Impactos: O projeto irá atingir o último grande rio sem barragens do estado de São Paulo; o mais longo fragmento contínuo restante da Mata Atlântica (cerca de 13,5% do total remanescente), áreas protegidas da Serra do Mar, do Alto da Ribeira e de Jacupiranga; espécies migratórias de peixes; cavernas e comunidades descendentes de escravos (quilombos), além de reassentar 5.000 famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está sendo feito: Grupos ambientais e de pessoas afetadas pela obra vêm questionando a adequação dos estudos ambientais do projeto.&lt;br /&gt;Contato com a ONG: Elci Camargo, SOS Mata Atlântica (email:smata@ax.apc.org)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É incrível como a história se repete. Mais uma vez eles estão planejando uma barragem no pior lugar possível. Acho que a questão é provar quanta força política e econômica você tem", diz Camargo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Rio Biobio, Chile&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto: Série de seis barragens, incluindo Ralco (570 MW), Huequecura (360 MW) e Pangue (450 MW), que já está construída e funcionando desde 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impactos: As barragens irão forçar milhares de pessoas a sair de suas casas, incluindo centenas de índios Pehuenche; mudar o curso do Rio Biobío segundo rio chileno mais longo; inundar áreas de florestas de araucárias e ciprestes; ameaçar 27 espécies de mamíferos, 10 de anfíbios, 9 de répteis e 8 de peixes (incluindo a raposa andina, a puma, a lontra do mar do sul, o falcão peregrino e o pássaro nacional chileno, condor andino), aumentar o acesso às indústrias madeireiras e sujeitar as margens desmatadas dos reservatórios à erosão e aos deslizamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Situação Atual: Cinco por cento das obras civis da Ralco foram terminados, embora a permissão legal para a construção não tenha sido dada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está sendo feito: O grupo Mulheres com a Força da Terra está no centro da resistência local, organizando protestos locais com a ajuda de voluntários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contato com a ONG: Grupo de Ação pelo Biobío: gabb@reuna.cl&lt;br /&gt;"As crianças querem o seu Biobío, querem sua terra, querem viver aqui. Eu estou lutando pelas crianças, pelos meus ancestrais enterrados aqui, pelas árvores e pelo Biobío", diz um membro do Mulheres com a Força da Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Rio Beni, Bolívia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto: Barragem El Bala, previsto para gerar 3.000 MW a um custo de US$ 2 a 3 bilhões. A energia elétrica será exportada para o Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impactos: Iria prejudicar uma região que tem um dos níveis mais altos de biodiversidade do planeta. Afetaria a provisão de peixes de alto valor econômico, florestas tropicais úmidas e pântanos, o território indígena&lt;br /&gt;Pilón Lajas e sua reserva de biosfera, além do Parque Nacional Madidi, que inclui as terras das populações indígenas Tacana, Chiman, Moseten, Esse Ejjas e Quechua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Situação Atual: ICE e Associados está preparando estudos e a construção da barragem será oferecida para empresas privadas. A Superintendência Nacional de Eletricidade está preparando os termos de referência para consórcios privados interessados em construí-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está sendo feito: Estudos independentes em assuntos-chave relacionados ao projeto estão sendo realizados e uma série de reuniões para discutir a obra foram planejadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contato com ONG: Patricia Molina, FOBOMADE &lt;br /&gt;(email: fobomade@megalink.com)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Rio Bermejo, Argentina/Bolívia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto: Construção de duas barragens binacionais no Bermejo (Las Pavas, 88 MW, e Arrazayal, 93 MW) e uma no Rio Grande de Tarija, na Bolívia - Cambari, 102 MW) para a geração de eletricidade, água potável e controle de inundações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impactos: Atingirá a Floresta Tropical Yungas, habitat de espécies em&lt;br /&gt;extinção e acarretará o reassentamento de 700 famílias da Reserva Tariquia (Bolívia) e do Parque Nacional Baritu (Argentina).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Situação Atual: A COREBE, Comisión Regional del Rio Bermejo (Comissão Regional do Rio Bermejo), se encarrega do projeto de US$ 540 milhões, com o qual a AES Corp. (EUA) e a Hydro-Quebec (Canadá) estão envolvidas em licitação preliminar. A Global Environment Facility (GEF) está financiando um plano de mitigação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contato com ONG: Miguel Castro, Cerdet &lt;br /&gt;(email: pilcomay@mail.cosett.com.bo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Rio Guamuez, Colômbia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto: Aumentar o nível do Lago La Cocha, através da criação de uma barragem de 20 metros que captura água de diversos rios e muda o curso do Rio Guamez do este para o oeste. Duas barragens principais - Antonio Nariño (125 metros) e Besaco (180 metros) - seriam construídas para gerar 1.000 MW, totalizando 1.400 MW para o projeto. Esta obra de propósitos múltiplos proveria também água para a cidade de Pasto e irrigação para um grande vale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impacto: Iria desalojar 4.000 pessoas e afetar o Lago La Cocha através da inundação do mais baixo hábitat de paramo do mundo, colocando em perigo de extinção espécies endêmicas de plantas (Espeletia cochensis), bem como outros componentes da flora e da fauna dessa planície.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Situação Atual: Estudos de Diagnóstico de Alternativas Ambientais estão sendo conduzidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contato com ONG: Octavio Duque, ADC, Asociación para el Desarollo del Campesino, email: adc@col2.telecom.com.co&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É verdade que nós temos uma escassez de água, mas há outras maneiras de resolver o problema. Os benefícios oferecidos pelo projeto são, em grandeparte, fantasias de seu promotor. O projeto teria um sério impacto no futuro da região pois destruiria ambientes naturais singulares, desalojaria comunidades locais, influenciando mudança do uso de terra e destruindo ecossistemas da floresta tropical úmida amazonense," diz Octavio Duque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Paraná River, Argentina/Paraguai&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto: Barragens Corpus e Itacuá&lt;br /&gt;Impacto: 17 km. `a montante de Encarnación, Paraguai e Posadas, onde se concentram os impactos da já construída barragem Yacyretá, Corpus e Itacuá formariam um lago contínuo extendendo por centenas de quilômetros. Se Corpus tivesse sido construída em vez de Yacyretá, teria gerado a mesma quantidade de eletricidade (4.200 MW) com menos impactos (o reservatório seria 25% do tamanho do reservatório de Yacyretá) As novas barragens atingiriam comunidades indígenas Guaranis e outras comunidades ribeirinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Situação Atual: Os Estudos de viabilidade estão sendo terminados, e lançes de empresas privadas sendo solicitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está sendo feito: Num plebiscito de 1996, 80% da população local diz "não" `a construção da Corpus. Contudo, os governos de Argentina e Paraguai continuam promovendo o projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contato com ONG: Elias Diaz Peña, Sobrevivencia - Amigos de la Tierra Paraguai (email: survive@quanta.com.py)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-3939739219641089879?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.riosvivos.org.br/Noticia/A+Construcao+de+Barragens+na+America+Latina/34' title='A Construção de Barragens na América Latina'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/3939739219641089879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/3939739219641089879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2010/11/construcao-de-barragens-na-america.html' title='A Construção de Barragens na América Latina'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-8732487927830121219</id><published>2010-08-15T11:37:00.005-03:00</published><updated>2010-08-15T14:18:26.558-03:00</updated><title type='text'>INSEGURANÇA ALIMENTAR</title><content type='html'>Faço a seguinte constatação, entre os grandes produtores e os pequenos em relação a produção de alimentos, no Brasil.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os ruralistas, minoria, exportam soja e milho, que não é para alimentação na Europa, pois é transgênica a custos próximos de 8% com transportes no Porto de Paranaguá, e recebem em &lt;em&gt;$$$verdinhas$$$&lt;/em&gt; , pois não pagam impostos, regulamentada pela Lei Kandir. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Assim, exportamos grãos &lt;em&gt;in natura&lt;/em&gt;, pois é mais barato do que exportar para outro Estado do Brasil, para fazer óleo por exemplo, pois acresceria 24% nos custos com impostos.&lt;br /&gt;Bastam ver as filas de caminhões  nos portões do Porto, na ultima hora quando o dólar sobe,  que é a forma de transporte com 17% mais caro que o de trem. Ela é velha conhecida desde os anos 90, depois da Lei.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os movimentos e pequenos agricultores, maioria,  produzem comida.&lt;br /&gt;E a insegurança alimentar, que bate em nossos irmãos das AMERICAS, como Bolívia, Peru e Chile???&lt;br /&gt;O que exportamos de alimentos???&lt;br /&gt;Quais são nosso COMMODITY alimentares????&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Segundo os dados e mapas do WORD FOOD PROGRAME, na AMERICA LATINA, mais precisamente no BRASIL, exportamos uma quantidade de 4.400 milhões de toneladas a um custo de $2.212.142 de milhões de dólares, sendo os produtos os alimentos exportados, ou seja, alimentos comprados no Brasil:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Food purchased in Brazil: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1 - AÇÚCAR (sugar- sucroalcooleiro - p/ 16 países) - 3.543 mt - $1.614.709&lt;br /&gt;2 - ERVILHA(peas-p/ Moçambique) -                       90 mt - $   50.400&lt;br /&gt;3 - ARROZ(rice p/ a Colômbia) -                        783 mt - $  530.713&lt;br /&gt;4 - FEIJÃO(bean -p/ Namíbia) -                          34 mt - $   16.320 &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Comparem com os números da AMÉRICA DO NORTE...e pasmem!!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WFP - WORLD FOOD PROGRAMME  &lt;br /&gt;http://one.wfp.org/country_brief/hunger_map/map/hungermap_popup/map_popup.html                                &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Na verdade, o Paraná ajuda a ADOÇAR O  MUNDO com açúcar das USINAS DE CANA,  pois somos o segundo em números, exportando solo e água virtual,  a custo altíssimo para nosso ambiente, onde os pequenos não têm acento, enquanto o FEIJÃO, a ERVILHA vindos das pequenas propriedades, poderiam ser estimulados na sua produtividade, pois são de menor expressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O arroz, muitas vezes temos que importar da ARGENTINA...e sua produção é nefasta nas questões ambientais.Vi coisas horríveis com os RIOS(???) de Santa Catarina...por conta disso....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-8732487927830121219?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://one.wfp.org/country_brief/hunger_map/map/hungermap_popup/map_popup.html' title='INSEGURANÇA ALIMENTAR'/><link rel='enclosure' type='text/html' href='http://brasiliadedolma.blogspot.com/2010/06/ordem-e-progresso-ou-fome-e-regresso.html' length='0'/><link rel='enclosure' type='text/html' href='http://dominiopublico.qprocura.com.br/dp/28956/Simulacao-do-escoamento-da-producao-de-milho--soja-e-trigo-dos-nucleos-regionais-de-Cascavel-e-Toledo.html' length='0'/><link rel='enclosure' type='text/html' href='http://one.wfp.org/country_brief/hunger_map/map/hungermap_popup/map_popup.html' length='0'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/8732487927830121219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/8732487927830121219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2010/08/inseguranca-alimentar.html' title='INSEGURANÇA ALIMENTAR'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-1852378914414282153</id><published>2010-07-18T13:31:00.000-03:00</published><updated>2010-07-18T13:31:35.822-03:00</updated><title type='text'>METAL PESADO</title><content type='html'>METAL PESADO &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os metais pesados são substâncias presentes no nosso dia-dia devido principalmente ao processo de industrialização. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes estão presentes na água, no ar, alimentos, cigarros, etc.. Casos de intoxicação aguda de mercúrio, chumbo, cádmio, arsênico, níquel e alumínio são raros, mas, uma exposição pequena, porém crônica destes metais é muito comum, podendo levar a problemas de saúde, como depressão, insônia, redução de inteligência entre muitos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O DMSA é um produto solúvel em água que contém uma base sulfidrila. Utilizado como quelador de metais pesados tóxicos desde 1950, tendo excreção urinária. O uso clínico deste produto demonstrou eficácia, segurança, sendo de fácil administração quando comparado a outras substâncias quelantes, se estabelecendo como primeiro quelador de metais tóxicos de uso oral ( Altern. Méd. Ver. 1998; 3(3); 199 – 207 ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A contaminação da água, ar e alimentos por numerosos produtos químicos e elementos não essenciais como os metais pesados que são subprodutos da sociedade industrializada, podem trazer muitos problemas a nossa saúde. O resultado do acúmulo de metais pesados no corpo humano se exterioriza através de doenças e sintomas como: Anemia, déficit de aprendizado e inteligência, mudança comportamental e cognitiva, tremores, gengivites, hipertensão arterial, irritabilidade, câncer, depressão, perda de memória, fadiga, cefaléias, gota, insuficiência renal crônica, infertilidade, alteração da função sexual, osteoporose, e possibilidades de esclerose múltipla e doença de Alzheimer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diagnóstico precoce do tipo de contaminação e seu tratamento tornam-se uma arma importante no combate e prevenção de doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MERCÚRIO ( Hg ):&lt;br /&gt;O mercúrio é o segundo elemento mais poluente do mundo, atrás só do plutônio. A quantidade deste metal encontrado em um termômetro é o bastante para poluir um pequeno lago (1). Anualmente são jogadas cerca de dez toneladas de mercúrio em nossos oceanos, sendo este o grande poluidor dos mares (2). A toxicidade do mercúrio está ligada a um grande número de doenças como: Artrite, esclerose múltipla, fibromialgia, Lupus, síndrome da fadiga crônica, depressão, desordem bipolar, doença de Alzheimer, esquizofrenia, dificuldade de aprendizado, câncer, entre outras.&lt;br /&gt;Em fevereiro de 2003 representantes de 130 países reunidos em uma conferência ambiental da ONU no Quênia, apoiaram uma ação global contra a poluição causada pelo mercúrio, apesar dos Estados Unidos terem bloqueado os esforços para estabelecer restrição ao seu uso. A proposta de criar um protocolo visando diminuir a contaminação do mercúrio no mundo, principalmente nos países em desenvolvimento foi adiada para o ano de 2005 por intervenção dos Estados unidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTES DE CONTAMINAÇÃO:&lt;br /&gt;Existem basicamente duas formas de mercúrio (Hg) a qual os humanos são expostos: vapor de mercúrio (HgO) e metil mercúrio. Infelizmente o Hg é uma substância comum no nosso processo de industrialização e desenvolvimento. O vapor de Hg presente na atmosfera vai se depositar na água doce e salgada pelo processo de precipitação, e os compostos de metil mercúrio são criados através da conversão do Hg inorgânico por bactérias, no solo e na água. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos acreditam que as duas principais fontes de contaminação do mercúrio são os amálgamas dentários e o thimerosal, um preservativo (conservante) usado em vacinas e medicações. Outras importantes fontes de contaminação são: agrotóxicos e pesticidas, cigarros, peixes e frutos do mar, bulbos de lâmpadas fluorescentes, termômetros quebrados (derramados no carpete), garimpos, frutas e verduras (tratados com agrotóxicos), polidores, cremes, ceras e algumas tintas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito importante saber que o mercúrio atravessa a barreira placentária e está presente no leite materno, sendo uma fonte de exposição e contaminação neonatal. A agência de alimentação Britânica (FSA) em estudo publicado em 17/02/2003 recomenda a limitação do consumo de atum por mulheres grávidas e que estejam amamentando, devido a alta quantidade de mercúrio encontrada neste peixe, embora outros peixes também possam conter este metal tóxico, já que anualmente são jogados cerca de duas toneladas de mercúrio nos nossos oceanos&lt;br /&gt;(2). Dietas com maior quantidade de peixes tem correlação direta com níveis de metil mercúrio no sangue e cabelos &lt;br /&gt;(3). No encontro da ACAM (American Colege for Advanced of Medicine) o Dr. Ronald Hoffman apresentou um caso de uma garota autista, que tinha altos índices de Hg no exame de mineralograma capilar, provavelmente por contaminação neonatal. Após trata-la com DMSA (ácido dimercaptosuccínico) o Dr. Hoffman disse que a criança era tão autista quanto Bill Gates. A escola de psicologia reavaliou a paciente e confirmou que tinham errado o diagnóstico e que a criança nunca foi portadora de autismo &lt;br /&gt;(4). Isso não quer dizer que todas as crianças autistas tenham Hg aumentado, porém se isto ocorrer é possível que esta seja beneficiada pela desintoxicação com DMSA.&lt;br /&gt;Amálgama dentário. O amálgama é a maior fonte de exposição de Hg inorgânico em humanos &lt;br /&gt;(5), ele é composto por 50% de Hg, 35% de prata, 9% de tin, 6% de cobre e um traço de zinco &lt;br /&gt;(6). O dentista e o seu auxiliar que prepara o amálgama são expostos aos vapores de Hg &lt;br /&gt;(7,8). O paciente com amálgama também se expõe ao vapor de Hg através da mastigação &lt;br /&gt;(9,11,20), escovação ou ao tomar bebidas quentes &lt;br /&gt;(10-12), sendo liberado maior quantidade de Hg em amálgamas corroídos em comparação com os novos &lt;br /&gt;(12). Existe uma correlação direta entre a concentração de Hg no sangue e urina com o número de amálgamas &lt;br /&gt;(7,8,11,13,14), como também com a quantidade de Hg no córtex renal (P&lt;0,0001) e no lobo occipital do córtex cerebral ( P&lt;0,0016) em cadáveres &lt;br /&gt;(15). O vapor de Hg é lipossolúvel, passa livremente através das membranas celulares e atravessa a barreira hemato-encefálica, o metilmercúrio também atravessa facilmente a barreira hemato-encefálica e a placenta &lt;br /&gt;(18). Estima-se que aproximadamente 80% dos vapores de Hg liberados são absorvidos pela corrente sanguínea, sendo estocados em vários tecidos do corpo &lt;br /&gt;(21). Como o Hg tem afinidade pelas gorduras, e o cérebro além de ter muita gordura recebe um grande aporte sanguíneo, fica claro porque a maior parte do Hg absorvido se acumula neste órgão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O corpo tem uma capacidade reduzida de eliminar o Hg acumulado, estima-se que sua meia vida no cérebro seja de 20 a 30 anos &lt;br /&gt;(22). O problema é que geralmente o Hg continua sendo depositado no cérebro mais rápido do que é eliminado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dentistas e a associação dental Americana (ADA) acham que o amálgama é seguro, porém como esta substância contém 50% de Hg e numerosos estudos mostraram que o amálgama é a maior fonte de contaminação deste metal, eu mesmo não usaria ou indicaria o uso de amálgamas de amálgamas dentários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos dentistas, têm medo de ir contra a ADA e perder sua licença, mas em seus consultórios orientam seus pacientes a não utilizar amálgamas. A ADA adverte os dentistas sobre os perigos do manuseio e da exposição ao Hg, pois este metal em qualquer forma é extremamente tóxico. Eles também advertem para que os dentistas tomem cuidados com os sinais e sintomas de contaminação por Hg, incluindo depressão, insônia, irritabilidade, tremores finos, convulsões, nefrites e outros. Ainda de acordo com a ADA estes mesmos sintomas não aparecerão nos pacientes que tem de 1 a 7g deste metal toxico na boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dr. D. W. Eggleston publicou um estudo em 1987 refutando estes argumentos da ADA. Ele documentou através de autópsias que o nível de Hg acumulado no cérebro é diretamente proporcional ao número de amálgamas na boca dos cadáveres, ou seja, quanto mais amálgamas maior quantidade de Hg acumulado no cérebro (19).&lt;br /&gt;Após a remoção dos amálgamas há um aumento dos níveis de Hg na saliva, fezes e outros fluidos orgânicos (17,18), podendo ser absorvido pela corrente sanguínea e se depositar em vários órgãos (16). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, portanto, de fundamental importância que se faça exames de mineralograma nas pessoas tem ou que removeram os amálgamas, e um tratamento com DMSA caso seja constatado um aumento do Hg, mesmo que a pessoa ainda não apresente sinais e sintomas de intoxicação. O dentista torna-se o profissional mais importante no combate a intoxicação por Hg devido aos amálgamas dentários, pois está em contato direto com estes pacientes, podendo orientar-lhes melhor quanto ao tratamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thimerosal&lt;br /&gt;Aproximadamente 50% do peso desta substância é composta de mercúrio, por esta razão em outubro de 1998 o FDA, órgão Americano de controle de alimentos e medicações baniu o uso do thimerosal nos medicamentos e a partir de julho de 1999 começou a “encorajar” os fabricantes de vacinas a substituí-lo. Hoje em dia a maioria das vacinas produzidas nos Estados Unidos não contém thimerosal, ou só contém um “traço”. Antes do FDA banir o Thimerosal(mercúrio) este era utilizado em colírios, spray nasal, preparações para lentes de contato, cremes contraceptivos, cremes hemorroidários, gel lubrificante, injeções para alergias, e anti-sépticos como merthiolate e mercúrio-cromo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DMSA&lt;br /&gt;O DMSA ou meso 2,3 ácido dimercaptpsuccínico é um ditiol, componente hidrossolúvel que contém dois grupos sulfidrilas os quais são efetivos queladores de metais pesados. Este quelante foi estudado por 20 anos na China, Rússia e Japão antes que fosse “descoberto” pelos cientistas Europeus e Americanos nos anos 70 (23).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em indivíduos saudáveis 20% da dose oral são absorvidos pelo trato gastro-intestinal e 95% do DMSA presente na corrente sanguínea está ligado a albumina. Geralmente um dos componentes sulfidrilas do DMSAestá ligado a um resíduo de cisteína na albumina, deixando o outro grupo sulfidrila disponível para quelar metais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O DMSA tem sido usado desde 1950 como antídoto para metais pesados na Rússia, Japão e china. Recentes estudos mostraram a segurança e efetividade deste quelante para reduzir significativamente os níveis de Pb e Hg no sangue (23,24,25,26,27,30.31).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O DMSA é a única substância de uso oral aprovada pelo FDA Americano para remover (quelar) o chumbo do cérebro de crianças e adultos contaminados. Além do chumbo este quelante pode remover outros metais tóxicos do corpo, como Mercúrio, arsênico e cádmio além de minerais essenciais. As cápsulas de DMSA são ricas em enxofre que se liga aos metais como um imã, e os elimina via fezes ou urina. Este quelante oral atravessa a barreira hemato-encefálica e retira os metais localizados no cérebro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinco semanas de exposição de Pb em ratos, depletaram os níveis da gutationa hepática e cerebral, e aumentaram o malondialdeido (MDA) um marcador da peroxidação lipídica. A administração do DMSA por 7 dias reduziu o Pb no sangue, fígado e cérebro. A suplementação da N-acetilcisteína reduziu os níveis de MDA indicando uma melhora do estresse oxidativo, mas não diminuiu o chumbo (28).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DMSA x MERCÚRIO&lt;br /&gt;O DMSA tem sido usado para o tratamento da contaminação do Hg , desde que Friedheim em um estudo com ratos em 1975 relatou a baixa toxicidade e eficácia do DMSA, comparado com BAL e D-penicilamida.(29). Desde esta época numerosos estudos em animais e humanos tem mostrado, que sua administração aumenta a excreção urinária do Hg e reduz a concentração deste metal no sangue e tecidos (24, 25, 30, 31).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em estudo comparativo com agentes quelantes, 12 trabalhadores da construção civil com intoxicação aguda de Hg foram tratados com DMSA e N-acetil-D,L-penicilamina(NAP) outro quelador contendo grupos sulfidrilas. O tratamento com DMSA resultou em maior excreção urinária de Hg do que o NAP.(32)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A excreção do Hg é maior nas primeiras 8 horas após a administração oral do DMSA. Depois da administração de metil mercúrios em ratos foram estudados a capacidade do DMSA, DMPS e NAP em remover Hg do sangue e tecidos. DMSA foi o mais efetivo em remover o Hg do sangue, fígado, pulmões, baço, intestino grosso, músculos esqueléticos, ossos e cérebro, enquanto que o DMPS foi mais efetivo em remover Hg dos rins (33).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em ratos, após a administração de metil mercúrio endovenoso, DMSA foi o mais eficiente quelador do Hg no cérebro (34). Em um outro estudo com animais o DMSA foi dado por 4 dias após a injeção de metil mercúrio em ratos e removeu 2/3 dos depósitos de Hg no cérebro, NAP removeu aproximadamente 50% enquanto que o DMPS não removeu quantidade significante do Hg cerebral (30).&lt;br /&gt;O DMSA também tem sido usado efetivamente para contaminação por arsênico e cádmio (24, 27,38).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROTOCOLOS DE TRATAMENTO COM DMSA&lt;br /&gt;1 – 10mg/Kg/dia dividido em 3 doses por 3 dias, suspender por 14 dias e repetir. São necessários 5 a 10 tratamentos (36).&lt;br /&gt;2 – 500mg com estômago vazio em dias alternados por 5 semanas. Para pacientes mais sensíveis 250mg em dias alternados e após 3 semanas aumentar para 500mg por 2 semanas (37).&lt;br /&gt;3 – Dr. Alexander Azevedo: 100mg ao dia por 7 dias, parar 7 dias e reiniciar, fazer 4 a 12 ciclos de tratamento, dependendo da melhora do paciente. Pode-se associar uma Homeopatia para o metal contaminante que será dado nos intervalos da tomada do DMSA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se usar o DMSA em conjunto com o EDTA, pois os dois juntos trabalham melhor quando associados que sozinhos. Deve-se fazer o acompanhamento laboratorial (Hemograma e enzimas hepáticas) mensal ou bimestral do paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão:&lt;br /&gt;Como vimos, a contaminação por metais pesados tóxicos está cada vez mais freqüente no nosso meio, por causa do processo de industrialização da sociedade moderna. Estas substâncias provocam danos importantes a nossa saúde, podendo simular e desencadear doenças graves. Nos EUA medidas foram e estão sendo tomadas para tentar diminuir e até banir estes tóxicos da sociedade, porém, hoje em dia eles ainda são comuns e estão cada vez mais presente no nosso dia-dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diagnóstico precoce através do mineralograma capilar, por biorressonância ou por qualquer outro meio confiável é de fundamental importância para que se faça um tratamento específico para eliminar estes tóxicos. O DMSA é uma arma importante para o tratamento de intoxicações metálicas, não só pela facilidade do seu uso, mas também pela eficácia demonstrada em retirar os metais pesados tóxicos acumulados no organismo.&lt;br /&gt;Metais pesados tóxicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O inimigo oculto da sua saúde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você com certeza já ouviu falar em mercúrio, chumbo, alumínio e arsênico, mas, você sabia que eles estão presentes no seu dia-dia e podem provocar vários tipos de doenças? E que são chamados de metais pesados tóxicos? Pois é, estas substâncias provocam um envenenamento silencioso no nosso organismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida moderna e industrialização nos trazem muito conforto e comodidade, porém também trazem substâncias nocivas a nossa saúde e que se acumulam gradualmente nos nossos tecidos provocando vários tipos de doenças. Os metais pesados são elementos que não devemos ter no organismo, nem mesmo em quantidades mínimas, pois levam, em curto prazo a sintomas sub-clínicos (não característicos de uma doença determinada) dificultando o seu diagnóstico, e a longo prazo, podem levar a doenças graves, que variam de acordo com o metal intoxicante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre as condições e doenças provocadas pela contaminação destes metais tóxicos podemos citar: Dores de cabeça, osteoporose, insônia, irritabilidade, infertilidade, depressão, perda de memória, fadiga crônica, dores musculares e articulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando são absorvidos pelo nosso organismo estes metais levam entre 20 e 30 anos para serem eliminados, porém para nossa sorte existem substâncias chamadas quelantes que retiram estes tóxicos do nosso organismo. A quelação (retirada) dos metais pode ser realizada por substâncias de uso oral (DMSA) ou de uso endovenoso (DMPS, EDTA).&lt;br /&gt;Metal Fontes de Contaminação Sintomas de Intoxicação&lt;br /&gt;Aluminio Água, queijos fundidos, farinha branca de trigo, panelas de alumínio, quentinhas, cosméticos, antiácidos, pesticidas e antiperspirantes, fermento de pão, sal Constipação intestinal, perda de energia, cólicas abdominais, hiperatividade infantil, perda de memória, dificuldade de aprendizado, osteoporose, raquitismo e convulsões. Doenças relacionadas: Alzheimer e Parkinson.&lt;br /&gt;Arsênico Óleos combustíveis, pesticidas e herbicidas, metalúrgicas, plantas marinhas e frutos do mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transtornos gastrointestinais, espasmos músculo-viscerais, náuseas, diarréias, inflamações da boca e garganta, dores abdominais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cádmio Cigarros, farinhas refinadas, materiais odontológicos, industria do aço, efluentes gasosos industriais, fertilizantes, pesticidas, fungicidas, café e chá tratados com agrotóxicos, materiais cerâmicos, frutos do mar, farinha de ossos, solda. Metal cancerígeno, provoca elevação da pressão sangüínea e aumento do coração. Queda da imunidade. Aumento da próstata. Enfraquecimento ósseo. Dores nas articulações. Anemia. Enfizema pulmonar. Osteoporose. Perda de olfato. Perda do desempenho sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chumbo Baterias de automóveis, tintas, combustíveis, vegetais tratados com agrotóxicos, fígado bovino, alimentos enlatados, cigarros, pesticidas, tinturas de cabelo, gás contendo chumbo, papel de jornal e anúncios coloridos, fertilizantes, cosméticos, charuto, poluição do ar. Irritabilidade e agressividade, indisposição, dores de cabeça, convulsões, fadiga, sangramento gengival, dores abdominais, náuseas, fraqueza muscular, obnubilação mental, perda de memória, insônia, pesadelos, acidente vascular cerebral inespecífico, alterações de inteligência, osteoporose, doenças renais, anemias, problemas de coagulação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mercúrio Termômetros, pesticidas e agrotóxicos, amálgama dentária, água, garimpos, polidores, ceras, jóias, tintas, açúcar, tomate e pescado contaminados, explosivos, lâmpadas fluorescentes de mercúrio, cosméticos, produção e entrega de produtos derivados de petróleo. &lt;br /&gt;Depressão, fadiga, tremores, síndrome do pânico, parestesias, descontrole motor, andar lateral, dificuldade de fala, perda de memória, perda do desempenho sexual, estomatite, dentes soltos, dor e paralisia de extremidades, dor de cabeça, anorexia em crianças, alucinações, vômitos, febre, dificuldades de mastigação, sudorese e perda do senso da dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Níquel Utensílios de cozinha, baterias níquel-cádmio, jóias, cosméticos, exposição industrial, óleos hidrogenados, trabalhadores de cerâmica, permanentes (cabelo) à frio, soldas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metal cancerígeno, pode causar: dermatite de contato, gengivites, erupções na pele, estomatite, tonturas, dores articulares, osteoporose e fadiga crônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bário Água poluída, agrotóxicos, pesticidas e fertilizantes. Hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, fadiga e desânimo.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;]Título do artigo:   Os metais pesados &lt;br /&gt;Publicação original:   Fri 04 Jul 2008&lt;br /&gt;Site: adefa.com.br &lt;br /&gt;URL: http://www.adefa.com.br/portal/modules/articles/article.php?id=97&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-1852378914414282153?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.adefa.com.br/portal/modules/articles/article.php?id=97' title='METAL PESADO'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/1852378914414282153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/1852378914414282153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2010/07/metal-pesado.html' title='METAL PESADO'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-5622605933903253739</id><published>2010-04-26T15:05:00.000-03:00</published><updated>2010-04-26T15:05:06.156-03:00</updated><title type='text'>O QUE É E QUEM PODE SER ONG.</title><content type='html'>Baseado em &lt;b&gt;LEIs&lt;/b&gt;, segue &lt;b&gt;DECRETO do CONGRESSO NACIONAL&lt;/b&gt;, que dispõe sobre o registro, fiscalização e controle das Organizações Não-Governamentais e dá outras providências:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;a)- Segue &lt;b&gt;LEI&lt;/b&gt; que dispõe sobre &lt;b&gt;1- ORGANIZAÇÕES SOCIAIS &lt;/b&gt;e quem pode ser, assim definida na Lei n. 9.637 , de 15 de maio de 1998.&lt;br /&gt;b) - Segue &lt;b&gt;LE&lt;/b&gt;I que dispõe sobre &lt;b&gt;2- OSC &lt;/b&gt;e quem não pode ser, assim definida na Lei n. 9.790 , de 23 de março de 1999.&lt;br /&gt;c) - Segue &lt;b&gt;LEI &lt;/b&gt;que dispõe sobre 3 - Instituição criada com a finalidade de dar apoio a projetos de pesquisa, ensino e extensão e de desenvolvimento institucional, científico e tecnológico de interesse das instituições federais de ensino superior e pesquisa científica e tecnológica, assim definida na Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994;&lt;br /&gt;d) - Segue &lt;b&gt;DECRETO &lt;/b&gt;que dispõe sobre 3-  ONG e quem pode ser.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1 - ORGANIZAÇÕES SOCIAIS:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;LEI Nº 9.637, DE 15 DE  MAIO DE 1998.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Conversão da MPv nº 1.648-7, de 1998 Dispõe sobre a qualificação de &lt;b&gt;entidades como organizações sociais&lt;/b&gt;, a criação do Programa Nacional de Publicização, a extinção dos órgãos e entidades que menciona e a absorção de suas atividades por organizações sociais, e dá outras providências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço  saber  que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;CAPÍTULO I&lt;br /&gt;&lt;b&gt;DAS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Seção I&lt;br /&gt;Da Qualificação&lt;br /&gt;        Art. 1o O Poder Executivo poderá qualificar como organizações sociais pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, cujas atividades sejam dirigidas ao ensino, à pesquisa científica, ao desenvolvimento tecnológico, à proteção e preservação do meio ambiente, à cultura e à saúde, atendidos aos requisitos previstos nesta Lei.&lt;br /&gt;Veja +:&lt;br /&gt;http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L9790.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2 - ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO- O.S.C.I.P.&lt;/b&gt; :&lt;br /&gt;Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;LEI No 9.790, DE 23 DE MARÇO DE 1999.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;RegulamentoDispõe sobre a qualificação de pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público, institui e disciplina o Termo de Parceria, e dá outras providências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:&lt;br /&gt;CAPÍTULO I&lt;br /&gt;&lt;b&gt;DA QUALIFICAÇÃO COMO ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO&lt;/b&gt;        &lt;br /&gt;Art. 1o Podem qualificar-se como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público as pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, desde que os respectivos objetivos sociais e normas estatutárias atendam aos requisitos instituídos por esta Lei.&lt;br /&gt;        § 1o Para os efeitos desta Lei, considera-se sem fins lucrativos a pessoa jurídica de direito privado que não distribui, entre os seus sócios ou associados, conselheiros, diretores, empregados ou doadores, eventuais excedentes operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, bonificações, participações ou parcelas do seu patrimônio, auferidos mediante o exercício de suas atividades, e que os aplica integralmente na consecução do respectivo objeto social.&lt;br /&gt;        § 2o A outorga da qualificação prevista neste artigo é ato vinculado ao cumprimento dos requisitos instituídos por esta Lei.&lt;br /&gt;A Lei n. 9790, de 23 de março de 1999, dispõe sobre a qualificação de pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, como OSC, insitui e disciplina o Termo de Parceria e dá outras providências.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 2o Não são passíveis de qualificação como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público - OSC, ainda que se dediquem de qualquer forma às atividades descritas no art. 3o desta Lei:&lt;br /&gt;        I - as sociedades comerciais;&lt;br /&gt;        II - os sindicatos, as associações de classe ou de representação de categoria profissional;&lt;br /&gt;        III - as instituições religiosas ou voltadas para a disseminação de credos, cultos, práticas e visões devocionais e confessionais;&lt;br /&gt;        IV - as organizações partidárias e assemelhadas, inclusive suas fundações;&lt;br /&gt;        V - as entidades de benefício mútuo destinadas a proporcionar bens ou serviços a um círculo restrito de associados ou sócios;&lt;br /&gt;        VI - as entidades e empresas que comercializam planos de saúde e assemelhados;&lt;br /&gt;        VII - as instituições hospitalares privadas não gratuitas e suas mantenedoras;&lt;br /&gt;        VIII - as escolas privadas dedicadas ao ensino formal não gratuito e suas mantenedoras;&lt;br /&gt;        IX - as organizações sociais;&lt;br /&gt;        X - as cooperativas;&lt;br /&gt;        XI - as fundações públicas;&lt;br /&gt;        XII - as fundações, sociedades civis ou associações de direito privado criadas por órgão público ou por fundações públicas;&lt;br /&gt;        XIII - as organizações creditícias que tenham quaisquer tipo de vinculação com o sistema financeiro nacional a que se refere o art. 192 da Constituição Federal. &lt;br /&gt;Veja +:&lt;br /&gt;http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L9790.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3 - ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAL :&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Congresso Nacional decreta que ONG, são:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 1º &lt;br /&gt;São livres a criação, a organização, a estruturação interna e o funcionamento de entidades de direito privado, sem fins lucrativos, cujos objetivos e normas estatutárias visem a fins de interesse público, sendo vedado ao poder público negar-lhes reconhecimento ou registro dos atos constitutivos e necessários ao seu funcionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. A mera constituição de pessoa jurídica de direito privado,&lt;br /&gt;nos termos dispostos no caput deste artigo, &lt;b&gt; não enseja sua qualificação &lt;b&gt;como:&lt;br /&gt;I - instituição criada com a finalidade de dar apoio a projetos de pesquisa, ensino e extensão e de desenvolvimento institucional, científico e tecnológico de interesse das instituições federais de ensino superior e pesquisa científica e tecnológica, assim definida na&lt;br /&gt;Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994;&lt;br /&gt;II – Organização Social - O.S., assim definida na Lei nº 9.637, de 15 de maio de 1998;&lt;br /&gt;III - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público- O.S.C.I.P., assim definida na Lei&lt;br /&gt;nº 9.790, de 23 de março de 1999.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Veja +:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;http://www.camara.gov.br/sileg/integras/231548.pdf&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-5622605933903253739?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5622605933903253739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5622605933903253739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2010/04/o-que-e-e-quem-pode-ser-ong.html' title='O QUE É E QUEM PODE SER ONG.'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-4360690608430270666</id><published>2010-01-15T09:53:00.002-02:00</published><updated>2010-01-15T09:57:17.313-02:00</updated><title type='text'>QUEIMADAS DE CANA PODEM OFERECER RISCOS À SAÚDE COM POSSIBILIDADES DE MUTAÇÃO DE CÉLULAS HUMANAS.</title><content type='html'>QUEIMADAS DE CANA PODEM OFERECER RISCOS À SAÚDE COM POSSIBILIDADES DE MUTAÇÃO DE CÉLULAS HUMANAS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A queima da palha da cana-de-açúcar, largamente realizada na agroindústria canavieira por facilitar o corte da cana e aumentar a produtividade, lança no ar substâncias tóxicas, prejudiciais ao meio ambiente e ao homem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre essas substâncias estão os compostos que fazem parte da classe dos Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HPAs). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses compostos químicos liberados durante a combustão da cana oferecem riscos à saúde das populações expostas, pois muitos deles possuem propriedades mutagênica e carcinogênica comprovadas, ou seja, provocam mutações genéticas que podem levar ao aparecimento do câncer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em estudos realizados para sua tese de doutorado, defendida, em novembro de 2004, no Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (Ibilce) da Unesp, campus de São José do Rio Preto, Rosa Maria do Vale Bosso constatou altos níveis dessas substâncias na urina de cortadores de cana no período de colheita. O trabalho foi elaborado sob a orientação de Cláudia Márcia Carareto e coordenação de Nívea Tedeschi Frães junto ao Programa de Pós-Graduação em Genética do Ibilce. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por meio da análise da urina de trabalhadores rurais, a pesquisadora procurou medir a quantidade dos HPAs excretada e a sua mutagenicidade, ou seja, a capacidade desses compostos se ligarem ao DNA de bactérias provocando alteraçõeses em seu funcionamento. Entre 2002 e 2003, Rosa Maria investigou 41 trabalhadores rurais da região de Catanduva, e 21 trabalhadores da zona urbana; todos os indivíduos analisados na pesquisa eram não-fumantes, uma vez que a fumaça do cigarro também apresenta HPAs em sua composição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os voluntários foram amostrados na safra (quando os trabalhadores cortam cana queimada) e na entressafra (época de plantio), períodos de exposição e não-exposição aos hidrocarbonetos. Os trabalhadores urbanos foram utilizados como grupo controle. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisadora verificou que, no período da safra, o nível de HPAs na urina dos cortadores de cana foi noves vezes maior que na entressafra. Já o nível médio quantificado no grupo controle foi semelhante ao da entressafra, constata. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rosa Maria chama atenção para o grau de exposição dos trabalhadores canavieiros aos Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos: Os níveis médios dessas substâncias na urina dos cortadores de cana amostrados na safra foram bem maiores que os níveis verificados na urina de carvoeiros do Estado da Bahia expostos a fumaþa da madeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tais níveis foram também maiores que aqueles verificados em indivíduos expostos a poluição urbana da cidade de Copenhague (Dinamarca) que trabalhavam como motoristas de ônibus e como carteiros, ambos não-fumantes. Concluímos que os cortadores de cana-de-açúcar estão significativamente mais expostos aos HPAs durante o período da safra que na entressafra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As amostras de urina também foram submetidas a teste de mutagenicidade, realizado com bactérias do tipo Salmonella typhimurium. Os testes avaliaram as alterações que os HPAs podem provocar no material genético: Mesmo sendo realizado com bactérias, organismos muito simples comparados ao homem, o teste simula bem o que pode ocorrer no organismo humano, explica Rosa Maria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a pesquisadora, uma vez que os compostos são mutagênicos para uma bactèria específica, isso é, podem provocar alterações no DNA do organismo que estão sendo utilizado no ensaio, esses compostos também poderão modificar o DNA de uma célula humana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses testes, a urina dos cortadores de cana mostrou-se altamente tóxica: Várias amostras, com doses extremamente baixas, mataram os microorganismos, sendo possível detectar o efeito mutagênico das substâncias em apenas três amostras. A pesquisadora salienta que essa alta toxidade pode sugerir efeitos prejudiciais ao ser humano: Esse dado indica a necessidade de análises complementares em células dos próprios trabalhadores, ressalta Rosa Maria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os níveis de HPAs encontrados em cada organismo, assim como as consequências da exposição a essas substâncias, dependem da herança genética de cada indivéduo, explica a pesquisadora. Rosa Maria ainda destaca que o desenvolvimento do câncer é um processo extremamente complexo que depende de vários fatores, como a predisposição genética, suscetibilidade, tipo de alimentação, estresse, dentre outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, teremos que levar em consideração os níveis mais altos de HPAs eliminados pelos cortadores de cana na safra em relação a entressafra e controles, demonstrados no estudo, pois uma exposição adicional a esses compostos químicos representa um risco maior para o desenvolvimento de doença degenerativas, como enfermidades cardiorespiratórias, e o desenvolvimento de câncer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a pesquisadora, os resultados obtidos poderão auxiliar na minimização da exposição ocupacional aos hidrocarbonetos, apontando para a necessidade do uso de equipamentos de proteção individual (roupas que minimizem a absoção dos compostos, máscaras, luvas), e de acompanhamento médico com a realização de todos os exames rotineiros, como é direito de toda classe trabalhadora e, nesse caso, monitoramento clínico mais intenso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rosa Maria defende a extinção da queimada nos canaviais em áreas onde o acesso de maquinaria é possível: Medidas como essas podem significar uma importante reduçõ nos gastos com saúde pública, uma vez que pesquisas realizadas em hospitais de municípios de regiõeses canavieiras têm mostrado aumento de internações e queixas de doenças respiratórias no período das queimas de canaviais, além de um grande percentual de óbitos por doençaas dos sistemas circulatório e cardiorespiratório, e por desenvolvimento de tumores, conclui. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: UNESP&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;*&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-4360690608430270666?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.universia.com.br/noticia/materia_dentrodocampus.jsp?not=22575' title='QUEIMADAS DE CANA PODEM OFERECER RISCOS À SAÚDE COM POSSIBILIDADES DE MUTAÇÃO DE CÉLULAS HUMANAS.'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/4360690608430270666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/4360690608430270666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2010/01/queimadas-de-cana-oferecem-riscos-saude.html' title='QUEIMADAS DE CANA PODEM OFERECER RISCOS À SAÚDE COM POSSIBILIDADES DE MUTAÇÃO DE CÉLULAS HUMANAS.'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-972203170623760117</id><published>2009-12-26T15:44:00.001-02:00</published><updated>2009-12-26T15:45:18.988-02:00</updated><title type='text'>Áreas naturais protegidas absorvem o equivalente a 883 vezes a emissão do Brasil e são solução viável para mudanças climáticas</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="background-color: #93c47d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Áreas naturais protegidas absorvem o equivalente a 883 vezes a emissão do Brasil e são solução viável para mudanças climáticas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As reservas naturais são uma solução eficiente e barata para diminuir os impactos do aquecimento global. É o que mostra o livro Soluções Naturais: áreas protegidas ajudando as pessoas a enfrentar as mudanças climáticas, lançado pelo PNUD, Banco Mundial e pelas organizações União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), The Nature Conservancy, Wildlife Conservation Society e WWF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas áreas funcionam como reservas de carbono — ou seja, absorvem parte do gás carbônico da atmosfera, ajudando a deter os efeitos do aquecimento global. De acordo com o estudo, elas ocupam 14% da superfície terrestre e respondem por 15% das reservas mundiais de carbono, o equivalente a 312 bilhões de toneladas (ou 312 gigatones). O volume equivale a, aproximadamente, 883 vezes as emissões do Brasil (353 milhões de toneladas em 2006, segundo dados do Centro de Análise de Informações sobre Dióxido de Carbono) e 11 vezes as emissões anuais do planeta (28,4 bilhões).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro evidencia a importância da contribuição dos países em desenvolvimento – e do apoio dos países desenvolvidos a eles - para a mitigação das mudanças climáticas, uma vez que 60% das reservas naturais se encontram na África e na América. Só a parte brasileira da Amazônia protegida em reservas deve prevenir o desmatamento de 670.000 km², o que evitaria a emissão de 8 bilhões de toneladas de carbono, aponta o estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de eficientes, as reservas são um investimento barato. Segundo as estimativas do documento, a adaptação mundial às mudanças climáticas custará de US$ 75 bilhões a US$ 100 bilhões a partir de 2010, e somente as reservas da Bolívia, México e Venezuela, por exemplo, que somam 25 milhões de hectares florestais, retêm cerca de 4 bilhões de toneladas de CO2, que valem de US$ 39 bilhões a US$ 87 bilhões em créditos de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Na corrida por novas soluções para as mudanças climáticas, corremos perigo de negligenciar uma alternativa comprovadamente bem-sucedida. As áreas protegidas são um investimento feito pelas sociedades há milênios, utilizando estratégias tradicionais, que provaram seu potencial e eficácia nos tempos modernos”, declara o gerente de Conservação de Paisagens da WWF internacional, Alexander Belokurov.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adaptação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais que mitigar os efeitos do aquecimento global, armazenando e capturando CO2 da atmosfera, os ecossistemas florestais protegidos também proporcionam adaptação às mudanças climáticas. São espaços para escoamento e dispersão de enchentes, evitam a erosão e garantem a fertilidade do solo, são capazes de impedir a formação de tempestades arrasadoras, além de preservar a biodiversidade do planeta, dificultando a propagação de pragas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As reservas naturais também mantêm a produtividade do solo, permitindo a preservação de importantes áreas de extrativismo, das quais dependem muitas comunidades rurais e indígenas. Além disso, garantem o abastecimento de água de grandes centros urbanos. Segundo o livro, cerca de um terço das 100 maiores cidades do mundo dependem de reservas florestais para seu abastecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As condições de vida de comunidades rurais, que já têm suas vilas ameaçadas pelas mudanças climáticas, piorará significativamente sem uma ação imediata”, alerta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruna Escaleira&lt;br /&gt;Fonte: PNUD Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-972203170623760117?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.portaldomeioambiente.org.br/ecoleituras-e-lancamentos/2851-reservas-retem-15-do-estoque-de-co2.html' title='Áreas naturais protegidas absorvem o equivalente a 883 vezes a emissão do Brasil e são solução viável para mudanças climáticas'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/972203170623760117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/972203170623760117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2009/12/areas-naturais-protegidas-absorvem-o.html' title='Áreas naturais protegidas absorvem o equivalente a 883 vezes a emissão do Brasil e são solução viável para mudanças climáticas'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-9156095739540144343</id><published>2009-12-07T08:13:00.001-02:00</published><updated>2009-12-07T08:41:20.316-02:00</updated><title type='text'>IAP nega extensão da Caximba</title><content type='html'>Instituto pede informações complementares em dez pontos do pedido da prefeitura para usar aterro até dezembro de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Instituto Ambiental do Pa­­raná (IAP) negou o pedido de extensão do Aterro da Caximba por mais 12 meses, até dezembro de 2010, em função da inconsistência dos estudos apresentados pela prefeitura de Curitiba. Em um laudo assinado por 12 técnicos de cinco órgãos – IAP, Su­­pe­­rin­­­­tendência de Desen­­volvi­­mento de Recursos Hídricos e Sa­­­­nea­­mento Ambiental (Su­­derhsa), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Mineropar e Coordenação da Região Metropolitana (Comec) –, a comissão solicita informações complementares em dez questões distintas (veja box) da análise apresentada pela prefeitura de Curitiba. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ampliação da capacidade do Aterro da Caximba é última tentativa da prefeitura para “solucionar” a questão do lixo até a instalação do Sistema Integrado de Apro­­veitamento de Resíduos Sólidos (Sipar), o novo empreendimento do lixo para Curitiba e outros 18 municípios da região metropolitana que integram o Consórcio Intermunicipal. Tanto o secretário do meio ambiente de Curitiba, José Antônio An­­dre­­guetto, quanto a coordenadora de Resíduos Sólidos da secretaria, Marilza Oliveira Dias, admitem que o projeto é a cartada final para evitar o caos nas cidades. Ambos admitem a inexistência de outras opções até o Sipar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TCE diz que licitação continua suspensa&lt;br /&gt;O Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Paraná divulgou nota, na tar­­de de ontem, afirmando que a li­­citação para a escolha da empresa ou consórcio que vai operar o Sis­­te­­ma Integrado de Processamento e Aproveitamento de Resíduos (Si­­par) de Curitiba e região metropolitana continua suspensa. Na quar­­ta-feira, o Tribunal de Justiça (TJ) cassou uma liminar que impedia a abertura com a proposta de preço de duas das cinco participantes do processo. Segundo o TCE, uma li­­mi­­nar anterior mantém toda a licitação interrompida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia a matéria completa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sipar representa evolução no tratamento de lixo&lt;br /&gt;A instalação do novo Sistema Integrado de Aproveitamento de Resíduos Sólidos (Sipar) será uma grande evolução na questão do tratamento de lixo no Brasil. Até o momento, poucas cidades brasileiras tentaram fugir dos aterros sanitários, aterros controlados ou lixões. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostravam, em 2002, um cenário desolador: 59% dos municípios destinavam seus resíduos para lixões, 17% para aterros controlados e 13% para aterros sanitários. Apenas 2,8% das cidades tinham programas de reciclagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia a matéria completa&lt;br /&gt;O indeferimento do IAP, contudo, não significa o fim de uso da Caximba no momento em que a cota de 940 metros de altitude for atingida. O instituto manteve as “portas abertas” para que a prefeitura de Curitiba realize novas análises e protocole o documento com estudos mais aprofundados. De acordo com o presidente do IAP, Vitor Hugo Burko, a superficialida­­de do estudo pode acarretar fal­­ta de segurança técnica dos ma­­ciços. “Cabe ao empreendedor pro­­var a necessidade e viabilidade do processo sugerido. E é preciso comprovar a estabilidade do aterro com a nova capacidade”, afirma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prefeitura considera normal o pedido de complementação. “Em muitos dos aspectos, nós já temos as informações solicitadas. Não colocamos porque apresentamos algo mais suscinto”, explica Marilza Dias. A coordenadora avalia como “bastante pertinentes” os estudos adicionais solicitados pela comissão técnica formada pelo IAP. “Quando é feita uma análise, não é para dizer se simplesmente aprova ou não. Também se estabelecem algumas condições de acompanhamento”, afirma. E o objetivo da prefeitura, neste momento, é responder com urgência às complementações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentado no início de julho, o plano de encerramento da Caximba consiste em uma “reconformação geométrica” do aterro – uma espécie de reestruturação da “pirâmide de lixo”. Em funcionamento desde 1989, os 20 anos de uso da Caximba acarretaram deformações estruturais – como são formadas por lixo, a decomposição cria vácuos que precisam ser preenchidos. Por isso, há necessidade da colocação de algum tipo de substância sobre a pirâmide. Poderia ser terra, areia ou lixo. A prefeitura optou pela última opção por dois fatores. “A liga é melhor e pela necessidade de encontrar espaço para destinação do lixo”, explica Marilza Dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ampliação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No plano de encerramento, a prefeitura planejou uma ampliação da capacidade do aterro – ele­van­­do o uso até junho de 2011. No entanto, a administração pú­­blica já admite que não haverá mais necessidade de novo au­­mento da capacidade. “Nossa intenção é encerrar a Caximba o mais rápido possível. E, por esse motivo, não estamos considerando a necessidade dessa ampliação”, diz Marilza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* * *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O QUE FALTOU&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira os dez pedidos de complementação solicitados pela comissão de órgãos, liderada pelo IAP, e seus objetivos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passivo ambiental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Há necessidade de avaliar a existência de metais pesados e outras substâncias nas amostras de água subterrânea. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Descrição e quantificação das espécies adequadas à recomposição vegetal e paisagismo da área do aterro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: a intenção é deixar o menor passivo ambiental possível, apesar dos 20 anos de aterro e suas consequências, como a geração de chorume.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estabilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Avaliação do volume de chuvas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Dimensionamento das vazões de infiltração nos maciços e escoamento da chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - Dimensionamento da geração e vazão do chorume e gases, a partir da decomposição da matéria orgânica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - Dimensionamento das células de resíduos, com espessura e proporção entre lixo e material de cobertura, além da inclinação máxima da superfície. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: essas complementações são necessárias para comprovar se, com a nova capacidade, o aterro terá a estabilidade necessária. Sem os estudos, conforme o IAP, é impossível chegar a esse consenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem infiltração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 - Indicação do tipo de material a ser usado na impermeabilização dos maciços. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: evitar a infiltração de água após o selamento da área. Com isso, impede-se o aumento na geração de chorume. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Monitoramento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 - Quantificação e localização dos instrumentos necessários ao monitoramento geotécnico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: a implantação desses sistemas permite um melhor monitoramento dos maciços (as “pirâmides” de lixo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reativação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 - Justificativa da ampliação de resíduos na Fase I e Oeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: os órgãos pedem complementação dessa justificativa, pois as duas áreas foram encerradas há mais de cinco anos. No plano de encerramento, porém, as duas voltariam a receber lixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responsabilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 - Apresentação de responsabilidade técnica junto ao Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Paraná (Crea-PR), com rubrica nas folhas de estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: exigência da Anotação de Responsabilidade Técnica, que não havia sido apresentada. Conforme a prefeitura, ela existe, mas não foi anexada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-9156095739540144343?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=916868&amp;tit=IAP-nega-extensao-da-Caximba' title='IAP nega extensão da Caximba'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/9156095739540144343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/9156095739540144343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2009/12/iap-nega-extensao-da-caximba.html' title='IAP nega extensão da Caximba'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-4966612837033178257</id><published>2009-10-16T11:32:00.000-03:00</published><updated>2009-10-16T11:32:23.427-03:00</updated><title type='text'>CANA COM ÁGUA RESIDUÁRIA</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-4966612837033178257?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.iengenharia.org.br/site/noticia.php?id_sessao=4&amp;id_noticia=2149' title='CANA COM ÁGUA RESIDUÁRIA'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/4966612837033178257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/4966612837033178257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2009/10/cana-com-agua-residuaria.html' title='CANA COM ÁGUA RESIDUÁRIA'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-1951916442743982491</id><published>2009-09-19T21:44:00.001-03:00</published><updated>2009-09-19T21:48:50.501-03:00</updated><title type='text'>SOBRASIL</title><content type='html'>Em&amp;nbsp;homenagem às &lt;strong&gt;MATAS NATIVAS do BRASIL,&lt;/strong&gt; especialmente à&amp;nbsp; primaveril Semana da Árvore - 2009, segue descrição daquela que substituirá os bosques de silêncio, os exóticos EUCALIPTAIS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;SOBRASIL - &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Colubrina glandulosa Perkins&lt;br /&gt;Sinonímia botânica: Zizyphus rufus Mart., Colubrina rufa Reissek&lt;br /&gt;Família: RHAMNACEAE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros nomes comuns: sobrasil, caçoca, jurucuju, falso-pau-brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SrV3Kk9JqJI/AAAAAAAAAIg/sU-FRYm4wzk/s1600-h/Sobrasil+-+adensado.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" iq="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SrV3Kk9JqJI/AAAAAAAAAIg/sU-FRYm4wzk/s320/Sobrasil+-+adensado.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;CARACTERÍSTICAS E USOS DA MADEIRA&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Superfície uniforme, lustrosa e lisa, pesada, dura, bastante resistente à deterioração. Muito usada em construção civil, obras hidráulicas e em obras externas como mourões, postes, dormentes e estacas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OBSERVAÇÕES ECOLÓGICAS E OCORRÊNCIA&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planta secundária tardia, decídua. Desde Minas Gerais, Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorre ainda, no sul do Mato Grosso e Goiás, nas matas de planalto, preferencialmente em solos de maior fertilidade e também, nas serras cearenses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SrV39cqqzEI/AAAAAAAAAIo/8ySiMJQmK24/s1600-h/colubrina+glandulosa.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" iq="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SrV39cqqzEI/AAAAAAAAAIo/8ySiMJQmK24/s320/colubrina+glandulosa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;CARACTERÍSTICAS GERAIS&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 a 20 m de altura. Casca parda, fina, com leves sulcos longitudinais, ramos ferrugíneos-pilosos e depois glabros. Folhas simples, oblongas, acuminadas, com esparsos pêlos finos e curtos, ferrugíneos, glândulas verde-escuras na margem, visíveis na face inferior. Flores pequenas e esverdeadas. Fruto cápsula, pequeno, trilocular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apícola:&lt;/strong&gt; as flores do sobrasil são melíferas, com produção de pólen (Reis et al., 1992). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paisagístico:&lt;/strong&gt; árvore recomendada para paisagismo e arborização de praças públicas (Toledo Filho &amp;amp; Parente, 1988). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reflorestamento para recuperação ambiental:&lt;/strong&gt; espécie importante para recuperação de ecossistemas degradados, não podendo faltar na composição de florestas heterogêneas de preservação permanente (Garrido, 1981). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Folhas, brotos, flores e frutos desta espécie fazem parte da dieta alimentar de Alouatta fusca (Primata, Cebidae) (Hoeltgebaum et al., 1999).&lt;br /&gt;Floração: setembro a dezembro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frutificação: dezembro a fevereiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-1951916442743982491?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.esalq.usp.br/trilhas/lei/lei08.htm' title='SOBRASIL'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/1951916442743982491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/1951916442743982491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2009/09/sobrasil.html' title='SOBRASIL'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SrV3Kk9JqJI/AAAAAAAAAIg/sU-FRYm4wzk/s72-c/Sobrasil+-+adensado.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-8423017441908358622</id><published>2009-09-19T12:28:00.004-03:00</published><updated>2009-09-19T12:36:52.830-03:00</updated><title type='text'>Motos poluem mais que carros</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SrT48qmVglI/AAAAAAAAAIQ/8NqUPa_jy7E/s1600-h/motospoluem1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383201175725507154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SrT48qmVglI/AAAAAAAAAIQ/8NqUPa_jy7E/s320/motospoluem1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Motos poluem mais que carros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAURÍCIO KANNO colaboração para a Folha Online &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Responda rápido: o que polui mais, carro ou moto? Se você pensou no veículo de quatro rodas, errou. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Embora pareça lógico imaginar que as motocicletas sejam mais "verdes" por serem menores, estudos mostram exatamente o contrário. &lt;strong&gt;As novas motocicletas produzidas e vendidas em 2008 emitem até quatro vezes mais poluentes que os automóveis, mostra relatório da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo). &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O matemático Jucélio Rocha dos Santos, 29, pilotou moto por dois anos para tentar contornar o trânsito de São Paulo. Confiava que a sua, comprada em 2007, iria poluir menos do que um carro, "por ser menor e consumir menos combustível" e ainda mais "por ser moderna, com catalisador". Ledo engano. "Via de regra a emissão de poluentes das motos é sempre maior", diz Vanderlei Borsari, gerente da divisão de Transporte Sustentável e Emissões Veiculares da Cetesb. &lt;/div&gt;Joel Silva/Folha Imagem&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Serviço de moto-táxi, no largo do Arouche, no centro de São Paulo; as motocicletas poluem até quatro vezes mais que os automóveis&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Segundo o diretor-executivo da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), Moacyr Alberto Paes, o atual nível de emissão de poluentes de motos pode chegar a até seis vezes mais do que o nível dos carros. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A falta de espaço no veículo de duas rodas para instalar filtros, tratar o escapamento e motor é apontada como uma dificuldade técnica para fazer das motos instrumentos mais ecológicos.&lt;br /&gt;O Promot (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares) começou somente em 2003 a refinar técnicas para restringir a emissão de monóxido de carbono, 15 anos depois do Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores).&lt;br /&gt;Apesar de, em 2009, o Promot ter imposto restrições ainda mais severas de emissão de poluentes das motos, ele se refere somente à produção e venda de veículos novos.&lt;br /&gt;De acordo com estudo da Cetesb, 49,8% das motocicletas que circularam em 2008 na região metropolitana de São Paulo não tiveram controle de emissões, pois foram produzidas antes do programa entrar em vigor. Outros 16,2% atenderam à fase 1 do programa e 34% à sua fase 2, com restrições mais leves. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comparação de poluentes&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O gerente da Cetesb informa que, para motos nacionais entre 151 a 500 cilindradas, a média ponderada --ajustando-se pelo total de veículos vendidos-- de poluentes emitidos pela frota vendida em 2008 foi de 0,98 grama de CO por quilômetro rodado, quase o dobro dos automóveis a gasolina desse ano, de 0,51 grama de CO por quilômetro rodado .&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Para hidrocarbonetos, a relação foi maior ainda: a média dos poluentes emitidos por motos chegou a 0,25 gramas por quilômetro, cerca de quatro vezes mais que o índice obtido para os automóveis, de 0,069 gramas por quilômetro rodado. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Confira na tabela abaixo a progressão dos limites legais de emissão de poluentes definidos pelo Promot no Brasil. &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383201857693831714" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 116px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SrT5kXIQUiI/AAAAAAAAAIY/U8RyVOqHReo/s320/motospoluem.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Arte/Folha Online &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Em 2008, a poluição causada por motos era sete vezes maior que a dos carros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Agência Brasil&lt;br /&gt;Quarta-feira - 23/01/2008 - 12h45&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Automóveis podem transportar mais pessoas que uma motocicleta e poluem muito menos. Atualmente, as emissões de gases das motocicletas novas são sete vezes maiores do que as emitidas pelos carros zero quilômetro.Este poderia ser um argumento daqueles que são contrários à criação de faixas &lt;a oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw2486061(event, this, 'undefined'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" style="CURSOR: hand; COLOR: #006600; BORDER-BOTTOM: 1px dotted; TEXT-DECORATION: underline" onclick="hwClick2486061(undefined);return false;" onmouseout="hideMaybe('HOTWordsTitle'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " href="http://www.folhadaregiao.com.br/noticia?84023&amp;amp;PHPSESSID=1e2aaea78056135895d6a237e9e00cd2#"&gt;exclusivas&lt;/a&gt; para motocicletas, iniciativa que está sendo tentada pela Prefeitura de São Paulo. Mas a partir de 2009 a afirmação deixará de ser verdadeira: as emissões de poluentes pelas motocicletas estão sendo reduzidas anualmente desde 2003 e serão praticamente iguais às dos veículos leves de quatro rodas.Em 2000, uma motocicleta nova emitia quantidade mais de 16 vezes maior de monóxido de carbono (CO): 12 gramas por quilômetro rodado para 0,73 grama por quilômetro de um automóvel. Em 2006, esse índice baixou para 2,3 em motos contra 0,33 dos carros. Os dados referem-se a motos com motores de 150 cilindradas ou menos e são da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb). A empresa possui o único laboratório do país para balizar as políticas federais do setor.O diretor-executivo da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), Moacir Alberto Paes, e o &lt;a oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw1486061(event, this, 'undefined'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" style="CURSOR: hand; COLOR: #006600; BORDER-BOTTOM: 1px dotted; TEXT-DECORATION: underline" onclick="hwClick1486061(undefined);return false;" onmouseout="hideMaybe('HOTWordsTitle'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " href="http://www.folhadaregiao.com.br/noticia?84023&amp;amp;PHPSESSID=1e2aaea78056135895d6a237e9e00cd2#"&gt;gerente&lt;/a&gt; da divisão de engenharia e fiscalização de veículos da Cetesb, Homero Carvalho, afirmam que a indústria de motocicletas conseguirá cumprir o que determina o Programa Federal de Controle das Emissões das Motocicletas e Similares (Promot). Criado em 2003, este programa estabeleceu um cronograma de redução gradativa da emissão de gases pelas motocicletas até 2009.O diretor-executivo da Abraciclo considera incorreto dizer que as motocicletas poluem mais do que os automóveis, porque o controle da poluição das duas modalidades tem históricos diferentes e o das motos é mais recente: "O controle de poluição em automotores começou em 1986. E o das motocicletas, em 2003. A poluição em 2009 praticamente estará no mesmo nível para os dois tipos de veículo. A indústria de automóveis teve 20 anos para fazer suas alterações e a de motos, quatro."Homero Carvalho lembrou que "a moto nova ainda emite sete vezes mais monóxido de carbono do que o veículo &lt;a oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw0486061(event, this, 'undefined'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" style="CURSOR: hand; COLOR: #006600; BORDER-BOTTOM: 1px dotted; TEXT-DECORATION: underline" onclick="hwClick0486061(undefined);return false;" onmouseout="hideMaybe('HOTWordsTitle'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " href="http://www.folhadaregiao.com.br/noticia?84023&amp;amp;PHPSESSID=1e2aaea78056135895d6a237e9e00cd2#"&gt;novo&lt;/a&gt;, mas esse número já foi pior, 20, 30 vezes [a mais]". E que o controle das emissões veiculares começou em 1987, com os de quatro rodas, "porque era a frota dominante, mas no início dos anos 2000 já era notável a presença das motocicletas nas nossas ruas".Além do monóxido de carbono, as tabelas do Promot e da Cetesb registram valores para a emissão de hidrocarbonetos (HC) e óxido de nitrogênio (NOx)  em ambas, os valores emitidos pelas motocicletas novas ainda são mais elevados do que os dos automóveis.De acordo com o diretor da Abraciclo, há uma diferença na legislação de automóveis e de motocicletas: "A legislação brasileira de motocicletas é a mais rígida do mundo, comparada à européia. A de carros é comparável à americana."Carvalho informou que neste ano a Cetesb e a Abraciclo se reunirão para definir as etapas do Promot a serem implementadas a partir de 2009.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-8423017441908358622?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.folhadaregiao.com.br/noticia?84023&amp;PHPSESSID=1e2aaea78056135895d6a237e9e00cd2' title='Motos poluem mais que carros'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/8423017441908358622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/8423017441908358622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2009/09/motos-poluem-mais-que-carros.html' title='Motos poluem mais que carros'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SrT48qmVglI/AAAAAAAAAIQ/8NqUPa_jy7E/s72-c/motospoluem1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-7034815272351597823</id><published>2009-07-30T09:00:00.001-03:00</published><updated>2009-07-30T09:02:34.232-03:00</updated><title type='text'>CARTILHA DE ORGANICOS</title><content type='html'>O LOBBY DO AGRONEGÓCIO, E DA INDUSTRIA DOS VENENOS&lt;br /&gt;TENTA IMPEDIR O PROPRIO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,&lt;br /&gt;PECUÁRIA E ABASTECIMENTO-MAPA, do BRASIL, de distribuir uma&lt;br /&gt;CARTILHA do ZIRALDO, sobre ORGÂNICOS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VEJAM A  &lt;a href="http://d.yimg.com/kq/groups/14806648/1967334058/name/cartilha_ziraldo.pdf"&gt;CARTILHA DO ZIRALDO&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-7034815272351597823?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://d.yimg.com/kq/groups/14806648/1967334058/name/cartilha_ziraldo.pdf' title='CARTILHA DE ORGANICOS'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/7034815272351597823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/7034815272351597823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2009/07/cartilha-de-organicos.html' title='CARTILHA DE ORGANICOS'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-7520844228790905055</id><published>2009-07-30T08:52:00.002-03:00</published><updated>2009-07-30T08:59:06.052-03:00</updated><title type='text'>1/12 MONSANTO - O mundo segundo a Monsanto (legendado)</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=QcbGVHw_J_A"&gt;2/12 MONSANTO - O mundo segundo a Monsanto (legendado)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;3&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=JENyxk1w1XI"&gt;/12 MONSANTO - O mundo segundo a Monsanto (legendado)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;4&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=YAOGHjJnNFY"&gt;/12 MONSANTO - O mundo segundo a Monsanto (legendado)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;5&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=znO6EM5A11M"&gt;/12 MONSANTO - O mundo segundo a Monsanto (legendado)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;6&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=sBaozVksjx4"&gt;/12 MONSANTO - O mundo segundo a Monsanto (legendado)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;7&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=pRj4c33_rW8"&gt;/12 MONSANTO - O mundo segundo a Monsanto (legendado)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;8&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=58TNscFqLT0"&gt;/12 MONSANTO - O mundo segundo a Monsanto (legendado)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;9&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=_hZPFbn6tgA"&gt;/12 MONSANTO - O mundo segundo a Monsanto (legendado)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ujDPyK0zQ58"&gt;/12 MONSANTO - O mundo segundo a Monsanto (legendado)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=zTGK-7p81Xs"&gt;/12 MONSANTO - O mundo segundo a Monsanto (legendado)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=NfSag5DVdos"&gt;/12 MONSANTO - O mundo segundo a Monsanto (legendado)&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-7520844228790905055?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.youtube.com/watch?v=DCx4Dg6t2Mo' title='1/12 MONSANTO - O mundo segundo a Monsanto (legendado)'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/7520844228790905055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/7520844228790905055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2009/07/112-monsanto-o-mundo-segundo-monsanto.html' title='1/12 MONSANTO - O mundo segundo a Monsanto (legendado)'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-5692551250579851022</id><published>2009-06-27T13:29:00.001-03:00</published><updated>2009-06-27T13:35:09.752-03:00</updated><title type='text'>Jovem cria projeto com múltiplos benefícios ambientais</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Jovem cria projeto com múltiplos benefícios ambientais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por Fabiano Ávila, do CarbonoBrasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamado de Versatile, o sistema promete tratar dejetos, produzir combustível a partir de algas, seqüestrar gases do efeito estufa e ainda gerar iluminação e alimento a baixos custos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com apenas 15 anos, o norte-americano Javier Fernández-Han levou o prêmio Invent Your World Challenge ao combinar 12 diferentes tecnologias em um grande sistema que abrange desde um digestor anaeróbico até um bioreator abastecido por algas. Por sua visão de aliar diversas inovações em um único produto que beneficiaria comunidades pobres, Javier derrotou mais de 300 outras iniciativas de 30 países e recebeu uma bolsa de estudos no valor de US$ 20 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os organizadores do prêmio Invent Your World Challenge, o diferencial do projeto de Javier, chamado de VERSATILE, está na maneira em que une as diferentes tecnologias, que estão agrupadas em seis subsistemas. Sua eficiência viria ainda da habilidade de pegar os dejetos de um sistema para alimentar outro, assim como da sua adaptabilidade, que permite que o projeto seja alterado conforme as mais diferentes necessidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os organizadores, mesmo que ainda não tenha sido construído, o projeto de Javier já vale destaque pelo seu espírito inovador e potencial social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Versatile agrupa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Um digestor anaeróbico, que utiliza esgoto e sobras de comida;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;* Um ‘bio-gas upgrader’, que transforma os gases do digestor em alimento para algas, assim como produz combustível;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;* Fornos para a queima de metano, que não poluem e capturam o dióxido de carbono (que é canalizado para dentro do bioreator para acelerar o crescimento das algas);&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; * Bioreatores, que usam raios do sol, água salgada, CO2 e nutrientes do digestor para produzir oxigênio e biomassa de algas, que pode ser usada como alimento da pecuária e até para pessoas;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;* Latrinas com descarga;&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;* ‘PlayPump’, que utiliza a energia de crianças brincando para movimentar o sistema e outros aparelhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Uma invenção que é muito focada para resolver um único problema geralmente acaba criando outros, porque a natureza é altamente complexa e interconectada”, explica Javier.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os benefícios que o sistema Versatile pode trazer para a vida de uma comunidade pobre são inúmeros. Ele contribuiria para a redução do desmatamento, pois os fornos movidos a metano não necessitam de lenha; geraria uma fonte de renda a partir da venda da biomassa das algas para as indústrias farmacêuticas e de alimentos, e forneceria biomassa que pode ser utilizada para a alimentação direta da pecuária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o sistema abasteceria a comunidade com energia, já que o PlayPump geraria eletricidade para iluminação com lâmpadas LEDs, e o óleo de algas seria uma fonte de combustível para as máquinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Javier afirma que o sistema pode ser instalado em qualquer local com clima quente, incluindo desertos irrigados com água salgada e até navios. A única coisa que precisaria ser alterada seria o tipo de alga, pois existem milhares de espécies que crescem a ritmos diferenciados, conforme as condições do ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda segundo o jovem gênio, o Versatile pode ser potencializado para ajudar populações de mais de 200 mil habitantes, ou reduzido para pequenas vilas. Atualmente, o adolescente está trabalhando numa versão do Versatile para uma única família, que teria um custo estimado de US$ 300.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A invenção de Javier superou inclusive muitos adultos com mais de 20 anos ao se destacar por seu potencial humanitário. O Invent Your World Challenge é uma competição anual, promovida pelas Fundações  Ashoka e  Lemelson, que procura ajudar 50 jovens inventores a usar seu potencial para o desenvolvimento de mudanças sociais positivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/CarbonoBrasil)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;© Copyleft - É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.&lt;br /&gt;Desenvolvido por AW4 Tecnologia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-5692551250579851022?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5692551250579851022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5692551250579851022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2009/06/jovem-cria-projeto-com-multiplos.html' title='Jovem cria projeto com múltiplos benefícios ambientais'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-3320408977307091450</id><published>2009-06-24T23:07:00.004-03:00</published><updated>2009-06-24T23:20:33.454-03:00</updated><title type='text'>Pelé, Príncipe Charles e dalai-lama se uniram em vídeo, veiculado no YouTube, alertando para preservação</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=z1Y8iOnIqHk"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351083752584021490" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 326px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SkLeUlwihfI/AAAAAAAAAHI/jj0dUqWcxnU/s400/Charles.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O príncipe Charles da Inglaterra, seus filhos William e Harry, Pelé e o líder espiritual dalai-lama, entre outros famosos, se uniram para gravar um vídeo de curta duração, que será transmitido por meio do YouTube, a fim de promover a proteção do ambiente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=z1Y8iOnIqHk"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351083938132821298" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 330px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SkLefY-0hTI/AAAAAAAAAHQ/5dRDdt8FH7I/s400/Pel%C3%A9.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No vídeo, que durará 90 segundos, também participarão o dalai-lama, os atores Harrison Ford e Daniel Craig, e a cantora Joss Stone, que colaboram para essa iniciativa da Rainforest Project --organização presidida pelo príncipe.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-3320408977307091450?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.youtube.com/watch?v=z1Y8iOnIqHk' title='Pelé, Príncipe Charles e dalai-lama se uniram em vídeo, veiculado no YouTube, alertando para preservação'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/3320408977307091450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/3320408977307091450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2009/06/pele-principe-charles-e-dalai-lama-se.html' title='Pelé, Príncipe Charles e dalai-lama se uniram em vídeo, veiculado no YouTube, alertando para preservação'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SkLeUlwihfI/AAAAAAAAAHI/jj0dUqWcxnU/s72-c/Charles.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-5032329300937490273</id><published>2009-06-20T12:59:00.002-03:00</published><updated>2009-06-20T13:02:50.397-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/Sj0H8Os1L6I/AAAAAAAAAHA/DGeIYzzcDnI/s1600-h/img_programa_madeira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349440663705694114" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 234px; CURSOR: hand; HEIGHT: 329px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/Sj0H8Os1L6I/AAAAAAAAAHA/DGeIYzzcDnI/s400/img_programa_madeira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/Sj0H0dzpo8I/AAAAAAAAAG4/nl53Oj5Vy1g/s1600-h/tok&amp;amp;stoc.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349440530321875906" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 41px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/Sj0H0dzpo8I/AAAAAAAAAG4/nl53Oj5Vy1g/s200/tok%26stoc.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em 1999, a Tok&amp;amp;Stok iniciou seu Programa Madeira Certificada com o objetivo de conscientizar funcionários, fornecedores e chamar atenção do próprio mercado sobre a importância desse tipo de produto, esforçando-se em testar e promover sua viabilidade comercial. Naquele mesmo ano foram lançados os primeiros produtos certificados: uma prateleira multiuso, dois bancos e um cavalete. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Tok&amp;amp;Stok mantém seu compromisso e preocupação em desenvolver gradativamente novas linhas de produtos certificados, sempre respeitando porém, a premissa de criar produtos que sejam economicamente viáveis e que possam ser oferecidos ao mercado de forma competitiva, o que ainda representa um grande desafio. A madeira certificada é extraída de florestas reconhecidas como corretamente manejadas pelo FSC - Forest Stewardship Council (Conselho de Manejo Florestal) , uma entidade fundada por profissionais e associações de 25 países. Para serem certificadas, as florestas naturais ou plantadas são avaliadas e monitoradas por entidades certificadoras independentes que, por sua vez, são credenciadas pelo FSC. Isso garante que essas fontes de recursos são exploradas de forma ambientalmente adequada e socialmente justa, com correto emprego de mão de obra e uma metodologia de extração que garante a preservação dos recursos naturais. Além da extração da matéria prima, um produto que recebe o selo do FSC tem a garantia de que todo o processo produtivo (desde a extração e corte da madeira até sua transformação em móvel) é certificado, ou seja, realizada conforme os princípios e critérios determinados pelo Conselho. No Brasil a ONG Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (IMAFLORA) representando a Rede SmartWood, está autorizada a realizar as certificações e a ONG Amigos da Terra, que tem atividade em 54 países, coordena um grupo de trabalho para promover o consumo de produtos com o selo FSC. &lt;a href="http://www.tokstok.com.br/cgi-bin/WebObjects/TSVitrine.woa/wa/mostraPaginaM?ps=3,34,34000,34010,51882"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.tokstok.com.br/cgi-bin/WebObjects/TSVitrine.woa/wa/mostraPaginaM?ps=3,34,34000,34010,51882"&gt;CONHEÇA OS PRODUTOS CERTIFICADOS&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-5032329300937490273?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5032329300937490273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5032329300937490273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2009/06/em-1999-tok-iniciou-seu-programa.html' title=''/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/Sj0H8Os1L6I/AAAAAAAAAHA/DGeIYzzcDnI/s72-c/img_programa_madeira.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-5779391196396028494</id><published>2009-06-17T12:04:00.002-03:00</published><updated>2009-06-20T13:14:29.756-03:00</updated><title type='text'>Luta dos Pataxó Hã-Hã-Hãe</title><content type='html'>Olá Companheir@s&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Petição on-line em favor da luta dos &lt;strong&gt;Pataxó Hã-Hã-Hãe&lt;/strong&gt; está pronta e você&lt;br /&gt;pode ajudar, não só assinando, mas repassando para sua lista de contato,&lt;br /&gt;colocando no seu site, enfim tornando-a cada vez mais conhecida..&lt;br /&gt;Estamos aproveitando e enviando em anexo um folder da luta e o link de um&lt;br /&gt;pequeno vídeo sobre os Pataxó Hã-Hã-Hãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para assinar a petição e contribuir com esta, acesse o link:&lt;br /&gt;&lt;http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.petitiononline.com/hahahae/petition-sign.html"&gt;http://www.petitiononline.com/hahahae/petition-sign.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de ler a petição clique no botão cinza "click here to Sign Petition"&lt;br /&gt;depois de preencher os campos com seu nome, endereço de e-mail e País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique no "priview Your Signature" e depois finalmente em: " Approve&lt;br /&gt;Signature".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pronto você contribuiu com esta importante luta do povo Pataxó&lt;br /&gt;Hã-Hã-Hãe, agora só resta vc repassar para outras pessoas e divulgar mais&lt;br /&gt;esta luta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vídeo está sediado no YouTube no link:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=TpMvYi1EylI"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=TpMvYi1EylI&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;seria também interessante disponibilizá-los em nossos sites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde já agradecemos o apoio e a solidariedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equipe Itabuna&lt;br /&gt;Conselho Indigenista Missionário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja também - VÍDEO - INDIOS DO BRASIL&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=LWQkmAi0Mbc"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=LWQkmAi0Mbc&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-5779391196396028494?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.youtube.com/watch?v=TpMvYi1EylI' title='Luta dos Pataxó Hã-Hã-Hãe'/><link rel='enclosure' type='VIDEO' href='http://www.youtube.com/watch?v=TpMvYi1EylI' length='0'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5779391196396028494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5779391196396028494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2009/06/indios-do-brasil-video.html' title='Luta dos Pataxó Hã-Hã-Hãe'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-8133843311642624413</id><published>2009-06-17T11:57:00.003-03:00</published><updated>2009-06-17T12:03:18.569-03:00</updated><title type='text'>POVO XERENTE &lt;&lt;&lt;&lt; Vídeo</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SjkFJ_jB0EI/AAAAAAAAAHA/mUcH70kKDPU/s1600-h/Indio+Xerente.bmp"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 333px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SjkFJ_jB0EI/AAAAAAAAAHA/mUcH70kKDPU/s400/Indio+Xerente.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348311701714489410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Indígenas Xerente gravam CD de músicas tradicionais&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Indigenas Xerente vão gravar CD com seus cantosNesta segunda-feira, 1º de dezembro, os indígenas cantores de Tocantínia estarão gravando o seu primeiro CD de músicas tradicionais do Povo Xerente, na Aldeia Santa Fé, a 30 km de Tocantínia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para gravar o CD está vindo uma equipe de São Paulo, que chegará em Tocantínia no domingo, dia 30. O projeto está sendo coordenado por Edivaldo Xerente, os recursos são oriundos da Alemanha por meio do PDPI – Projeto Demonstrativos dos Povos Indígenas do Ministério do Meio Ambiente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Edivaldo, o projeto será muito importante porque será a primeira vez que os indígenas terão a oportunidade de gravar um CD e repassar para outras gerações os cantos tradicionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ribamar Xerente da Associação Indígena Akwê e do Procambix – Programa de Compensação Ambiental de Tocantínia, explicou que após a gravação do CD, será preparado o ambiente para a gravação do DVD, que terá a participação do maior número de indígenas. &lt;br /&gt;Neste final de semana, haverá reunião com os indígenas que farão parte da gravação do CD, para definições e discussões sobre os detalhes das gravações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Josélia de Lima &lt;br /&gt;28/11/2008 - 13:06 - 200 leitura(s)&lt;br /&gt;http://seciju.to.gov.br/noticias.php?id=1229&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-8133843311642624413?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.youtube.com/watch?v=omlQ0cgTsfU' title='POVO XERENTE &lt;&lt;&lt;&lt; Vídeo'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/8133843311642624413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/8133843311642624413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2009/06/povo-xerente.html' title='POVO XERENTE &lt;&lt;&lt;&lt; Vídeo'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SjkFJ_jB0EI/AAAAAAAAAHA/mUcH70kKDPU/s72-c/Indio+Xerente.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-7063336036898195118</id><published>2009-05-01T14:13:00.002-03:00</published><updated>2009-05-01T14:15:59.391-03:00</updated><title type='text'>ANVISA:  alerta população sobre alimentos contaminados.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/Sfst_KcZXCI/AAAAAAAAAGo/YREDTVviZCY/s1600-h/ALIMENTOS.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330905147081579554" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/Sfst_KcZXCI/AAAAAAAAAGo/YREDTVviZCY/s400/ALIMENTOS.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quarta-feira, 15 de Abril de 2009&lt;br /&gt;&lt;a name="7749686819750957908"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jornalportaleste.blogspot.com/2009/04/pimentao-morango-cenoura-e-uva-batem.html"&gt;PIMENTÃO, MORANGO, CENOURA e UVA batem recorde em contaminação&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_mKBZylPoUgI/SeaeloXtXeI/AAAAAAAACZc/WMQIFE5sD6E/s1600-h/j0409624.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Pesquisa alerta população sobre alimentos contaminados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Estudo da ANVISA em 17 tipos de frutas, verduras e legumes aponta que 15,29% possuem resíduos de agrotóxicos proibidos ou além do permitido por leiA população recebeu, nesta quarta-feira (15), um alerta sobre a contaminação de agrotóxicos nos alimentos que estão sendo vendidos nos supermercados. A declaração foi dada pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, durante o lançamento da sétima edição do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA). O estudo feito pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) revelou que, de 17 culturas analisadas, entre frutas, verduras e legumes, em 1.173 amostras coletadas, 15,29% estavam irregulares quanto aos resíduos de agrotóxicos.“O governo, profissionais de saúde pública e entidades médicas chamam a atenção da sociedade para a necessidade de mudança do padrão alimentar. Comer menos gordura e aumentar a quantidade de frutas, legumes e verduras. É importante, no entanto, que esse conjunto de alimentos seja seguro para o consumo”, afirmou o ministro.O pimentão foi o alimento que apresentou o maior índice de irregularidades, com 64% das amostras contento resíduos de agrotóxicos. O fruto é seguido pelo morango, cenoura e uva que possuem índices de irregularidades superiores a 30%. (Confira a pesquisa completa no &lt;a href="http://www.anvisa.gov.br/"&gt;http://www.anvisa.gov.br/&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;Os resultados insatisfatórios são divididos em duas categorias: resíduos que excederam os limites máximos estabelecidos em legislação ou agrotóxicos não autorizados para aquele determinado alimento.Temporão explicou que o estudo não indica que todos os produtos estão contaminados, variando entre os estados e as amostras. “A pesquisa alerta para que a população saiba que produtos estão mais seguros e para que os produtores sigam as boas práticas de plantio e as recomendações das autoridades sanitárias”, afirmou. Para ele, a sequencia do trabalho desenvolvido pela ANVISA tem trazido bons resultados, como a queda do índice de contaminação em alguns alimentos.O percentual de irregularidades nas amostras de tomates baixou de 44,72% para 18,27%, entre 2007 e 2008. Já para a batata a queda foi de 22% para 2%, entre 2002 e 2008, e a banana de 6,53% para 1,03%, no mesmo período. A boa notícia também é para o arroz, feijão, manga, batata, banana, cebola e maçã, cujas irregularidades não ultrapassaram os 4,5%. A banana, que chegou a apresentar índice de 6,53%, em 2002, fechou 2008 com incidência de 1,03% de irregularidades.Como medidas para reduzir o impacto na saúde do consumidor, o ministro recomendou que, antes do consumo, os alimentos sejam lavados e as folhas externas retiradas. Também enfatizou que os produtos de época contêm menos resíduos de agrotóxicos e aqueles certificados, como os orgânicos e indicação de origem, são alternativas mais seguras para a população.COMBATE – Agenor Álvares, diretor da ANVISA, informou que a Polícia Federal e o Ministério da Agricultura serão informados sobre a descoberta de alimentos contaminados por agrotóxicos proibidos no país. Segundo ele, há uma ação conjunta entre os ministérios da Agricultura, Meio Ambiente e da Saúde para adequar os defensivos agrícolas às necessidades econômicas de produção, às questões ambientais e à segurança da população.“O nosso objetivo é que a atividade econômica não seja predatória da saúde a população brasileira. Isso é algo que a ANVISA não abre mão. O nosso compromisso é com a saúde da população”, afirmou Álvares.Entre 2002 e 2006, foram proibidos 5 ingredientes ativos (benomil, heptacloro, monocrotofós, lindano e pentaclorofenol) e mais de 6 tiveram restrição de uso (IAs captana, folpete, carbendazim, clorpirifós, metamidofós, entre outros).O trabalho de reavaliação de agrotóxicos utilizados no país, em 2008, foi marcado por longa batalha judicial contra liminares favoráveis às empresas, que impediam a avaliação de seus produtos. “Ao final ano, a Anvisa derrubou as liminares e manteve o direito de dar continuidade ao seu trabalho”, disse o diretor.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mKBZylPoUgI/Seae5j8rV0I/AAAAAAAACZk/jPcS6lK1sJE/s1600-h/tabeladefrutas.png"&gt;&lt;/a&gt;**Renato Strauss - Agência Saúde* &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://jornalportaleste.blogspot.com/2009/04/pimentao-morango-cenoura-e-uva-batem.html"&gt;http://jornalportaleste.blogspot.com/2009/04/pimentao-morango-cenoura-e-uva-batem.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_mKBZylPoUgI/SeaelEp969I/AAAAAAAACZU/mHNDFYvK-Bc/s1600-h/tabeladefrutas.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-7063336036898195118?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/7063336036898195118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/7063336036898195118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2009/05/anvisa-alerta-populacao-sobre-alimentos.html' title='ANVISA:  alerta população sobre alimentos contaminados.'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/Sfst_KcZXCI/AAAAAAAAAGo/YREDTVviZCY/s72-c/ALIMENTOS.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-8008367380531390449</id><published>2009-03-23T09:18:00.000-03:00</published><updated>2009-03-23T09:20:09.440-03:00</updated><title type='text'>AGRADECIMENTOS - Conselho Indígena de Roraima </title><content type='html'>&lt;strong&gt;Aliança BECE-RECOsRedes de Cooperação Comunitária Sem Fronteiras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;"....Para os povos indígenas de Roraima e de todo o Brasil, a decisão dos Ministros da Suprema Corte, coloca um ponto final num conflito que arrasta-se há mais de 30 anos e tornou-se caso emblemático da política indigenista nacional.Reconhecer a demarcação em terras contínuas da Raposa Serra do Sol é garantir a vida física e cultural dos povos macuxi, wapichana, ingarikó, taurepang e patamona, habitantes ancestrais do norte do Brasil..."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CARTA DE AGRADECIMENTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O Conselho Indígena de Roraima – CIR, em nome de todas as comunidades da Raposa Serra do Sol e do estado de Roraima, vem a público registrar o seu contentamento pela conclusão do julgamento pelo Supremo Tribunal Federal, da constitucionalidade da demarcação administrativa da referida terra indígena.&lt;br /&gt;Para os povos indígenas de Roraima e de todo o Brasil, a decisão dos Ministros da Suprema Corte, coloca um ponto final num conflito que arrasta-se há mais de 30 anos e tornou-se caso emblemático da política indigenista nacional.&lt;br /&gt;Reconhecer a demarcação em terras contínuas da Raposa Serra do Sol é garantir a vida física e cultural dos povos macuxi, wapichana, ingarikó, taurepang e patamona, habitantes ancestrais do norte do Brasil.&lt;br /&gt;Os índios da Raposa Serra do Sol, cidadão brasileiros culturalmente diferenciados, depositam toda a sua confiança no Estado Democrático de Direito e na Constituição da República Federativa do Brasil, que os ampara como povos detentores de direitos originários.&lt;br /&gt;O CIR agradece aos Ministros do Supremo Tribunal Federal pelo julgamento, às organizações indígenas e indigenistas, e, instituições religiosas, que durante décadas acreditaram e apoiaram a luta pelo reconhecimento da terra, além das organizações do próprio Estado Brasileiro, especialmente a FUNAI, Ministério da Justiça, Ministério Público Federal e Presidência da República.&lt;br /&gt;Com a conclusão do julgamento, e a retirada dos ocupantes ilegais, o CIR acredita que as comunidades viverão em paz e poderão construir um futuro de desenvolvimento sustentável e harmônico com a natureza.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Parabéns a todos que acreditaram na justa luta pelo reconhecimento de Raposa Serra do Sol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dionito José de SouzaCoordenador Geral do CIR&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-8008367380531390449?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/8008367380531390449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/8008367380531390449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2009/03/agradecimentos-conselho-indigena-de.html' title='AGRADECIMENTOS - Conselho Indígena de Roraima '/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-8214953636967243709</id><published>2009-01-09T18:28:00.004-02:00</published><updated>2009-01-09T18:38:50.291-02:00</updated><title type='text'>A LENTA AGONIA DA AMAZÔNIA - VIOMUNDO</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;LENTA AGONIA DA AMAZÔNIA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Atualizado em 02 de fevereiro de 2008 às 17:33 Publicado em 02 de fevereiro de 2008 às 17:32&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5289394502372852930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 227px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SWe0RobWhMI/AAAAAAAAAGA/bOyHLjKyK-c/s400/peixe_boi1.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Um bicho dócil e simpático está a caminho da extinção no Brasil: o peixe-boi. A não ser que você faça alguma coisa. Visitei o Instituto de Pesquisas da Amazônia, em Manaus. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O INPA é um dos centros de excelência da pesquisa brasileira. Testemunhei o entusiasmo de cientistas com causas aparentemente perdidas.&lt;br /&gt;E vi como eles fazem muito com pouco dinheiro. A história do maior mamífero brasileiro é um exemplo. O peixe-boi marinho era abundante na costa do Brasil. Está praticamente extinto. O peixe-boi de água doce corre o mesmo risco na Amazônia. O INPA conseguiu reproduzí-lo em cativeiro. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O bicho não está resistindo ao avanço do homem nos rios. É lento para nadar e para se reproduzir. Precisa de uma grande quantidade de algas para se alimentar. Os motores espantam o peixe-boi de seu habitat. A poluição, causada pelos barcos, pelo garimpo e pela população ribeirinha, mata as algas. Além disso, existe uma tradição difícil de superar. Matar o peixe-boi é ensinado de pai para filho na Amazônia. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os bichos são cercados por redes. São mamíferos que precisam vir à tona para respirar. Como o peixe-boi é muito grande, os pescadores usam um método cruel para matar o bicho. Quando o peixe-boi tira a cabeça da água para respirar, os ribeirinhos colocam rolhas nas narinas do bicho. O peixe-boi morre asfixiado ou a pauladas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando estive no INPA, havia alguns peixe-boi em cativeiro. O projeto visa repovoar os habitats naturais, em áreas ainda isoladas. É um trabalho que exige persistência e paciência. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Antes de passar pelo INPA, eu tinha visita a reserva de desenvolvimento sustentável de Mamirauá, que fica perto de Tefé. Os cientistas de lá tentavam adaptar dois animais à reserva. A responsável pelo programa estava de luto. Um dos bichos tinha morrido. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O agronegócio é a menina dos olhos do governo Lula, porque gera exportação e dinheiro no caixa para pagar a dívida externa. Em nome disso, ninguém dá bola para o que acontece na franja sul da Amazônia, principalmente no Pará. Nunca a floresta caiu tão rápido. Ainda bem que temos gente dedicada a salvar a Amazônia e o peixe-boi. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.viomundo.com.br/brasil-desconhecido/a-lenta-agonia-da-amazonia/"&gt;http://www.viomundo.com.br/brasil-desconhecido/a-lenta-agonia-da-amazonia/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-8214953636967243709?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/8214953636967243709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/8214953636967243709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2009/01/lenta-agonia-da-amaznia-viomundo.html' title='A LENTA AGONIA DA AMAZÔNIA - VIOMUNDO'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SWe0RobWhMI/AAAAAAAAAGA/bOyHLjKyK-c/s72-c/peixe_boi1.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-5779915897612390474</id><published>2009-01-02T18:44:00.005-02:00</published><updated>2009-01-02T18:50:32.957-02:00</updated><title type='text'>Tudo é movimento...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SV59uUdaKBI/AAAAAAAAAF4/lh68dlQ4-VY/s1600-h/Via+Lactea.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5286801247299053586" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 309px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SV59uUdaKBI/AAAAAAAAAF4/lh68dlQ4-VY/s400/Via+Lactea.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Acreditamos que o mundo é estável e sólido, que o casamento, o trabalho, a casa, o corpo e a personalidade são valores seguros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mentira! &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo é movimento incessante, tudo é ténue, vaporoso e subtil como as galáxias que vemos em fotografia. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Queríamos pousar os pés em terra firme? &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo é um alucinante e frágil ballet de partículas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;[&lt;a href="http://partedepressa.wordpress.com/2008/05/12/tudo-e-movimento-incessante/"&gt;http://partedepressa.wordpress.com/2008/05/12/tudo-e-movimento-incessante/&lt;/a&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-5779915897612390474?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5779915897612390474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5779915897612390474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2009/01/tudo-movimento.html' title='Tudo é movimento...'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SV59uUdaKBI/AAAAAAAAAF4/lh68dlQ4-VY/s72-c/Via+Lactea.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-8531536539190837694</id><published>2009-01-02T18:31:00.001-02:00</published><updated>2009-01-02T18:40:20.559-02:00</updated><title type='text'>Terra pode mudar de galáxia</title><content type='html'>&lt;div&gt;Terra pode mudar de galáxia, diz estudo&lt;br /&gt;Antes de uma colisão final, Andrômeda fará duas passagens de raspão pela Via Láctea. Numa dessas passagens, em 4 bilhões de anos, o Sol e seus planetas podem ser raptados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salvador Nogueira Do G1, em São Paulo&lt;br /&gt;&lt;a class="linkZoom" title="Zoom" href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,10802521-EX,00.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em que galáxia ficam o Sol e seus planetas? Essa pergunta hoje é fácil de responder -- estamos todos na famosa Via Láctea. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas tente de novo daqui a 4 bilhões de anos. Segundo uma simulação de computador realizada por cientistas nos Estados Unidos, há uma chance considerável de nosso sistema planetário ser raptado de sua região de origem e ir parar em Andrômeda, a maior das galáxias na vasta vizinhança intergaláctica. A descoberta foi feita durante uma análise mais detalhada conduzida por Thomas Cox e Abraham Loeb, do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica, em Cambridge (EUA). O que eles estavam investigando, na verdade, é como ocorrerá a tão mencionada -- mas muito pouco compreendida -- colisão entre a Via Láctea e Andrômeda. Elas são as duas maiores galáxias do chamado Grupo Local: um conjunto que possui, além delas, algumas outras "galáxias anãs", todas ligadas gravitacionalmente. Faz algum tempo -- na verdade, desde as pesquisas de Edwin Hubble (1889-1953) -- que os cientistas já sabem que Andrômeda está viajando na nossa direção (ou nós na direção dela, dependendo do ponto de vista). Mas o fato de ela estar se aproximando por si só não permite concluir exatamente quando ou mesmo se uma colisão de fato ocorreria no futuro, da mesma forma que não podemos concluir que uma ambulância vai colidir conosco só por ouvir o barulho de sua sirene vindo em nossa direção. "Já sabíamos em que ritmo Andrômeda se aproximava da Via Láctea, mas a principal incerteza era o quanto Andrômeda se movia lateralmente pelo céu", explica Abraham Loeb. "Somente detectando essa informação, denunciada por pequeninas mudanças na posição dela ao longo do tempo, poderíamos saber se realmente haveria essa colisão." Essa medida de movimento lateral melhorou muito nos últimos tempos, o que permitiu a maior precisão na última simulação da dupla, apresentada em artigo submetido ao periódico científico "Monthly Notices of the Royal Astronomical Society". E a conclusão é que a Via Láctea e Andrômeda vão mesmo colidir. "Isso é inescapável", diz Loeb. "Em cerca de 5 bilhões de anos, as duas galáxias serão uma só. Nós chamamos essa futura galáxia de Lactômeda."&lt;br /&gt;Um conto de duas galáxias As duas galáxias não vão bater em cheio. Antes de seu encontro final, Andrômeda passará de raspão duas vezes pela Via Láctea, uma indo, outra vindo. Essas passagens já serão suficientes para desfigurar boa parte das regiões mais externas das duas galáxias, iniciando o processo de bagunça que antecederá a fusão completa. E é aí que o Sol pode entrar na dança.&lt;br /&gt;&lt;a class="linkZoom" title="Zoom" href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,10802533-EX,00.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Divulgação &lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SV57eYPe3UI/AAAAAAAAAFo/W3l6vBHKmYI/s1600-h/Via+LÃ¡ctea.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5286798774413221186" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 270px; CURSOR: hand; HEIGHT: 169px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SV57eYPe3UI/AAAAAAAAAFo/W3l6vBHKmYI/s400/Via+L%C3%A1ctea.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Ilustração da Via Láctea e a atual posição do Sol na galáxia. (Foto: Nasa)&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nossa estrela está localizada mais perto da borda do que do centro galáctico. Quando Andrômeda voar de raspão por aqui, sobretudo na segunda passagem (daqui a 4 bilhões de anos), várias estrelas localizadas nessa faixa serão atiradas para fora. A probabilidade maior é a de que elas sejam atiradas para a "periferia estendida" da Via Láctea, mas ainda ligadas ao centro dessa galáxia. Entretanto, há 1 chance em 40 de que esse processo seja tão radical a ponto de o Sol ser capturado por Andrômeda, passando a estar mais ligado a ela do que à sua galáxia de origem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será um fenômeno "momentâneo", pois em mais 1 ou 2 bilhões de anos ocorrerá a colisão final e todas as estrelas das duas galáxias viverão em Lactômeda, o resultado final da dança cósmica. Diferentemente da Via Láctea e de Andrômeda, que possuem braços espirais, o objeto resultante será uma chamada galáxia elíptica -- resultado típico dessas colisões.&lt;br /&gt;Nesse canto do cosmos Durante todo esse período, o Sol ainda estará vivo e bem, embora tenha aumentado seu brilho e fervido a Terra além da possibilidade de nosso mundo abrigar vida. A despeito disso, o Sistema Solar muito provavelmente sobreviverá intacto a essas andanças na escala galáctica. "O espaço entre as estrelas é tão enorme que estrelas individuais não colidirão quando a Via Láctea e Andrômeda colidirem", explica Thomas Cox. "É verdade que nossa posição na galáxia -- e portanto o céu noturno -- será afetada, mas a dinâmica do Sistema Solar e a evolução do Sol permanecerão inalteradas." Para um astrônomo do futuro, o céu no Sistema Solar será bem diferente. Não haverá mais aquela faixa mais clara (nossa visão do plano da Via Láctea), e as estrelas estarão distribuídas por igual por todo o céu -- característica das galáxias elípticas. E o mais maluco é que, no futuro, como o Universo está em expansão, a única coisa que será visível a longo prazo é o que estiver no interior de Lactômeda -- o resto terá avançado para muito longe de nós, além da nossa capacidade de detecção. Será a confirmação da hipótese do filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804), que propôs que as nebulosas vistas no céu (as galáxias) eram "universos-ilhas". Kant, ao que parece, estava à frente de seu tempo -- adiantado cerca de 150 bilhões de anos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-8531536539190837694?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/8531536539190837694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/8531536539190837694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2009/01/terra-pode-mudar-de-galxia.html' title='Terra pode mudar de galáxia'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SV57eYPe3UI/AAAAAAAAAFo/W3l6vBHKmYI/s72-c/Via+L%C3%A1ctea.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-6479695412031411077</id><published>2008-11-30T22:20:00.000-02:00</published><updated>2008-11-30T22:22:17.803-02:00</updated><title type='text'>BOSQUES DO SILÊNCIO II</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/STMuEaNiYXI/AAAAAAAAAFg/GxAP5Bq663Y/s1600-h/PLANTAÃÃES+NÃO+SÃO+FLORESTAS.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274610241871438194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 196px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/STMuEaNiYXI/AAAAAAAAAFg/GxAP5Bq663Y/s400/PLANTA%C3%87%C3%95ES+N%C3%83O+S%C3%83O+FLORESTAS.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.wrm.org.uy/"&gt;http://www.wrm.org.uy&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-6479695412031411077?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/6479695412031411077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/6479695412031411077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/12/bosques-do-silncio-ii.html' title='BOSQUES DO SILÊNCIO II'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/STMuEaNiYXI/AAAAAAAAAFg/GxAP5Bq663Y/s72-c/PLANTA%C3%87%C3%95ES+N%C3%83O+S%C3%83O+FLORESTAS.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-2159374027601487706</id><published>2008-11-30T22:13:00.004-02:00</published><updated>2008-11-30T22:18:53.543-02:00</updated><title type='text'>EUCALIPITAIS</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/STMsx0ect-I/AAAAAAAAAFY/er_1oI8267Q/s1600-h/EUCALIPITAIS.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5274608822992549858" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 210px; CURSOR: hand; HEIGHT: 207px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/STMsx0ect-I/AAAAAAAAAFY/er_1oI8267Q/s320/EUCALIPITAIS.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="Permanent Link to Baixe o Livro “Eucalipitais- Qual o Rio Grande do Sul desejamos?”" href="http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/2008/11/20/baixe-o-livro-âeucalipitais-qual-o-rio-grande-do-sul-desejamos/" rel="bookmark"&gt;Baixe o Livro “Eucalipitais- Qual o Rio Grande do Sul desejamos?”&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;November 20, 2008 in&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já está disponível a versão digital (em pdf) do livro “Eucalipitais- Qual o Rio Grande do Sul desejamos?” &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A idéia central deste livro é oferecer reflexões baseadas em informações que são omitidas por governos, políticos e instituições. A preocupação do mesmo é a de desenvolver e estimular debates qualificados, baseados em argumentos e informações, que até podem ser contraditórias, entretanto, não na propaganda enganosa ou em tratamentos depreciativos de sermos “pelo atraso do RS” ou “do quanto pior melhor”. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Baixe aqui: &lt;a href="http://centrodeestudosambientais.files.wordpress.com/2008/11/eucalipitais.pdf"&gt;Eucalipitais&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/"&gt;http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://centrodeestudosambientais.files.wordpress.com/2008/11/livro-capa.jpg"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-2159374027601487706?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/2159374027601487706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/2159374027601487706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/12/eucalipitais.html' title='EUCALIPITAIS'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/STMsx0ect-I/AAAAAAAAAFY/er_1oI8267Q/s72-c/EUCALIPITAIS.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-5902112206510461669</id><published>2008-11-23T09:18:00.003-02:00</published><updated>2008-11-23T09:22:51.386-02:00</updated><title type='text'>Ambiente Limpo Ecologicamente Correto</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SSk8cAfKYvI/AAAAAAAAAGQ/QlqByuuHa68/s1600-h/NossoAmbiente.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5271811290678584050" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 216px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SSk8cAfKYvI/AAAAAAAAAGQ/QlqByuuHa68/s320/NossoAmbiente.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Ambiente Limpo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte dos produtos de limpeza convencionais é composta por agentes perigosos para nossa saúde e para o meio ambiente. São mais de 100 mil tipos de produtos químicos disponíveis nos mercados, farmácias e conveniências, como sabonetes, shampoos e produtos de limpeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários contêm removedores de sujeira como o alquilfenol etoxilado que &lt;strong&gt;podem interferir no sistema reprodutor de espécies animais e alguns compostos orgânicos voláteis encontrados nas ceras de chão e nos removedores de manchas podem causar alergias na pele e nos olhos daqueles que os manipulam&lt;/strong&gt;, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os produtos de&lt;strong&gt; limpeza “ecológicos”&lt;/strong&gt; compostos por óleo vegetal ou qualquer matéria natural &lt;strong&gt;não causam nenhum tipo de intoxicação e são biodegradáveis&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os produtos de beleza e higiene pessoal também devem ser ecológicos. Procure adquirir os com embalagem reciclável, &lt;strong&gt;sem ingredientes de origem animal ou a utilização de testes em animais&lt;/strong&gt; e sem derivados do petróleo ou componentes tóxicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os produtos orgânicos e artesanais estão cada vez mais divulgados e procurados. Cuidar do meio ambiente e de sua saúde, sem prejudicar seus hábitos, apenas substituindo mesmo que um produto por vez, colabora com a qualidade de vida de todos. Busque os sabonetes, cremes hidratantes e óleos ecologicamente corretos. Voltando para os materiais de limpeza, há receitas caseiras simples e eficazes. Utilize o vinagre para desengordurar as superfícies e vidros e o bicarbonato de sódio para a limpeza do banheiro e da cozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o uso desses materiais, você deve enxaguar e secar o local. Ao invés de comprar os desodorantes de ambiente, faça uma solução de ervas e vinagre, que não causam problemas respiratórios em sua família. Os detergentes de louça biodegradáveis são materiais que se decompõem em contato com os microorganismos presentes nos rios onde é despejado o esgoto doméstico. Eles não prejudicam a oxigenação dos mesmos e seus habitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, &lt;strong&gt;dê preferência aos produtos biodegradáveis&lt;/strong&gt;, e confira sobre se as informações são claras no rótulo sobre a sua composição química. Faça a sua parte. Referências: http://www.ecocert.com.br/, http://vidasimples.abril.uol.com.br – (palavra-chave: limpeza, receitas caseiras)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cassiana Mallmann é jornalista.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://agoraparana.uol.com.br/secao.asp?secao=28&amp;amp;id_jornal=182"&gt;http://agoraparana.uol.com.br/secao.asp?secao=28&amp;amp;id_jornal=182&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-5902112206510461669?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5902112206510461669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5902112206510461669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/11/ambiente-limpo-maior-parte-dos-produtos.html' title='Ambiente Limpo Ecologicamente Correto'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SSk8cAfKYvI/AAAAAAAAAGQ/QlqByuuHa68/s72-c/NossoAmbiente.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-4092757298948710283</id><published>2008-11-10T12:41:00.002-02:00</published><updated>2008-11-10T12:47:03.920-02:00</updated><title type='text'>ATENÇAO - Projeto de Lei que reduz FLORESTA AMAZÔNICA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SRhJVv0btFI/AAAAAAAAAFQ/ZOibgzhLIdA/s1600-h/queimada-na-amaz-nia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267040402172261458" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SRhJVv0btFI/AAAAAAAAAFQ/ZOibgzhLIdA/s320/queimada-na-amaz-nia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Carta de ONGs pede prazo para discutir projeto Floresta Zero&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Greenpace - 07 de Novembro de 2008&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Queimada na Amazônia: os números do Deter (do Inpe) mostram que a destruição diminuiu em julho, mas o saldo nos 12 meses entre agosto de 2007 e julho de 2008 ainda é muito maior do que o período anterior (agosto/2006 e julho/2007).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;São Paulo (SP), Brasil — Projeto de Lei que reduz Reserva Legal na Amazônia volta à pauta de votação no Congresso antes da formação de Grupo de Trabalho proposto pelos ministérios do Meio Ambiente e Agricultura.&lt;br /&gt;As florestas brasileiras estão por um fio novamente. Isso porque voltou à pauta de votação do Congresso o Projeto de Lei número 6424/05, também conhecido como projeto Floresta Zero. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Faz tempo que muitos setores da economia que atuam na Amazônia tentam mudar a legislação ambiental brasileira para adequá-la aos seus interesses, em vez de se adequarem eles às necessidades da região. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eles voltaram à carga com força total para aprovar o PL de autoria do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), que "altera a Lei nº 4.771, de 15 de setembro de 1965, instituindo o novo Código Florestal, para permitir a reposição florestal e a recomposição da Reserva Legal mediante o plantio de palmáceas em áreas alteradas".Para brecar o projeto, que na prática reduz a Reserva Legal na Amazônia, permitindo até a existência de áreas inteiras sem floresta alguma, ONGs que formam o &lt;a href="http://www.greenpeace.org/brasil/amazonia/noticias/pacto-nacional-prop-e-metas-an" target="_blank"&gt;Pacto pela Valorização da Floresta e pelo Fim do Desmatamento na Amazônia&lt;/a&gt; entregaram esta semana uma carta ao &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;deputado Jorge Khoury (DEM-BA),&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; relator do texto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As ONGs pedem um prazo de no mínimo três meses para que o Grupo de Trabalho anunciado pelos ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura discuta o assunto e apresente alternativas viáveis. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Assinam a carta as organizações Greenpeace, Instituto Socioambiental (ISA), WWF, Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Instituto Centro de Vida (ICV), Conservação Internacional (CI), The Nature Conservancy, Amigos da Terra e Imazon. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.greenpeace.org/brasil/documentos/amazonia/carta-de-ongs-contra-projeto-f" target="_blank"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; para ler a carta. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;"Na Amazônia, a simples existência de leis não é capaz de deter o desmatamento e os crimes lá ocorridos, mas o enfraquecimento delas, com certeza, os incentivarão", afirma Márcio Astrini, da campanha de Amazônia do Greenpeace.Você também pode se manifestar contra o projeto Floresta Zero. Entre em nossa página especial &lt;a href="http://meiaamazonianao.org.br/" target="_blank"&gt;Meia Amazônia Não!&lt;/a&gt; e assine a petição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Copyright 1998-2008 - Greenpeace Brasil - Todos os direitos reservados - All rights reserved.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.greenpeace.org/brasil/amazonia/noticias/carta-de-ongs-pede-prazo-para"&gt;http://www.greenpeace.org/brasil/amazonia/noticias/carta-de-ongs-pede-prazo-para&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;MEIA AMAZONIA - NÃO!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://meiaamazonianao.org.br/"&gt;http://meiaamazonianao.org.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;*&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;*&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-4092757298948710283?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/4092757298948710283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/4092757298948710283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/11/atenao-projeto-de-lei-que-reduz.html' title='ATENÇAO - Projeto de Lei que reduz FLORESTA AMAZÔNICA'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SRhJVv0btFI/AAAAAAAAAFQ/ZOibgzhLIdA/s72-c/queimada-na-amaz-nia.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-7884294809406953729</id><published>2008-11-02T14:28:00.002-02:00</published><updated>2008-11-02T15:07:47.071-02:00</updated><title type='text'>RESÍDUOS LÍQUIDOS DE MEDICAMENTOS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Atualmente existem alternativas para o tratamento de esgotos hospitalares e de suas principais fontes de contaminação, concluiu a pesquisa do Hansruedi Siegrist e Adriano Joss, do Departamento de Engenharia da Eawag - Instituto Federal Suíço de Ciência Aquática e Tecnologia.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É o caso da urina, que por estar repleta de medicamentos e hormônios excretados, precisa ser tratada separadamente. Isso leva à diminuição dos níveis de contaminação do esgoto por essas substâncias, facilitando seu tratamento.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, residuais de medicamentos podem ser detectados na água. Nesse caso, qual deveria ser o desempenho dos processos de tratamento de efluente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na União Européia, estão registrados em torno de 100 mil produtos químicos distintos, dos quais aproximadamente 30 mil são vendidos em quantidade superior a uma tonelada. É inevitável que durante a produção e disposição final, assim com em sua utilizaçao, parte dessas substâncas seja transferida ao ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através de modernos métodos analíticos são encontradas cada vez mais combinações dessas substâncias, em concentrações muito baixas (microgramas e nanogramas por litro) na água, efluentes e lodo, denomiandas microcontaminações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazem parte dessa relação produtos como o pesticida ATRAZINA, o aditivo para plásitico BISPENOL/A e o aditivo para combustível metil-t butil-metil-éter, além de diversos medicamentos de uso diário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São utilizadas atualmente na União Européia cerca de 3300 substâncias diferentes como medicamentos. Em quantidades significativas são encontrados os princípios ativos utilizados em analgésicos, antibióticos, antidiabéitcos, betabloqueadores, anticoncepcionais, redutores de lipídios, psicofármacos ou citostáticos, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente , os medicamentos chegam ao sistema de esgoto através da urina ou fezes. Mas uma parcela não -desprezível dos medicamentos contidos no esgoto é inserida através de descarte incorreto pela bacia sanitária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo alemão investigou a ocorrência de 55 princípios ativos de medicamentos e nove metabólitos no efluente de 40 estações de trataemnto de esgoto. Foram detectados 36 princípios ativos e cinco metabólitos, em concentrações de vários ug/L, por exemplo betabloqueadores e antiepiléticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, novos aspectos ambientais, como a &lt;strong&gt;feminilização dos peixes&lt;/strong&gt;, têm provocado discussões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso tem sido atribuído em parte à introdução  crônica de substâncias endócrinas compostas, não apenas dos hormônios próprios do corpo excretado peal urina e fezes, mas de anticoncepcionais e antidiabéticos, outros medicamentos utilizados  como redutores de nível de colesterol e asma, possuem além do seu efeito principal um efeito hormonal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, para a mairoia dos medicamentos não são conhecidos efeitos endócrinos. Entretano, é possível que eles &lt;strong&gt;nunca tenham sido testados quanto a eventuais efeitos hormonais&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, não se pode excluir a possibilidade de que o grupo dos princípios ativos de medicamentos com efeitos colateriais hormonais indesejados seja muito maior do que o presumido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ações na fonte da ETE.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos princípios ativos de medicamentos ou seus produtos de decomposição excretados representam substâncias polares, cuja decomposição biológica é difícil ou então impossível, além de também não sorver em partículas. &lt;strong&gt;Ao passarem pela estação de tratamento de esgoto, essas substâncias praticamente não são eliminadas e chegam às águas juntamente com o efluente da estaçao de tratamento.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse problema sómente pode ser resolvido  definitivamente por medidas na fonte e ações de polimento nas Estações de Tratamento de Esgoto - ETE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ações na produção - controle da fonte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rótulo ambiental para medicamentos:&lt;/strong&gt; dificilmente um medicamento será proibido por não ser biodegradável. Na Suécia, entretanto, com auxílio da indústria química, foi introduzido um rótulo ambiental, que possiblita ao médico e ao pciente esclher o medicamento mas amigável ao meio ambiente, quando existirem medicamentos de ação semelhante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhoria da avaliação ambiental:&lt;/strong&gt; até então, a avaliação ecotoxicológica de uma sûbstância química geralmente se baseava na determinação da toxicidade aguda ou c´rônica em sistemas ambientais. Entretanto, é preciso dar atenção especial às substâncias utilizadas devido ao seu efeito hormonal, bem como aquelas que possuem um efeito hormonal colateral. Deve-se considerar que substâncias hormonalmente ativas podem ter efeito em concentraçoes baixas. Além disso, na estimativa da concentração de tais substâncias nas águas, deve ser considerado seu comportamento na estação de tratamento de esgoto, assim com o consumo sazonal dos medicamentos, o que nem sempre é fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Proibição de substâncias não degradáveis,&lt;/strong&gt; que sejam utilizadas em contato direto com a água, como produtos para lavagem, limpeza e cuidados com o corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Separação de efluentes muito contaminados.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esgoto hospitalar:&lt;/strong&gt; é tratado separadamente por estar geralmente contaminado com medicamentos. Além disso, parece haver o risco da formação de bactérias mais resistentes em razão da presença de antibióticos; também á mais bactérias multi-resistentes do que em esgotos domésticos. Por isso, deve ser considerado um tratamento separado dos esgotos hospitalares. Por ex. através de membrana biológica  para separação dos microorganismos, seguido de ozonização do efluente. Depois de tratado, o efluente limpo pode ser parcialmente reutilizado reduzindo gastos com água e esgoto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Urina:&lt;/strong&gt; como os  medicamentso e os horônios são excretados em grande parte pela urina, o tratamento separado da ruina reduziria fortemente a poluiçao do esgoto por medicamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pré-tratamento e infiltração da água pluvial:&lt;/strong&gt;  uma condução separada com um eentual pré-tratamento em caso de contaminção intensa, por ex. água da rua, e infiltração aou adução direta reduzem tanto a contaminação por metais pesado squanto a carga de poluentes orgânicos no esgoto e no lodo gerado no tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Medidas adicionais no tratamento de esgoto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A introdução das "medidas na fonte" apresentadas pode levar muito tempo e, portanto, faz sentido continar procurando alternativas de tratamento físico-químico-biológico. Estas medidas técnicas, no entanto, não podem substituir as medidas na fonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Hidro - Aranda Editora - Ano II - N.° 19 - Maio 2008.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-7884294809406953729?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/7884294809406953729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/7884294809406953729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/11/resduos-lquidos-de-medicamentos.html' title='RESÍDUOS LÍQUIDOS DE MEDICAMENTOS'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-5098642207324092739</id><published>2008-10-25T11:36:00.002-02:00</published><updated>2008-10-25T12:02:26.828-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Respire  Fundo&lt;/strong&gt; - GREENPEACE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=XAOGnDyjxIY"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=XAOGnDyjxIY&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-5098642207324092739?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5098642207324092739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5098642207324092739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/10/respire-fundo-greenpeace-httpwww.html' title=''/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-2549401901595600445</id><published>2008-10-03T08:28:00.011-03:00</published><updated>2008-10-03T08:50:05.603-03:00</updated><title type='text'>Anomalia Magnética do Atlântico Sul (SAA).</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SOYCCLnddwI/AAAAAAAAAFg/ocCxotTR07E/s1600-h/SAA+-+PR%C3%93TONS.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5252888251875555074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="251" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SOYCCLnddwI/AAAAAAAAAFg/ocCxotTR07E/s320/SAA+-+PR%C3%93TONS.JPG" width="408" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Anomalia Magnética no Atlântico Sul (SAA).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Multi-angle Imaging espectrorradiômetro (MISR) instrumento a bordo da nave espacial da NASA Terra fez medições científicas no Atlântico Sul. A MISR tem câmeras, com o objetivo de detectar luz visível, mas também são sensíveis a energia de prótons, na alta atmosfera da Terra. Nos níveis de fundo, os prótons se destacam. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Este mapa foi criado especialmente pelo processamento MISR "dark" dados extraídos entre 3 de fevereiro e 16 de Fevereiro de 2000.As imagens captadas pelas camêras, a partir da faixa vermelha, foram projetadas sobre um mapa geográfico da Terra. As órbita das faixas individuais são visíveis, e algumas faixas estão desaparecidas devido às lacunas de dados, falta de informações de navegação espacial, ou de outros problemas no processamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada imagem é um elemento quadrados medindo um quarto de um grau de latitude e longitude, e cada uma contém centenas de milhares de pixels da imagem crua MISR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Anomalia do Atlântico Sul (SAA) é uma região de prótons com níveis anormalmente elevados e são relativamente freqüentes.Cada elemento da imagem do mapa mostra as medidas de próton,mais "aberrantes" e extremas, resultantes da média de todas as observações. Esta acentua o efeito da SAA. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://earthobservatory.nasa.gov/Newsroom/NewImages/images.php3?img_id=3325"&gt;http://earthobservatory.nasa.gov/Newsroom/NewImages/images.php3?img_id=3325&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5252889486913280418" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SOYDKEfZmaI/AAAAAAAAAF4/I7J6v_7w6w4/s320/Campo+Magnetic_Field_Courtesy_NASA.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Figura 1: campo magnético da Terra (Cortesia NASA)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Ângelo Antônio Leithold (C)(1987,1989,2006,2007), a Anomalia Magnética do Atlântico Sul (Figura 1), AMAS ou SAA (do inglês, South Atlantic Anomaly) é uma região onde a parte mais interna do cinturão de Van Allen tem a máxima aproximação com a superfície da Terra. O resultado é que para uma dada altitude, a intensidade de radiação é mais alta nesta região do que em qualquer outra, observar que na figura 1 existem diferentes tonalidades de azul, estas indicam uma menor ''blindagem'' propiciada pelo campo magnético da Terra [1].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5252890203145415266" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SOYDzwqcqmI/AAAAAAAAAGA/qjgn0lVw0hU/s320/AMAS+-+Campo+Magn%C3%A9tico.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Figura 2: Locais onde espaçonaves em órbita sofreram danos (Cortesia NASA).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;AMAS&lt;/strong&gt; é produzida por um "mergulho" no campo magnético terrestre na região, causada pelo fato do centro do campo magnético terrestre estar deslocado em relação ao centro geográfico por 450 km aproximadamente [3].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A variação diurna da altura da camada ionosférica "D", associada à Anomalia Geomagnética do AtLântico Sul é menor [1]. O fenômeno afeta satélites e outras espaçonaves com órbitas a algumas centenas de quilômetros de altitude e com inclinações orbitais entre 35° e 60°. Nessas órbitas os satélites passam periodicamente pela AMAS, ''ficando expostos durante vários minutos às fortes radiações que ali existem.[1]'' . A "International Space Station", orbitando com inclinação de 51.6°, necessita de revestimento especial para suportar as fortes radiações oriundas do Sol, em especial na região da AMAS, também o Space Telescope Huble tem limitadas as observações durante sua passagem sobre o Sul do Brasil. A AMAS sofre um deslocamento para oeste, sua velocidade é 0.3° por ano. A taxa de deslocamento é muito próxima da rotação diferencial entre o núcleo da Terra e sua superfície, estimada estar entre 0.3° e 0.5° por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O vento Solar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5252893358624320338" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SOYGrbvPq1I/AAAAAAAAAGI/wOzG6znmQPg/s320/VentoSolarVoyager-full.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Figura 3:Chegada do vento solar à Magnetosfera da Terra. Note-se que o Campo magnético da Terra tem um "formato de cauda de cometa" devida interação vento solar-magnetosfera.(Fonte: ESA)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;O vento solar é a emissão contínua de partículas carregadas provenientes da coroa solar. Essas partículas podem ser elétrons e prótons além de sub-partículas, neutrinos, por exemplo. Próximo da Terra a velocidade das partículas é em torno de 400 km/s no equador a 800 km/s nos pólos, sua densidade gira em torno de 10 partículas por centímetro cúbico. As variações na coroa solar devida rotação do Sol e sua atividade magnética tornam o vento solar variável e instável, exercendo influência nos gases ao redor da estrela e planetas próximos a ela. As caudas cometárias, por exemplo, tem sua orientação conduzida pela sua direção que também influi nos campos magnéticos planetários, pois defletem as partículas, impedindo-as de chegar às superfícies dos planetas. A deflexão das partículas do vento solar varia conforme o campo magnético do planeta: quanto maior a intensidade magnética, tanto maior o desvio.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://anomalia.magnetica.atlantico.sul.googlepages.com/"&gt;http://anomalia.magnetica.atlantico.sul.googlepages.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;ADEMA - Associação de Defesa ao Meio Ambiente&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Av. Presidente Castelo Branco, 3806 - Sala 1203&lt;/p&gt;&lt;p&gt;UMUARAMA - PARANÁ&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-2549401901595600445?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/2549401901595600445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/2549401901595600445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/10/anomalia-magntica-do-atlntico-sul-saa.html' title='Anomalia Magnética do Atlântico Sul (SAA).'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SOYCCLnddwI/AAAAAAAAAFg/ocCxotTR07E/s72-c/SAA+-+PR%C3%93TONS.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-4112180756683261209</id><published>2008-09-23T08:26:00.000-03:00</published><updated>2008-09-23T08:27:34.531-03:00</updated><title type='text'>Projeto torna crime o uso excessivo de agrotóxicos</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Projeto torna crime o uso excessivo de agrotóxicos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Projeto - 15/09/2008  14h41&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Edson Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edson Duarte ressalta que a legislação atual não estipula penalidades para o uso indevido de agrotóxico.&lt;br /&gt;A Câmara analisa o Projeto de Lei 3649/08, do deputado Edson Duarte (PV-BA), que tipifica como crime o uso excessivo de agrotóxicos em produtos agrícolas ou a aplicação do agrotóxico fora das recomendações do fabricante. A pena prevista é de &lt;a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=101791"&gt;detenção&lt;/a&gt; de seis meses a um ano, além de multa, no caso de não haver danos para o consumidor.Já no caso de morte do consumidor do produto agrícola com excesso de agrotóxicos, o responsável será enquadrado no Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) como autor de homicídio simples, cuja pena de &lt;a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=102508"&gt;reclusão&lt;/a&gt; vai de 6 a 20 anos.Uso indevidoO autor da proposta lembra que a Lei dos Agrotóxicos (Lei 7.802/89), a Lei dos Crimes Ambientais (Lei 9.605/98) e o Código Penal disciplinam o uso indevido de substâncias que causam algum dano à saúde humana, mas não têm penalidades específicas para o uso indevido e excessivo de agrotóxico. O deputado destaca que, em alguns casos, o agrotóxico incorpora-se de modo invisível ao produto agrícola, tornando-o impróprio ao consumo. Essa incorporação é comum, por exemplo, em tomates e morangos. "É necessário, portanto, dar um basta à situação na origem do problema, na plantação", defende o parlamentar.TramitaçãoO projeto será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será votado em Plenário.Íntegra da proposta:&lt;a href="http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=403022"&gt;- PL-3649/2008&lt;/a&gt;Notícias anteriores:&lt;a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk="&gt;Agricultura rejeita advertência em embalagem de agrotóxico&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk="&gt;Proposta inclui verduras sem agrotóxico na merenda escolar&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk="&gt;Seguridade aprova proibição de ácido 2,4-D em agrotóxicos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reportagem - Newton Araújo Jr.Edição - Pierre Triboli(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')&lt;br /&gt;Agência CâmaraTel. (61) 3216.1851/3216.1852&lt;br /&gt;Fax. (61) 3216.1856&lt;br /&gt;E-mail:&lt;a href="mailto:agencia@camara.gov.br"&gt;agencia@camara.gov.br&lt;/a&gt;&lt;a name="documentContent"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-4112180756683261209?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/4112180756683261209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/4112180756683261209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/09/projeto-torna-crime-o-uso-excessivo-de.html' title='Projeto torna crime o uso excessivo de agrotóxicos'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-4152396095300950636</id><published>2008-09-21T01:11:00.003-03:00</published><updated>2008-09-21T01:15:44.498-03:00</updated><title type='text'>+ Ipês</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SNXJxMZ70tI/AAAAAAAAAEw/zMV7qTuxbLo/s1600-h/ipe-rosa...jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248322787750957778" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SNXJxMZ70tI/AAAAAAAAAEw/zMV7qTuxbLo/s320/ipe-rosa...jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SNXJxS-5rsI/AAAAAAAAAE4/rDvCrcvG_jE/s1600-h/ipe-amarelo1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248322789516619458" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SNXJxS-5rsI/AAAAAAAAAE4/rDvCrcvG_jE/s320/ipe-amarelo1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SNXJxkZaHCI/AAAAAAAAAFA/5OUSdVliUeo/s1600-h/ipe-branco1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248322794191199266" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SNXJxkZaHCI/AAAAAAAAAFA/5OUSdVliUeo/s320/ipe-branco1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-4152396095300950636?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/4152396095300950636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/4152396095300950636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/09/ips.html' title='+ Ipês'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SNXJxMZ70tI/AAAAAAAAAEw/zMV7qTuxbLo/s72-c/ipe-rosa...jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-2792270628002543351</id><published>2008-09-20T12:31:00.001-03:00</published><updated>2008-09-20T12:32:56.884-03:00</updated><title type='text'>O IPÊ</title><content type='html'>O ipê e o prisioneiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando há muito anos fui aprisionado nessa cela fria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do segundo andar da penitenciária lá na rua eu via.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um jardineiro plantava um Ipê e ao correr dos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele foi crescendo e ganhando vida enquanto eu sofria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu ipê florido junto a minha cela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje tem altura de minha janela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só uma diferença há entre nós agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui dentro é noite não tem mais aurora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanta claridade tem você lá fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Desconheco o autor]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-2792270628002543351?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/2792270628002543351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/2792270628002543351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/09/o-ip.html' title='O IPÊ'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-8436809581427902209</id><published>2008-09-20T11:57:00.004-03:00</published><updated>2008-09-21T01:11:08.160-03:00</updated><title type='text'>DIA DA ARVORE - IPÊS BRANCOS (Osmar Junqueira)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SNXFE5iVLCI/AAAAAAAAAEY/NLot0WSVigA/s1600-h/IpÃª+Branco+1+-+BuracÃ£o+do+ManÃ©zinho+++set-2008.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248317628725144610" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SNXFE5iVLCI/AAAAAAAAAEY/NLot0WSVigA/s320/Ip%C3%AA+Branco+1+-+Burac%C3%A3o+do+Man%C3%A9zinho+++set-2008.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SNXFFOBAi6I/AAAAAAAAAEg/nBIfC2sTuNI/s1600-h/IpÃª+Branco+2+-+BuracÃ£o+do+ManÃ©zinho+++set-2008.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248317634222525346" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SNXFFOBAi6I/AAAAAAAAAEg/nBIfC2sTuNI/s320/Ip%C3%AA+Branco+2+-+Burac%C3%A3o+do+Man%C3%A9zinho+++set-2008.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SNXFFHfswLI/AAAAAAAAAEo/Dsin25Juyxk/s1600-h/IpÃª+Branco+3+-+BuracÃ£o+do+ManÃ©zinho+++set-2008.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248317632472203442" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SNXFFHfswLI/AAAAAAAAAEo/Dsin25Juyxk/s320/Ip%C3%AA+Branco+3+-+Burac%C3%A3o+do+Man%C3%A9zinho+++set-2008.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-8436809581427902209?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/8436809581427902209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/8436809581427902209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/09/ip-branco-amarelo-e-rosa.html' title='DIA DA ARVORE - IPÊS BRANCOS (Osmar Junqueira)'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SNXFE5iVLCI/AAAAAAAAAEY/NLot0WSVigA/s72-c/Ip%C3%AA+Branco+1+-+Burac%C3%A3o+do+Man%C3%A9zinho+++set-2008.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-5573902444181743461</id><published>2008-09-20T11:35:00.005-03:00</published><updated>2008-09-20T11:56:34.631-03:00</updated><title type='text'>DIA DA ÁRVORE - 2008</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SNUOvRluQCI/AAAAAAAAAD4/SGSqG0bz4DA/s1600-h/IP%C3%8A+AMARELO.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;DIA DA ÁRVORE&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Neste dia tão especial, vou deixar as imagens que valem mais que palavras...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;abc verdes e floridos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-5573902444181743461?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5573902444181743461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5573902444181743461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/09/dia-da-rvore-neste-dia-to-especial-vou.html' title='DIA DA ÁRVORE - 2008'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-54566626713910471</id><published>2008-09-01T18:39:00.004-03:00</published><updated>2008-09-02T18:53:54.141-03:00</updated><title type='text'>Resposta a uma leitora</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_4CGjUMQxslo/SLxjcIlX21I/AAAAAAAAABg/XuFepZjonSc/s1600-h/empresa_img.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_4CGjUMQxslo/SLxjcIlX21I/AAAAAAAAABg/XuFepZjonSc/s320/empresa_img.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5241173401344138066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esses dias recebi um e-mail de uma grande amiga, comentando o post do dia 20/08,segue abaixo o comentário que ela fez:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...eu, por exemplo, que não entendo muito do assunto quase fiquei puta com a Samsung por ela poder influenciar no desmatamento por causa desse celular, só que pensando melhor eu vejo q o negócio não é bem assim.. não concordo que se possa criticar ou julgar idéias sustentáveis só porque estão na moda, acredito que se deve apoiar a iniciativa e a partir dai controlar a sua viabilidade. A simples idéia de um bom marketing para uma empresa pode sim gerar vários benefícios para a sociedade, ainda não tenho tanta certeza quanto ao meio ambiente, mas não duvido que possa ser igual já que este assunto está tão em alta, não?!...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que li, logo pensei em postar o comentário aqui e dar a resposta publicada, assim posso esclarecer alguns pontos de vista.&lt;br /&gt;Primeiramente, quero dizer que não sou contra idéias sustentáveis, tem muita coisa boa rolando por ai,como por exemplo a tentativa de se produzir &lt;a href="http://oglobo.globo.com/ciencia/salvevoceoplaneta/mat/2008/08/15/estradas_poderao_ser_transformadas_em_centrais_para_geracao_de_eletricidade-547767149.asp"&gt;energia elétrica através do calor contido nas estradas&lt;/a&gt;,ou então como o exemplo da empresa &lt;a href="http://www.suinoculturaindustrial.com.br/site/dinamica.asp?id=26474&amp;tipo_tabela=especiais&amp;categoria=feira_avesui"&gt;Pork Terra&lt;/a&gt;,uma fazenda de suinocultura que consegue gerar energia elétrica, biogás GLP e biodiesel (Pork Fuel) a partir da gordura   suína.  Esse tipo de tecnologia sustentável me agrada muito, e sempre que souber de algo do tipo estarei postando aqui para vocês..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é pra ficar brava com a Samsung, ela só esta explorando o mercado sustentável, e quando eu digo que a substituição do plástico comum por bioplástico pode influenciar no desmatamento estou me referindo a esta pratica em grande escala.O que não é improvável de acontecer, como vemos na reportagem que encontrei no &lt;a href="http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_296387.shtml"&gt;Planeta Sustentável&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Ter um celular a base de milho pode ser muito bacana a efeito de moda, pra mostrar para os amigos e dizer: Olha meu celular é feito de milho, estou ajudando a salvar o planeta \o/.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O que eu quis exaltar no post, é que os problemas ambientais não se limitam apenas ao que é divulgado por ai, existem outras causas tão importantes e sólidas quanto aquecimento global e mudanças climáticas, como por exemplo, a falta de saneamento básico, que inclusive já citei aqui, e a transposição do Rio São Francisco(pretendo escrever algo em breve). Também quero frisar que  soluções para os problemas  não são tão simples como  imaginam muitas pessoas.Afinal, viabilizar a introdução de idéias sustentáveis, minimizando os impactos ambientais,econômicos e sociais  parece ser uma coisa simples?&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   A idéia do blog é mostrar a realidade do que esta acontecendo na área ambiental, se alguém mostrar que estou errado em relação ao bioplástico, ou qualquer outro assunto, vou ter  prazer em me redimir aqui. Não quero ser o dono da verdade, apenas quero saber a maneira correta de agir para tornar o nosso futuro um pouco melhor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-54566626713910471?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/54566626713910471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/54566626713910471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/09/resposta-uma-leitora_01.html' title='Resposta a uma leitora'/><author><name>Rep.Pererekão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_4CGjUMQxslo/SLxjcIlX21I/AAAAAAAAABg/XuFepZjonSc/s72-c/empresa_img.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-2262665184952337393</id><published>2008-08-30T12:52:00.000-03:00</published><updated>2008-08-30T12:53:03.330-03:00</updated><title type='text'>NOTA PÚBLICA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Desregulamentar para envenenar: transnacionais querem impedir a reavaliação dos agrotóxicos no país,  colocando em risco saúde da população brasileira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em 2007, o Brasil tornou-se o segundo maior consumidor mundial de agrotóxicos, atrás apenas dos Estados Unidos. Entre 2002 e 2007, o faturamento líquido do setor passou de US$ 1,9 bilhão para US$ 5,4 bilhões e a tendência de crescimento deve continuar, graças ao fortalecimento do modelo exportador de commodities agrícolas. Entretanto os prejuízos e benefícios que esse modelo produz são muito mal distribuídos.&lt;br /&gt;No que se refere à expansão do uso dos agrotóxicos, os prejuízos ficam para os pequenos produtores rurais e a população em geral. Segundo o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas, em 2006, os agrotóxicos de uso agrícola e doméstico totalizaram quase 9.600 registros, 17% acima do ano anterior, e para cada intoxicação notificada estima-se que há outras 50 não comunicadas. A maior parte delas ocorre no campo, entre trabalhadores rurais, que não recebem treinamento adequado para entender o código de cores que indica a toxicidade de um produto, compreender as informações complexas apresentadas nas bulas, ou interpretar corretamente o significado dos pictogramas, que os avisam que devem usar máscaras ou luvas. Porém os danos dos agrotóxicos também atingem a população urbana, pois, segundo o Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), parte considerável dos alimentos chegam às mesas das pessoas com resíduos de agrotóxico acima do limite recomendado, ou contaminados por agrotóxicos não apropriados para aquela cultura.&lt;br /&gt;Por outro lado, os benefícios são apropriados por um grupo de 10 empresas, quase todas transnacionais, que controlam o mercado nacional de agrotóxicos. Bayer (Alemanha), Syngenta (Suíça), Basf (Alemanha), Monsanto (EUA), Dow Chemical (EUA), Milenia/Makteshim Agan (Israel), DuPont (EUA), FMC (EUA), Nortox (Brasil) e Arysta (Japão), juntas, são responsáveis pela comercialização de mais de 90% dos agrotóxicos no Brasil. Estas empresas, individualmente ou através do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola (SINDAG), vêm recentemente obtendo uma série de liminares contra a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) do Ministério da Saúde, e conseguindo impedir ou adiar o processo de reavaliação dos agrotóxicos registrados no país.&lt;br /&gt;A reavaliação é um procedimento que permite que um agrotóxico seja retirado do mercado. A mudança no registro pode ocorrer por diferentes motivos: quando pesquisas apontam para novos riscos à saúde humana ou ao meio ambiente; no caso de uma perda de efetividade do agrotóxico, ou ainda se produtos menos tóxicos são desenvolvidos para substituir os antigos. No Brasil, cabe aos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Saúde, e do Meio Ambiente, dentro de suas competências, promover a reavaliação de agrotóxicos quando surgirem indícios da ocorrência de riscos que desaconselhem o uso desses produtos. A reavaliação no país vem sendo realizada pela Anvisa desde 2000 e, para 2008, a agência havia programado reavaliar 14 substâncias. Entretanto, o processo vem sendo constantemente interrompido por ações judiciais movidas pelas empresas.&lt;br /&gt;Em abril de 2008, a companhia japonesa Arysta conseguiu um mandato de segurança que impede a Anvisa de alterar o registro dos agrotóxicos produzidos a partir do acefato. Em julho, o SINDAG conseguiu, com uma liminar, interromper a reavaliação de nove princípios ativos (triclorfom, parationa metílica, metamidofós, fosmete, carbofurano, forato, endossulfam, paraquate e tiran). Em agosto, a italiana Sipcam Isagro entrou na justiça com um pedido de anulação do processo de reavaliação da cihexatina, numa tentativa de impedir que a Anvisa publique as restrições a esse agrotóxico. Muitos desses produtos têm seu uso proibido ou restrito na Europa e nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;A partir dessas ações, a Anvisa vem sendo impedida de realizar uma de suas atribuições fundamentais: proteger a saúde da população. Nesse contexto, é fundamental que seja amplamente divulgada à sociedade essa tentativa das indústrias, inclusive grandes transnacionais, de dificultar a atuação reguladora dos órgãos de saúde pública. Também o poder judiciário não pode permitir que uma medida ligada à garantia do direito a saúde dos cidadãos brasileiros seja flexibilizada em nome do interesse privado de empresas cujas atividades têm resultado em intoxicação de trabalhadores, contaminação de ecossistemas e diminuição da qualidade de nossos alimentos. À Anvisa deve ser garantido o poder de regular os agrotóxicos no Brasil e à sociedade o direito de participar e decidir sobre a utilização desses venenos no seu cotidiano.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Assinam a nota:&lt;br /&gt;GT Químicos da Rede Brasileira de Justiça Ambiental Articulação Nacional da Agroecologia - ANAComissão Pastoral da Terra - CPT Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil - FEAB Federação Nacional dos Farmacêuticos - FENAFARFórum Brasileiro de Segurança Alimentar e Nutricional - FBSANInstituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - IDECMarcha Mundial das Mulheres - MMMMovimento dos Atingidos por Barragens - MABMovimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - MSTPlataforma Brasileira de Direitos Humanos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais - DhESCA BrasilRede Brasileira de Justiça Ambiental - RBJARede Brasileira Pela Integração dos Povos - REBRIPRelatoria Nacional para o Direito Humano ao Meio Ambiente / Plataforma DHESCA BrasilTerra de Direitos Via Campesina&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-2262665184952337393?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/2262665184952337393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/2262665184952337393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/08/nota-pblica.html' title='NOTA PÚBLICA'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-5385520635644619245</id><published>2008-08-28T22:00:00.002-03:00</published><updated>2008-08-28T22:15:43.957-03:00</updated><title type='text'>Trata Brasil</title><content type='html'>E ae pessoal beleza?Vim aqui hoje para dizer que firmamos uma parceria com o pessoal do Instituto Trata Brasil, estarei sempre divulgando o trabalho deles por aqui.Para acessar o blog deles é só clicar no link ali do lado, em "Parceiros",vale a pena.&lt;br /&gt;Bom eu ia escrever todo um post explicando quem são, os objetivos e a importância do trabalho do Instituto Trata Brasil, mas eu achei um video que resume tudo isso, e é bem melhor ver um vídeo do que ficar lendo né!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CIUoomQxJUs&amp;hl=en&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/CIUoomQxJUs&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Instituto está de Parabéns, é de pessoas sérias como eles que precisamos na luta por um meio ambiente melhor.Eu vou terminar complementando o comentário da Dani no post sobre Saneamento Básico.É uma vergonha,um país que discursa modernidade,ainda se morrer por falta de saneamento,um bem que é direito de todos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-5385520635644619245?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5385520635644619245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/5385520635644619245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/08/trata-brasil.html' title='Trata Brasil'/><author><name>Rep.Pererekão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-8617158450539770105</id><published>2008-08-25T22:31:00.007-03:00</published><updated>2008-08-25T23:53:29.568-03:00</updated><title type='text'>Saneamento Básico</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#330000;"&gt;E ae pessoal,antes de falar um pouco sobre a questão do saneamento básico eu quero pedir desculpas por não ter postado ainda o primeiro artigo da série que prometi,a faculdade e o trabalho tem tomado muito meu tempo.Mas para não deixar o blog as moscas eu resolvi fixar dois dias da semana pra eu postar alguma coisa, facilitando a vida de vocês também, então anotem ae, vou postar algo novo toda segunda e sexta-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, vamos ao assunto.Ao contrário da sustentabilidade, a questão do saneamento básico não esta na moda, você não vê o Greenpeace saindo por ae fazendo passeata,se acorrentando em portões ou fazendo greve de fome por causa disso.Pois é, mas deveria.&lt;br /&gt;Por incrivel que pareça, apenas 47% da população brasileira tem acesso a rede de coleta de esgoto.Aproximadamente 1 milhão de pessoas não contam com esse sistema.&lt;br /&gt;Mas e ae, qual o problema?o que que o nosso "cocô" pode fazer de mal pro meio ambiente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita coisa,pra quem ainda não sabe, existe água em baixo da terra e essa água representa 20% do total de água potável no planeta.E o nosso "cocôzinho" contém coliformes fecais, que são nocivos para a saúde do homem.Quando a disposição do esgoto é mal feita e não segue algumas normas(maioria dos casos) há uma grande possibilidade do lixiviado das fezes atingir o lençol, contaminando-o com os coliformes, prejudicando todo o ecossistema do lugar.&lt;br /&gt;Mas não é só o meio ambiente que é prejudicado com essa falta de saneamento, cerca de 65% das internações de crianças com menos de 10 anos são provocadas por males relacionados à inexistência de esgoto e água limpa.&lt;br /&gt;Bom a campanha abaixo é realizada pela instituição Trata Brasil, e diz muito sobre a seriedade do assunto.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/SJ7UKTAHaTY&amp;hl=en&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/SJ7UKTAHaTY&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Depois de muito sacrifício e ajuda do meu amigo P&lt;a href="http://www.bostaazeda.com/"&gt;edraum(alias confiram o bostaazeda) &lt;/a&gt;,eu consegui postar o vídeo aqui,valeu Pedro.&lt;br /&gt;     Será que se a falta de saneamento básico atingisse também as classes mais altas, não teríamos uma maior divulgação e preocupação com o assunto?Fica aqui a pergunta.Até sexta-feira&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-8617158450539770105?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/8617158450539770105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/8617158450539770105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/08/saneamento-bsico.html' title='Saneamento Básico'/><author><name>Rep.Pererekão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-3707198634511954374</id><published>2008-08-20T12:56:00.007-03:00</published><updated>2008-08-24T18:50:25.485-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_4CGjUMQxslo/SKw_ITtU4YI/AAAAAAAAAAY/C2f95hFuHws/s1600-h/imagem.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5236629878686933378" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_4CGjUMQxslo/SKw_ITtU4YI/AAAAAAAAAAY/C2f95hFuHws/s200/imagem.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#333333;"&gt;Um dia desses, lendo um periódico ambiental que assino, me deparei com um anuncio do celular “verde”. Tratava-se de um celular da Samsung que fora produzido usando como matéria prima um bioplástico gerado através de algumas plantas, entre elas o milho. Uma tonelada de bioplástico é capaz de reduzir em até 2,16 toneladas o uso de CO2, em comparação com o uso do policarbonato (plástico comum), produzido a partir do petróleo, e o aparelho ainda vem embalado em uma caixa de papel reciclado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#333333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#333333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#333333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#333333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#333333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#333333;"&gt;Quando terminei de ler a matéria, a primeira coisa que pensei foi: - pronto, ser “sustentável” esta na moda, e lembrei de algumas outras tecnologias que, segundo suas empresas geradoras, visam um meio ambiente melhor para todos nós e resolvi postar algumas aqui, então lá vai:&lt;br /&gt;A Samsung não foi a primeira a fabricar um celular ecologicamente correto,a &lt;a href="http://www.dialaphone.co.uk/blog/wp-content/uploads/2007/05/se_t650i_green.jpg"&gt;SonyEricsson&lt;/a&gt; foi pioneira no assunto e até ganhou um selo de empresa mais “eco-responsavel” do Greenpeace.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#333333;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#333333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#333333;"&gt;Ainda na linha dos eletrônicos produzidos através de milho temos um &lt;a href="http://super.abril.com.br/blogs/planeta/96524_post.shtml"&gt;pen-drive&lt;/a&gt;,que é fabricado pela empresa ATP EarthDrive, e só para variar também vem embalado em um caixa de papel reciclado.&lt;br /&gt;A lista dos produtos ecologicamente correto é grande, e atinge todas as áreas.O que você acha da idéia de freqüentar uma &lt;a href="http://blogdoplaneta.com/colunaepoca/2008/08/19/aqui-voce-gera-energia-dancando/"&gt;balada sustentável&lt;/a&gt;?Pois é, Londres foi a pioneira no assunto, a casa noturna Surya serve bebidas alcoólicas orgânicas e também adotou umas pista de dança que reverte o “molejo” dos dançarinos em energia. Recentemente uma balada do mesmo tipo foi inaugurada em Roterdã,Holanda. A Club Watt promete gerar 30% da energia gasta na noite,dependendo apenas da animação dos baladeiros de plantão.Ah, e para ser mais sustentável, a Club Watt oferece desconto para que for de bicicleta, a pé ou via transporte coletivo para a balada! &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#333333;"&gt;&lt;br /&gt;Bom, depois de ligar com o seu celular “feito de milho” para aquela gata, combinar de pegar uma balada ecologicamente correta,pedalar para chegar lá, dançar loucamente para gerar energia,e no final da noite dar uma carona para ela no cano da sua “magrela” e pintar aquele clima,eu te pergunto: Como fazer “daquele” momento, um pouco mais eco-responsável? Eis a resposta meu caro amigo, use a &lt;a href="http://super.abril.com.br/blogs/planeta/81835_post.shtml"&gt;camisinha sustentável &lt;/a&gt;fabricada aqui no Brasil.Ela é produzida com látex extraído de seringueiras nativas no Acre.&lt;br /&gt;Mas, será mesmo que essas iniciativas serão capazes de salvar o planeta?Ou não passam de puro Marketing?Pense bem, se os celulares passarem a ser produzidos a partir de um bio-plástico com base no milho, a produção do milho vai ter de aumentar, desta forma o desmatamento com fins agrícolas também aumenta, e o desmatamento não esta entre os vilões no âmbito ambiental?&lt;br /&gt;Os problemas ambientais vão além das emissões de gases poluentes, como pensam a maioria das pessoas, e a solução para estes não são simples. E para provar isto eu vou escrever uma série de artigos aqui no blog, abordando algumas problemáticas ambientais sob diversos pontos de vista.Vou começar falando das mudanças climáticas, assim que a faculdade e o trabalho me permitirem um tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-3707198634511954374?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/3707198634511954374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/3707198634511954374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/08/um-dia-desses-lendo-um-peridico.html' title=''/><author><name>Rep.Pererekão</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_4CGjUMQxslo/SKw_ITtU4YI/AAAAAAAAAAY/C2f95hFuHws/s72-c/imagem.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-2447005211650582524</id><published>2008-08-15T11:06:00.001-03:00</published><updated>2008-08-15T11:07:39.753-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Argamassa ambiental para construção civil O Centro de Tecnologia Mineral&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;(Cetem) e o Instituto Nacional de Tecnologia (INT), órgãos do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), desenvolveram projeto de uma argamassa ambiental. Segundo as instituições, trata-se de alternativa ecológica e econômica às 720 toneladas de resíduos finos (“pó de rochas”) lançadas mensalmente pelas serrarias de rochas ornamentais nos riachos e rios do município de Santo Antônio de Pádua (RJ). O resultado prático do estudo dos dois institutos de pesquisa é a inauguração, nesta quarta-feira (11/6), da primeira fábrica de argamassa ambiental no Rio de Janeiro. A empresa Argamil investiu R$ 8 milhões na instalação da fábrica em Santo Antônio de Pádua, e o Banco de Fomento do Rio de Janeiro (Investrio), R$ 2 milhões para viabilizar o projeto. A fábrica tem capacidade de produzir 1,24 tonelada por mês do produto. A iniciativa também conta com apoio da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). Os institutos avançaram na pesquisa da argamassa ambiental a partir da utilização dos resíduos produzidos pelas serrarias que cortam, à beira dos rios, rochas conhecidas como pedras miracema e madeira, para aproveitamento em revestimento de pisos e paredes na construção civil. A nova técnica, além de reciclar a água poluída, gera um resíduo sólido que, após secagem, pode ser utilizado na formulação da argamassa. Segundo o Cetem, a argamassa ambiental permitirá economia de outras substâncias minerais como a cal ou o calcário, que serão substituídos pelo pó de rocha na formulação da argamassa. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Mais informações: www.cetem.gov.br&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-2447005211650582524?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/2447005211650582524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/2447005211650582524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/08/argamassa-ambiental-para-construo-civil.html' title=''/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-2912842202765465462</id><published>2008-08-15T10:51:00.008-03:00</published><updated>2008-08-15T11:08:49.372-03:00</updated><title type='text'>DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A RECICLAGEM DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;A&lt;/span&gt; reciclagem de resíduos pela indústria da construção civil vem se consolidando como uma prática importante para a sustentabilidade, sejaatenuando o impacto ambiental gerado pelo setor ou reduzindo os custos. O&lt;br /&gt;processo de P&amp;amp;D de novos materiais reciclados precisa ser feito de forma cautelosa e criteriosa para garantir o sucesso destes produtos no mercado.&lt;br /&gt;Este artigo aborda os benefícios e os impactos que a reciclagem de resíduospodem gerar, além de analisar os principais resíduos reciclados atualmente pelo setor da construção civil. Discute critérios julgados como essenciais no processo de P&amp;amp;D de produtos reciclados, indicando diretrizes para o desenvolvimento de uma metodologia que direcione este processo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1. BENEFÍCIOS AMBIENTAIS DA RECICLAGEM DE RESÍDUOS.&lt;br /&gt;No modelo atual de produção, os resíduos sempre são gerados seja para bens de consumo duráveis (edifícios, pontes e estradas) ou não-duráveis (embalagens descartáveis). Neste processo, a produção quase sempre utiliza matérias-primas não-renováveis de origem natural. Este modelo não apresentava problemas até recentemente, em razão da abundância de recursos naturais e menor quantidade de pessoas incorporadas a sociedade de consumo (JOHN, 1999; JOHN, 2000; CURWELL; COOPER, 1998; GÜNTHER, 2000).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com a intensa industrialização, advento de novas tecnologias, crescimento populacional e aumento de pessoas em centros urbanos e diversificação do consumo de bens e serviços, os resíduos se transformaram em graves problemas urbanos com um gerenciamento oneroso e complexo considerandose volume e massa acumulados, principalmente após 1980. Os problemas se caracterizavam por escassez de área de deposição de resíduos causadas pela ocupação e valorização de área urbanas, altos custos sociais no gerenciamento de resíduos, problemas de saneamento público e contaminação ambiental (JOHN, 1999; JOHN, 2000; BRITO, 1999; GÜNTHER, 2000; PINTO, 1999).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Durante a ECO-92 e a definição da Agenda 21, houve destaque a necessidade urgente de se implementar um adequado sistema de gestão ambiental para os resíduos sólidos (GÜNTHER, 2000). Uma das formas de solução para os problemas gerados é a reciclagem de resíduos, em que a construção civil tem um grande potencial de utilização dos resíduos, uma vez que ela chega a consumir até 75% de recursos naturais (JOHN, 2000; LEVY, 1997; PINTO, 1999).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, sabe-se que ações isoladas não irão solucionar os problemas advindos por este resíduo e que a indústria deve tentar fechar seu ciclo produtivo de tal forma que minimize a saída de resíduos e a entrada de matéria-prima não renovável (DORSTHORST; HENDRIKS, 2000).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De uma forma geral, estes ciclos para a construção tentam aproximar a construção civil do conceito de desenvolvimento sustentável, entendido aqui como um processo que leva à mudanças na exploração de recursos, na direção dos investimentos, na orientação do desenvolvimento tecnológico e nas mudanças institucionais, todas visando à harmonia e ao entrelaçamento nas aspirações e necessidades humanas presentes e futuras. Este conceito não implica somente multidisciplinariedade, envolve também mudanças culturais, educação ambiental e visão sistêmica (BRANDON, 1998; ANGULO, 2000; JOHN, 2000; ZWAN, 1997).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Embora a redução na geração de resíduo seja sempre uma ação necessária, ela é limitada, uma vez que existem impurezas na matéria-prima, envolve custos e patamares de desenvolvimento tecnológico (SOUZA et al., 1999; JOHN, 2000).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, a reciclagem na construção civil pode gerar inúmeros benefícios citados abaixo:&lt;br /&gt;- Redução no consumo de recursos naturais não-renováveis, quando substituídos por resíduos reciclados (JOHN, 2000).&lt;br /&gt;- Redução de áreas necessárias para aterro, pela minimização de volume de resíduos pela reciclagem. Destaca-se aqui a necessidade da própria&lt;br /&gt;reciclagem dos resíduos de construção e demolição, que representam mais de 50% da massa dos resíduos sólidos urbanos (PINTO, 1999).&lt;br /&gt;- Redução do consumo de energia durante o processo de produção. Destacase a indústria do cimento, que usa resíduos de bom poder calorífico para a obtenção de sua matéria-prima (co-incineração) ou utilizando a escória de altoforno, resíduo com composição semelhante ao cimento (JOHN, 2000).&lt;br /&gt;- Redução da poluição; por exemplo para a indústria de cimento, que reduz a emissão de gás carbônico utilizando escória de alto forno em substituição ao cimento portland (JOHN, 1999).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;ÂNGULO, Sérgio Cirelli (1); ZORDAN, Sérgio Edurado (2); JOHN,&lt;br /&gt;Vanderley Moacyr (3)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.reciclagem.pcc.usp.br/ftp/artigo%20IV_CT206_2001.pdf"&gt;http://www.reciclagem.pcc.usp.br/ftp/artigo%20IV_CT206_2001.pdf&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-2912842202765465462?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/2912842202765465462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/2912842202765465462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/08/reciclagem-de-resduos-pela-indstria-da.html' title='DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A RECICLAGEM DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL'/><author><name>ADEMA</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12790041926289986378</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://1.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2pVJoR5lI/AAAAAAAAAB4/-LWP_lfz66k/s1600-R/adema%2Bperfeito.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-3149178195714444307</id><published>2008-08-10T13:05:00.001-03:00</published><updated>2008-08-10T13:08:11.846-03:00</updated><title type='text'>BOSQUES DO SILÊNCIO</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;BOSQUE DO SILÊNCIO&lt;br /&gt;Por Eduardo Galeano&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Muitos são os anéis que seus aniversários desenharam em seu tronco.&lt;br /&gt;Estas árvores, estes gigantes cheios de anos, levam séculos cravados no fundo da terra,&lt;br /&gt;e não podem fugir, Indefesos diante das serras elétricas, rangem e caem.&lt;br /&gt;Em cada derrubada o mundo vem abaixo; e a passarada fica sem casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morrem assassinados os velhos estorvos. Em seu lugar, crescem os jovens rentáveis.&lt;br /&gt;Os bosques nativos abrem espaço para os bosques artificiais.&lt;br /&gt;A ordem, a ordem militar, ordem industrial, triunfa sobre o caos natural.&lt;br /&gt;Parecem soldados em fila os pinheiros e eucaliptos de exportação, que marcham rumo ao mercado internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fast food, fast wood: os bosques artificiais crescem num instante e vendem-se num piscar de olhos.&lt;br /&gt;Fontes de divisas, exemplos de desenvolvimento, símbolos de progresso, esses criadouros de madeira ressecam a terra e arruínam os solos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neles, os pássaros não cantam.&lt;br /&gt;As pessoas os chamam de bosques do silêncio.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-3149178195714444307?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/3149178195714444307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/3149178195714444307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/08/bosques-do-silncio.html' title='BOSQUES DO SILÊNCIO'/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5749317561247786766.post-6266556306753442177</id><published>2008-08-09T12:35:00.004-03:00</published><updated>2008-08-10T13:16:10.481-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SJ25yR3EnAI/AAAAAAAAAB8/lMu5xA9QKD8/s1600-h/veneno.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5232542615513373698" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SJ25yR3EnAI/AAAAAAAAAB8/lMu5xA9QKD8/s320/veneno.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SJ25n4b_p3I/AAAAAAAAAB0/HKu_0sOfB3w/s1600-h/adema+perfeito.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://adema-ong.blogspot.com/2008/07/populao-do-paran-cobaias-do-agrotxico.html"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;font-size:130%;color:#006600;"&gt;A POPULAÇÃO DO PARANÁ - COBAIAS DO AGROTÓXICO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_U0XZRbl2pFA/SJ2dxSX34mI/AAAAAAAAAAo/UQSTr-vzGT4/s1600-h/veneno.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;População do PR pode virar 'cobaia de agrotóxico'&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Afirmação é do presidente da Associação de Defesa e Orientação do Consumidor do Paraná (Adoc), referindo-se à portaria 94 publicada em junho, que estabelece critérios para o uso de veneno em culturas ainda não registradas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Mauro FrassonReinaldo Onofre Skalisz, diretor da Adoc: ‘‘O governo não pode tomar decisões que coloquem em risco a saúde pública’’''O Ministério da Agricultura (Mapa), a Anvisa e o Ibama querem liberar o uso de agrotóxicos em determinadas culturas sem os estudos que a legislação exige'', afirma o engenheiro agrônomo Reinaldo Onofre Skalisz, diretor da Associação de Defesa e Orientação do Consumidor (Adoc). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;A denúncia feita por Skalisz refere-se à portaria número 94, publicada em 27 de junho, deste ano pelo Mapa, que estabelece critérios a serem adotados para o uso de veneno em culturas não registradas. Tanto a Anvisa quanto o Mapa negam a acusação feita pelo diretor da Adoc.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;O diretor da Adoc é duro nas críticas.''Querem transfomar a população do Paraná em cobaia'', declara, ao comentar a nova medida do Ministério, que atinge todo o País. Com base na portaria, o engenheiro denuncia que o veneno agrícola recomendado ''só para batatas, por exemplo, poderá ser usado também, sem análise prévia de toxicidade, em batata doce, beterraba, cará, gengibre, inhame, mandioca, mandioquinha-salsa, nabo e rabanete''.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Skalisz explica que o frabricante de veneno agrícola, antes de lançar seu produto no mercado, necessita de aprovação da Anvisa para comercializá-lo. Para tanto, são feitos pelo fabricante de agrotóxico exames de toxicidade nos frutos, legumes e folhagens que receberão o pesticida. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Estes estudos são conhecidos, tecnicamente, por Limite Máximo de Resíduos (LMR).A situação se agrava, segundo o representante dos consumidores, quando o Ministério passa esta tarefa do fabricante - de mostrar os resultados de agrotóxicos em culturas não permitidas - para entidades civis e instituições públicas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Skalisz esclarece que os órgãos governamentais da agricultura, saúde e meio ambiente, instituições de pesquisa ou extensão rural, associações, cooperativas poderão fazer os estudos de resíduos nas culturas que não utilizam agrotóxicos aprovados pela Anvisa. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;O detalhe, segundo ele, é que durante dois anos estas instituições poderão comercializar estas culturas e, só ao final desse período, apresentar os estudos de LMR. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Portanto, afirma Skalisz, durante dois anos, a população estará consumindo frutas, hortaliças, legumes entre outros sem saber a qualidade e a segurança destes alimentos.''O fabricante de agrotóxico não é citado nesta história toda. A responsabilidade dos exames recai sobre as entidades e instituições públicas'', declara o diretor da Adoc, especialista há 35 anos em veneno agrícola. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Caso esta Instrução Normativa seja aprovada, vamos inverter tudo, primeiro usa o agrotóxico, depois desenvolve a pesquisa. Antes era o fabricante de agrotóxicos que teria que desenvolver a pesquisa, agora é quem pleitear a inclusão de uso nas culturas'', declara.A saída, segundo Skalisz, seria o Mapa, o Ibama e a Anvisa promoverem audiências públicas em todo o Estado para avaliar as implicações da portaria 94. ''O governo não pode tomar decisões que coloquem em risco a saúde pública'', protesta o diretor da Adoc.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;A Anvisa e o Mapa informaram que a portaria 94 trata-se de uma consulta pública (veja entrevistas nesta página). Já o Ibama, através de sua assessoria de imprensa, não respondeu as perguntas remetidas pela reportagem da FOLHA.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Edson Pereria Filho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Reportagem Local&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5749317561247786766-6266556306753442177?l=adema-ong.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/6266556306753442177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5749317561247786766/posts/default/6266556306753442177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://adema-ong.blogspot.com/2008/08/populao-do-paran-cobaias-do-agrotxico.html' title=''/><author><name>Felomena Sandri</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03729387595618941785</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SLFkB60lWwI/AAAAAAAAADA/WJoLWXoA68o/S220/Felomena.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_m22k6uY86sw/SJ25yR3EnAI/AAAAAAAAAB8/lMu5xA9QKD8/s72-c/veneno.gif' height='72' width='72'/></entry></feed>
